A INTERNET DAS BOLHAS!


Antes de se preocupar com internet das coisas recomendo você a conhecer e se preocupar com a internet das bolhas...


A internet das coisas em si não é o problema, pois irá facilitar o dia a dia das pessoas, o problema de fato é o custo dela, pois absolutamente tudo o possível de ser arquivado sobre você as redes sociais, mecanismos de busca e sistemas operacionais de dispositivos móveis “guardam” em Big Data. Depois estudam você dentro do Big Data com o Deep Learning e começam a oferecer as coisas que você quer. Por fim passam a controlar você no Machine Learning tudo silenciosamente sem que você perceba ou saiba. É o mundo dos dados “nas nuvens” e dos algoritmos de modulação e manipulação das Inteligências Artificiais.


Os aplicativos tanto do IOS (Apple) quanto do Android (outros) podem ter acesso as suas informações dentro daquilo que você liberar a permissão de acesso, para quem quer se divertir um pouco a desgraça possível de quem assina termos de uso e concede permissões, sem saber do que se trata pelos celulares, recomendo assistir a este episódio de South Park: https://en.wikipedia.org/wiki/HumancentiPad.


Assista antes de prosseguir a leitura: https://www.southparkstudios.com.br/episodios/j6a6zs/south-park-humacentipad-temporada-15-ep-1 (Em português).


O episódio exagera, como é a característica central de South Park, mas exagera apenas na parte politicamente incorreta das coisas.


A primeira coisa que as Big Techs fazem é subdividir as pessoas em Bolhas de Filtros (Filter Bubble). Isso nada mais é que um recurso utilizado há muito tempo pelas empresas de mídia e de propaganda antes da criação da internet, porém sem as mesmas eficiência e eficácia.


Uma bolha de filtro - um termo cunhado pelo ativista da internet Eli Pariser - é um estado de isolamento intelectual que supostamente pode resultar de pesquisas personalizadas quando um algoritmo de site adivinha seletivamente quais informações um usuário gostaria de ver com base nas informações sobre o usuário, como localização, comportamento de cliques anteriores e histórico de pesquisa. Como resultado, os usuários se separam de informações que discordam de seus pontos de vista, isolando-os efetivamente em suas próprias bolhas culturais ou ideológicas. As escolhas feitas por esses algoritmos não são transparentes. Os principais exemplos incluem Google Pesquisa personalizada resultados e Facebook personalizado e notícia-stream . O efeito da bolha pode ter implicações negativas para o discurso cívico, de acordo com Pariser, mas pontos de vista contrastantes consideram o efeito mínimo e endereçável. Os resultados da eleição presidencial dos EUA em 2016 foram associados à influência de plataformas de mídia social como Twitter e Facebook, e, como resultado, questionaram os efeitos da "Bolha de Filtro" fenômeno na exposição do usuário a notícias falsas e Câmaras de Eco , estimulando um novo interesse no termo, com muitos preocupados que o fenômeno possa prejudicar a democracia e o bem-estar , tornando os efeitos da desinformação piores.


“permite que você saia com pessoas que pensam como você, então você não está misturando e compartilhando e entendendo outros pontos de vista ... É muito importante. Acabou sendo um problema maior do que eu, ou muitos outros, esperaríamos”. Bill Gates 2017 em Quartz.


Você pode fazer parte de muitas bolhas ao mesmo tempo, depende da finalidade do algoritmo que o selecionou, dentro do banco de dados relacional isto é a coisa mais simples do mundo, imagine então dentro de cruzamentos mais complexos como a Business Intelligence em cubos 3D:

Suas informações são apenas dados para negócios, para ganhar dinheiro, seja vendendo as mesmas sendo direcionando serviços e produtos (sob medida) para você ou até manipular você para produtos, serviços e política pelas Inteligências Artificiais. Essa ilustração simplista acima é basicamente como os dados são tratados dentro do Big Data pelos diversos algoritmos.


É basicamente com estas ferramentas que a Democracia Ciborgue opera, no caso com Pós-Verdade, Desinformação, Fake News colocando você em Câmaras de Ressonância (eco) junto com seus colegas de bolha. Reunir grupos de pessoas que pensam parecido é importante para dar um ar de verdade nas coisas.


Nos meios de comunicação, o termo Câmara de Eco é análogo a uma Câmara de Eco acústica, onde os sons reverberam em um invólucro oco. Uma câmara de eco, também conhecido como câmara de eco ideológica, é uma descrição metafórica de uma situação em que informações, ideias ou crenças são amplificadas ou reforçadas pela comunicação e repetição dentro de um sistema definido. Dentro de uma câmara de eco, as fontes dominantes muitas vezes são inquestionáveis e opiniões diferentes ou concorrentes são censuradas ou desautorizadas. A maioria dos ambientes de Câmara de Eco dependem de doutrinação e propaganda, a fim de disseminar informação, sutil ou não, de modo a atrapalhar os que estão presos na câmara e a evitar que tenham habilidades de pensamento cético necessárias para desacreditar a desinformação óbvia.


Com o crescimento da Internet a distribuição e o acesso à informação aumentaram em larga escala enquanto o custo de produção caiu drasticamente. Com o surgimento de redes sociais (Facebook e Twitter principalmente), pessoas podem compartilhar suas experiências de vida e opiniões com outras milhares. Juntamente com os mecanismos de pesquisas que facilitam e aumentam a acesso diversidade de opiniões do que em um jornal impresso.


De acordo com pesquisadores tais ferramentas de informações pode criar as chamadas Câmaras de Eco, termo dado a qual o individuo procura informações conforme suas opiniões. Adicionando isso com mecanismos de procura, novos agregadores, e redes sociais cada vez mais personalizados por um mecanismo de aprendizado de máquina (Machine Learning), obtemos uma bolha de filtragem potente na qual amplia a segregação de ideias, pois o algoritmo irá recomendar mais conteúdos de acordo com o que o indivíduo concorda.


Pessoas que participam de grupos fechados em redes sociais são sujeitas a ver ideias iguais sendo repetidas várias vezes pelos outros membros, assim reforçando aquilo que acreditam. Isso pode criar barreiras para discurso no meio virtual e aumentar bullying entre esses grupos. Segundo Eli Pariser as Câmaras de Eco são claramente prejudiciais para a consciência pública de questões importantes, já que ele realmente limita quem pode descobrir informações relevantes sobre certos eventos. Além disso, situações em que as pessoas são expostas apenas a informações que reforçam suas crenças atuais causam polarização, pois os indivíduos se tornam mais convencidos de sua ideia quando não estão vendo um conjunto diversificado de pareceres de especialistas.


No que diz a respeito à internet e à política, conseguimos notar que eles andam juntos. De acordo com pesquisas houve a confirmação a existência de Câmaras de Eco em redes sociais. É notório que descobertas nessa área que tenham o maior impacto sejam desproporcionalmente através de redes sociais ou mecanismos de busca, o que significa que o impacto real desses canais é maior do que as números indicam. As câmaras de eco existem de em muitas de formas. O efeito da câmara de eco foi amplamente notado no meio politico mundial. Pode-se notar câmaras de eco até mesmo antes da criação das redes sociais atuais, onde a impressa agia com muito mais vigor.


No inicio do ano de 90 a cobertura de julgamento sobre o caso de abuso sexual na escola McMartin foi criticada por David Shaw em seus artigos vencedores do Prêmio Pulitzer de 1990: "Nenhuma dessas acusações foi provada, mas a mídia agiu em grande parte em um pacote, como acontece com frequência em grandes eventos e histórias de repórteres, na imprensa e no ar, alimentado um sobre o outro, criando uma câmara de eco de horrores. "Ele disse que neste caso “expostas falhas básicas” em organizações de notícias como “Preguiça. Superficialidade, relacionamentos acolhedores” e uma busca frenética para Seja o primeiro com a última acusação chocante". "Repórteres e editores muitas vezes abandonaram" princípios jornalísticos de "justiça e ceticismo". E "frequentemente mergulhou em histeria, sensacionalismo e o que um editor chama de" síndrome de linchamento". Robert Entman concluiu que a cobertura precoce do caso acabou tento um efeito bastante negativo no caso.


Em 1998, John Scruggs descreveu para a abordagem da "Câmara de Eco" para a advocacia como a constituição da repetição de uma mensagem selecionada pelas fontes mais confiáveis ​​que cercam um tomador de decisão. "Quanto mais uma visão ou uma informação particular “ecoa” ou ressoa através deste grupo, maior é o seu impacto. Os esforços de base são tão eficazes nos programas de advocacia modernos, pois eles causam que muitos constituintes repitam a mesma mensagem para o membro alvo. "Influências" funcionam porque trabalham com as mais altas na escala de hierarquia, com o maior grau de credibilidade, repetem a mesma mensagem ou mensagens semelhantes. Você notará que o efeito da câmara de eco pode funcionar de duas maneiras diferentes. Primeiro, a mesma mensagem pode reverberar entre várias fontes em relação aos membros alvo. Por exemplo, a mesma informação dos dados de votação capturados em uma única pesquisa pode ser repetida pela mídia, colegas do Congresso, lobistas e publicidade. Em segundo lugar, mensagens semelhantes, mas complementares, podem ser repetidas por uma única fonte... Ou a repetição ou "empilhando" abordagem fornecem o mesmo resultado: maior credibilidade e influência da mensagem essencial", explicou.

Knight Ridder (hoje McClatchy) informou que "uma carta do Congresso Nacional iraquiano do 26 de junho de 2002 ao Comitê de Créditos do Senado listou 108 artigos com base em informações fornecidas pela INC's Information Collection Program, um esforço financiado pelos EUA para obter informações do Iraque. As afirmações nos artigos reforçaram as afirmações do presidente George W. Bush de que Saddam Hussein deveria ser expulso pois tinha ligação com Osama bin Laden, estava desenvolvendo armas nucleares e estava escondendo armas biológicas e químicas. Informação reforçada pelos meios de comunicação, bem como a funcionários da administração e membros do Congresso, ajudaram a promover a impressão de que havia várias fontes sobre os programas de armas ilícitas do Iraque e ligações com Osama Bin Laden".


Em do outono de 2014, a comunidade de jogos Gamergate ataca as respostas dos jornalistas dizendo que podem ser consideradas como câmaras de eco.


As eleições presidenciais de 2016 nos Estados Unidos provocaram um fluxo de discurso sobre a câmara de eco na mídia. Os componentes eram mais propensos a absorver informações sobre temas como o controle de armas e a imigração que se alinhavam com suas crenças preexistentes, pois eram mais propensos a ver informações com as quais já concordavam. O Facebook e Twitter é mais provável que sugira postagens que sejam congruentes com seus pontos de vista; Portanto, houve principalmente repetição de pontos de vista já estáveis em vez de uma diversidade de opiniões. Os jornalistas argumentam que a diversidade de opinião é necessária para a verdadeira democracia, pois facilita a comunicação, e as câmaras de eco, como as que ocorrem no Facebook, impediram isso. Alguns acreditavam que as câmaras de eco desempenharam um papel importante no sucesso de Donald Trump nas eleições presidenciais de 2016.


As câmaras de eco também foram vinculadas ao referendo britânico Brexit. Tom Steinberg, o especialista em tecnologias e impacto social e fundador do MySpace, procurou em suas redes sociais algum exemplo de pessoas comemorando os resultados do Brexit. Não encontrando nenhum ele deixou um apelo em sua rede social.


"Eu estou procurando ativamente através do meu Facebook por pessoas celebrando a vitória do Brexit, mas a bolha de filtro é TÃO forte, e se estende por TÃO longe em direção a coisas como a busca customizada do Facebook que eu não consigo encontrar ninguém que esteja feliz apesar do fato de que mais da metade do país está claramente jubilante hoje e apesar do fato de que eu estou ativamente procurando ouvir o que eles têm para dizer. Esse problema de câmera de eco é agora TÃO severo e TÃO crônico que eu apenas posso implorar para qualquer amigo que eu tenho que realmente trabalhe para o Facebook e outras significativas mídias sociais para urgentemente falar para seus líderes que não agir sobre esse problema agora significa apoiar ativamente e financiar a ruptura do tecido de nossas sociedades. Simplesmente por que eles não são como anarquistas ou terroristas – eles não estão fazendo essa ruptura de propósito – não é desculpa – o efeito é o mesmo, nós estamos criando países onde uma metade não sabe nada a respeito da outra metade. Está nas mãos de pessoas como Mark Zuckerberg fazer algo a respeito disso, se eles forem fortes o bastante e inteligentes o bastante para trocar um pouco do seu valor para os acionistas pelo bem-estar de nações e do mundo como um todo".


Se você queria apenas entender como funcionam as bolhas de filtro da internet leia até este ponto do texto, pois a partir deste ponto vamos abordar as técnicas utilizadas pela Democracia Ciborgue globalmente.

A continuidade deste texto parte de meu pressuposto de que existe uma elite econômica global de fato, mas não os globalistas “comunistas” que a direita política aponta nas suas teorias conspiratórias. Segundo minhas visões em 3D, esta elite hoje, usando tecnologia-economia-política, controla institucionalmente as maiores empresas do mundo, seja diretamente ou através de fundos, bem como as Big Techs da internet. Deste modo através da internet elas exercem um Capitalismo de Controle, criando debates políticos polarizados e financiando o lado que interessa localmente ou às vezes até ambos, para prender a atenção das pessoas brigando emocionalmente por lados que nem existem, enquanto esquecem o real problema, que são justamente este grupo econômico global.


A realidade do planeta é uma desigualdade econômica e social cada vez maior, com maior concentração de renda crescente, enquanto o restante, vivem em sua maioria em condições sanitárias precárias. A destruição do meio ambiente vislumbrando apenas interesses econômicos e desconsiderando interesses ambientais e sociais. Deste modo o mercado de capitais global é manipulado, inclusive por ações com desinformação, Pós-Verdade, modulação e até Fake News, via internet, para maximizar os lucros e a segurança do capital especulativo circulante pelas bolsas de valores de todo o planeta.


Não tentem classificar estas análises em 2D pois aqui não existe direita, centro ou esquerda, minhas avaliações são em 3D e não vão ter aderência do capitalismo até o socialismo e suas variantes. Minha análise segue este padrão:

Deste modo estou analisando o modus operandi do que eu denomino por Democracia Ciborgue que pode ser de direita, centro, esquerda e qualquer ponto na linha 2D entre elas.


Vamos então prosseguir no texto elucidando como a Democracia Ciborgue age através da internet usando você, usuário, como escravo, cliente e produto ao mesmo tempo.

No Brasil, de acordo com uma pesquisa a Universidade de Oxford de 2018, o uso de práticas desonestas na Internet para influenciar as pessoas acontece desde 2010, já usando as técnicas da Democracia Ciborgue criadas pelo Movimento 5 Estrelas da Itália no começo do século. Contas fake, bots, mensagens de distração, entre outras práticas, foram usadas durante duas campanhas presidenciais e o impeachment. Contratos entre partidos políticos e as empresas que viabilizam essas práticas têm valores de até R$ 10 milhões, como mostra o relatório. Conheça, a seguir, as principais descobertas feitas pelo estudo:

1. Pelos menos 48 países têm partidos ou organizações governamentais usando as redes sociais para manipular a opinião pública;


2. As campanhas de desinformação acontecem principalmente durante eleições ou crises de confiança no governo;


3. Em 20% dos 48 países, apps como WhatsApp, Telegram e Wechat são usados para transmitir informações falsas;


4. As propagandas políticas e sociais envolvem automação nas redes, times de comentaristas, produção de conteúdos falsos, assédio e criação de distrações;

5. Desde 2010, partidos e governos já gastaram mais de meio bilhão de dólares em manipulação via mídias sociais;

Se você quiser ficar discutindo se é Lula ou Bolsonaro, Direita ou Esquerda não perca tempo continuando a ler este texto, pois você já está nas bolhas de filtro e câmaras de eco sendo modulado e manipulado faz muito tempo ou então é financiado por uma deles, direta ou indiretamente.


E este texto vai ficar cada vez mais “difícil”, fazendo uma seleção cognitiva natural entre quem faz e quem sofre a realidade. Eu avisei. Vamos prosseguir.

Quando você está categorizado dentro de uma das bolhas de filtro da democracia ciborgue você está sofrendo um processo de Manipulação Digital.


A manipulação da Internet refere-se a cooptação de tecnologia digital, como algoritmos de mídia social e scripts automatizados, para fins comerciais, sociais ou políticos. Tais táticas podem ser empregadas com a intenção explícita de manipular a opinião pública, polarizar cidadãos, silenciar dissidentes políticos, prejudicar adversários políticos ou corporativos e melhorar a reputação pessoal ou da marca. Foi relatado que hackers, profissionais contratados e cidadãos particulares se envolveram na manipulação da Internet usando software - normalmente bots da Internet, como bots sociais, votebots e clickbots.


O hacking cognitivo refere-se a um ataque cibernético que visa mudar as percepções dos usuários e os comportamentos correspondentes.

A manipulação da Internet às vezes também é usada para descrever a censura seletiva da Internet ou violações da neutralidade da rede .


Dentro das Bolhas de Filtro você já fica “etiquetado” para sofrer diversos processos de Vigilância em Massa, que ficam todos arquivados em Big Data, popularmente conhecido como nuvem. Então fique ressonando bastante nas câmaras de eco para que você seja melhor “vigiado” politicamente.


Vigilância em massa é a vigilância intrincada de uma fração inteira ou substancial de uma população para monitorar esse grupo de cidadãos. A vigilância é frequentemente realizada por governos locais e federais ou organizações governamentais , como organizações como a NSA e o FBI , mas também pode ser realizada por empresas (em nome de governos ou por sua própria iniciativa). Dependendo das leis e sistemas judiciais de cada nação, a legalidade e a permissão exigida para se engajar na vigilância em massa variam. É o único traço distintivo mais indicativo dos regimes totalitários. Também é frequentemente distinguido de vigilância direcionada.


A vigilância em massa tem sido frequentemente citada como necessária para combater o terrorismo, prevenir o crime e a agitação social, proteger a segurança nacional e controlar a população. Por outro lado, a vigilância em massa também tem sido criticada por violar os direitos à privacidade, limitar os direitos e liberdades civis e políticos e ser ilegal sob alguns sistemas legais ou constitucionais. Outra crítica é que o aumento da vigilância em massa pode levar ao desenvolvimento de um estado de vigilância ou um estado policial eletrônico onde as liberdades civis são violadas ou a dissidência política é minada pela COINTELPRO como programas. Esse estado pode ser referido como um estado totalitário.


Em 2013, a prática de vigilância em massa por governos mundiais foi questionada após a divulgação de vigilância global de Edward Snowden em 2013 sobre as práticas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos. Reportagens baseadas em documentos que Snowden vazou para vários meios de comunicação desencadeou um debate sobre as liberdades civis e o direito à privacidade na era digital. A vigilância em massa é considerada um problema global. A Aerospace Corporation dos Estados Unidos descreve um evento em um futuro próximo que eles chamam de "GEOINT" na qual tudo na superfície da terra será monitorado em todos os momentos e analisado por sistemas de inteligência artificial.


O fato que Snowden não passa de um “bunda mole” (hoje vive “auto exilado” na Rússia QG da Democracia Ciborgue) e tem posicionamento político 2D, tendo conseguido apenas dados sobre os EUA, mas de nenhum governo mais e nenhuma Big Tech, o ponto positivo é que ele expôs um dos “vigilantes”. Será que ele vai expor a Rússia?


Mas vigilância é o menor dos problemas se você está sendo modulado e manipulado por outras pessoas, que você nem imagina quem são, através de Servidores (computadores em nuvem), Big Data e Inteligências Artificiais (todos em nuvem). Se você for um especialista mediano em Mercado de Capitais você conseguira descobrir de quais fundos eles operam. Se você for um “expert” em Mercado de Capitais você já sabe quem são.


Vamos agora apresentar apenas algumas das enumeráveis técnicas que a Democracia Ciborgue usa com você, dentro das Bolhas de Filtro e Câmaras de Eco, para lhe controlar politicamente, socialmente, psicologicamente e economicamente.


Fake News


Fake News são informações falsas apresentadas como notícias. Frequentemente, tem o objetivo de prejudicar a reputação de uma pessoa ou entidade, ou ganhar dinheiro com a receita de publicidade.


Antes comuns na mídia impressa, à prevalência de notícias falsas aumentou com o surgimento das mídias sociais, especialmente o feed de notícias do Facebook e time line do Twitter. Polarização política, política pós-verdade, viés de confirmação, e de mídia social algoritmos têm sido implicados na propagação de notícias falsas. Às vezes, é gerado e propagado por atores estrangeiros hostis, particularmente durante as eleições. O uso de sites de notícias falsas hospedados anonimamente tornou difícil processar fontes de notícias falsas por difamação. Em algumas definições, notícias falsas incluem artigos satíricos mal interpretados como genuínos e artigos que empregam manchetes sensacionalistas ou clickbait que não são suportados no texto.


Notícias falsas podem reduzir o impacto de notícias reais competindo com elas; uma análise do Buzzfeed descobriu que as principais notícias falsas sobre a eleição presidencial dos EUA de 2016 receberam mais engajamento no Facebook do que as principais notícias dos principais meios de comunicação. Também tem o potencial de minar a confiança na cobertura séria da mídia. O termo às vezes foi usado para lançar dúvidas sobre notícias legítimas e o presidente dos EUA, Donald Trump, foi creditado por popularizar o termo usando-o para descrever qualquer cobertura negativa da imprensa sobre si mesmo. Tem sido cada vez mais criticado, devido em parte ao uso indevido de Trump, com o governo britânico decidindo evitar o termo, já que é "mal definido" e "combina uma variedade de informações falsas, de erro genuíno a interferência estrangeira".


Guerra de Informação


A guerra de Informação (Information Warfare) é um conceito que envolve o uso do campo de batalha e o gerenciamento da tecnologia da informação e comunicação (TIC) em busca de uma vantagem competitiva sobre o oponente. Guerra de informação é a manipulação de informações confiáveis ​​por um alvo sem a consciência do alvo, de modo que o alvo tome decisões contra seus interesses, mas no interesse de quem está conduzindo a guerra de informação. Como resultado, não está claro quando a guerra de informação começa, termina e quão forte ou destrutiva ela é. A guerra de informação pode envolver a coleta de informações táticas, garantia(s) de que as próprias informações são válidas, disseminação de propaganda ou desinformação para desmoralizar ou manipular o inimigo e o público, minando a qualidade das informações da força adversária e negação de oportunidades de coleta de informações às forças adversárias. A guerra de informação está intimamente ligada à guerra psicológica.


Manipulação de Mídia


A Manipulação da Mídia (Media Manipulation) é uma série de técnicas relacionadas nas quais os partidários criam uma imagem ou argumento que favorece seus interesses particulares. Essas táticas podem incluir o uso de falácias lógicas, manipulações psicológicas, engano total (desinformação), técnicas retóricas e de propaganda e, muitas vezes, envolvem a supressão de informações ou pontos de vista, excluindo-os, induzindo outras pessoas ou grupos de as pessoas parem de ouvir certos argumentos ou simplesmente desviem a atenção para outro lugar. Em Propaganda: a formação das atitudes dos homens, Jacques Ellul escreve que a opinião pública só pode se expressar através dos canais fornecidos pelos meios de comunicação de massa - sem os quais não poderia haver propaganda. É usado em relações públicas, propaganda, marketing, etc. Embora o objetivo para cada contexto seja bastante diferente, as técnicas gerais são frequentemente semelhantes.


Pós-Verdade


Pós-verdade é um conceito filosófico e político para "o desaparecimento de padrões objetivos compartilhados para a verdade" e o "deslizamento tortuoso entre fatos ou fatos alternativos, conhecimento, opinião, crença e verdade". O discurso pós-verdade é frequentemente contrastado com as formas assumidas por métodos e pesquisas científicas . O termo ganhou popularidade generalizada, na forma de "política pós-verdade", no período em torno da eleição presidencial dos Estados Unidos de 2016 e do referendo do Brexit. Foi nomeada a Palavra do Ano em 2016 pelo Oxford Dictionary, onde é definido como "Relacionado ou denotando circunstâncias nas quais fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal".


Embora o termo Pós-Verdade seja relativamente recente, o conceito pode ser rastreado até debates morais, epistêmicos e políticos anteriores sobre relativismo, pós-modernidade e falsidade na política, incluindo falsidade, mentiras, engano e falsidade deliberada.


Sockpuppet (MAV – Miliciano Anônimo Digital)


Um MAV (fantoche ou Sockpuppet) é uma identidade on-line usado para fins de engano. O termo, uma referência à manipulação de um boneco de mão simples feito de uma meia, originalmente se referia a uma falsa identidade assumida por um membro de uma comunidade da Internet que falava consigo mesmo, ou sobre si mesmo, fingindo ser outra pessoa.


O uso do termo expandiu-se para agora incluem outros usos enganosos de identidades on-line, tais como aqueles criados para o louvor, defender ou apoiar uma pessoa ou organização, para manipular a opinião pública, ou a restrições contornar, suspensão ou um banimento total de um site. Uma diferença significativa entre o uso de um pseudônimo e a criação de um Sockpuppet é que o Sockpuppet se apresenta como um terceiro independente não afiliado ao operador da conta principal. Sockpuppets não são bem-vindos em muitas comunidades e fóruns online.


A rede social Twitter é de longe a mais utilizada pelos MAVs (Sockpuppets). Há inclusive todo um esquema de proteção visível, por parte do Twitter, para este tipo e perfil que atrai centenas de milhares de seguidores (muitos igualmente MAVs) mesmo que sejam a maioria automatizada, produz os efeitos cardume e de manada. Estes perfis muitas vezes são pessoas remuneradas para tais atividades inclusive com automações usando APIs (https://canaltech.com.br/software/o-que-e-api/) do próprio Twitter e o módulo de anúncios monetizados do Google. Como Twitter é divulgado também no buscador do Google (inclusive monetizado), isso gera muito efeito viral. O Twitter e o Google inclusive defendem judicialmente, até as últimas instâncias, perfis Sockpuppets envolvidos em crimes digitais (como na da CPMI das Fake News brasileira) e até em crimes do mundo criminal real, como o MP-RJ do Brasil nas investigações do caso do assassinato da socióloga Marielle Franco. O Google no Brasil inclusive utiliza um dos mais conceituados (e caros) escritórios de advocacia do Brasil o Lee, Brock e Camargo Advogados Associados (https://lbca.com.br/) que também utilizada uma moderna Inteligência Artificial da Área Jurídica.

Um dos sócios do escritório de advocacia inclusive é o presidente da seção brasileira da Overseas Korean Traders Association (OKTA-SP) (https://lbca.com.br/yun-ki-lee-socio-fundador-da-lbca-e-eleito-presidente-da-okta-sp/), (https://oktabrazil.net/sobre-a-okta-sp/), (http://www.okta.net), Fundada em 1981, a empresa trabalha para promover o desenvolvimento econômico e as exportações em seu próprio país, sendo a maior rede econômica coreana no exterior entre 7,5 milhões de coreanos no exterior.


Alguns exemplo de perfis Sockpuppets (MAV) do Twitter que não estão sujeitos às próprias Regras e políticas do Twitter (https://help.twitter.com/pt/rules-and-policies#twitter-rules):


https://twitter.com/Lets_Dex


https://twitter.com/_Leitadas_Loen


Spin Doctors (Spinmeisters)


Nas relações públicas e na política, o spin é uma forma de propaganda, alcançada através do fornecimento consciente de uma interpretação tendenciosa de um evento ou campanha para influenciar a opinião pública sobre alguma organização ou figura pública. Embora as relações públicas e a publicidade tradicionais possam administrar a apresentação dos fatos, "giro" frequentemente implica o uso de táticas falsas, enganosas e manipuladoras.

Devido à frequente associação entre spin e conferências de imprensa (especialmente conferências de imprensa do governo), a sala em que essas conferências acontecem é por vezes descrita como "sala de spin". Assessores de relações públicas, pesquisadores e consultores de mídia que desenvolvem mensagens enganosas ou enganosas podem ser chamados de "spin doctor" ou "spinmeisters".


Uma tática padrão usada em "girar" é reformular ou modificar a percepção de um problema ou evento para reduzir qualquer impacto negativo que possa ter sobre a opinião pública. Por exemplo, uma empresa cujo produto mais vendido apresenta um problema de segurança significativo pode "reformular" a questão criticando a segurança dos produtos de seu principal concorrente ou destacando o risco associado a toda a categoria de produtos. Isso pode ser feito usando uma "catchy" slogan ou frase de efeito que pode ajudar a persuadir o público de tendenciosa da empresa ponto de vista. Essa tática pode permitir à empresa redirecionar a atenção do público para longe dos aspectos negativos de seu produto.


Spinning é normalmente um serviço prestado por assessores de mídia pagos e consultores de mídia. As maiores e mais poderosas empresas podem ter funcionários internos e unidades sofisticadas com experiência em questões de fiação. Embora o giro seja frequentemente considerado uma tática do setor privado, nas décadas de 1990 e 2000 alguns políticos e funcionários políticos foram acusados ​​de usar táticas enganosas de "giro" para manipular ou enganar o público. Spin pode incluir "enterrar" novas informações potencialmente negativas, liberando-as no final do dia de trabalho no último dia antes de um fim de semana prolongado; escolher seletivamente citações de discursos anteriores feitos por seu empregador ou um político adversário para dar a impressão de que eles defendem uma determinada posição; sobre um político ou candidato adversário que os coloca sob uma luz negativa.


Guerra Memética


A guerra memética é um tipo moderno de guerra de informação e guerra psicológica que envolve a propagação de memes nas redes sociais através da “plataforma de armamento”.

Na ficção, o jogo Transhuman Space de 2002 apresentou o mundo de 2100 como tendo a "memética" como uma tecnologia chave e a expansão de 2004 "Transhuman Space: Toxic Memes" deu exemplos de "agentes meméticos da guerra".


Memetics: A Growth Industry in US Military operações foi publicado em 2005 por Michael Prosser, agora Tenente Coronel do Corpo de Fuzileiros Navais . Ele propôs a criação de um “Centro de Guerra Meme”.


Em Psicologia Evolucionária, Memes e a Origem da Guerra (2006), Keith Henson definiu memes como "replicar padrões de informação: maneiras de fazer as coisas, elementos aprendidos da cultura, crenças ou ideias."

A Guerra Memética foi seriamente estudada como um conceito importante no que diz respeito à guerra de informação pelo Centro de Excelência de Comunicações Estratégicas da OTAN. Jeff Giesea, escrevendo no jornal Stratcom COE Defense Strategic Communications da OTAN, define Guerra Memética como "competição por narrativas, ideias e controle social em um campo de batalha de mídia social. Pode-se pensar nisso como um subconjunto de “operações de informação” adaptadas ao social mídia. As operações de informação envolvem a coleta e disseminação de informações para estabelecer uma vantagem competitiva sobre um oponente". De acordo com Jacob Siegel, "Os memes parecem funcionar como os IEDs da guerra de informação. Eles são ferramentas naturais de uma insurgência; ótimos para explodir coisas, mas provavelmente sabotarão os efeitos desejados quando manipulados pelo ator maior em um conflito assimétrico".


Trend Analysis (Análise de Tendências)


A análise de tendências é a prática difundida de coletar informações e tentar localizar um padrão. Em alguns campos de estudo, o termo "análise de tendências" tem significados definidos mais formalmente.

Embora a análise de tendência seja frequentemente usada para prever eventos futuros, ela pode ser usada para estimar eventos incertos no passado, como quantos reis antigos provavelmente governaram entre duas datas, com base em dados como a média de anos em que outros reis conhecidos reinaram.


O Movimento 5 Estrelas Italiano tem um sistema de Trend Analysis (e muito mais) desenvolvido antes de sua fundação pela empresa do falecido Gianroberto Casalleggio a CA (https://www.casaleggio.it/) e continuada por Davide Casaleggio que inclusive “pode” ser comercializado.


Davide Casaleggio (nascido em 14 de janeiro de 1976) é um empresário e ativista político italiano, nascido em Milão. Após a morte de seu pai Gianroberto, ele se tornou presidente da Casaleggio Associati, uma empresa de consultoria e internet que assessora em estratégias de inovação e editora do blog de Beppe Grillo. Desde 2016 Casaleggio se tornou uma figura proeminente no Movimento Cinco Estrelas, partido fundado por seu pai junto com Beppe Grillo. No contexto italiano, Casaleggio promoveu a Web como um meio de comunicação e participação política. Seu papel no Movimento Cinco Estrelas tornou-se cada vez mais importante, embora não oficial. Como seu pai, ele é considerado a eminência cinzenta do movimento. Ele é presidente da Associação Rousseau, que administra o sistema Rousseau, do qual os membros do Movimento Cinco Estrelas participam e votam. Em fevereiro de 2018, o New York Times dedicou um artigo a Casaleggio, descrevendo-o como um "homem misterioso que dirige o M5S nas sombras".


Monitoramento de Sites


O monitoramento de site é o processo de teste e verificação de que os usuários finais podem interagir com um site ou aplicativo da web conforme o esperado. O monitoramento de sites é frequentemente usado por empresas para garantir que o tempo de atividade , desempenho e funcionalidade do site sejam os esperados.

As empresas de monitoramento de sites fornecem às organizações a capacidade de monitorar consistentemente um site da Web, ou função do servidor, e observar como ele responde. O monitoramento é frequentemente conduzido de vários locais ao redor do mundo para um site ou servidor específico, a fim de detectar problemas relacionados à latência geral da Internet , problemas de salto de rede e para evitar falsos positivos causados ​​por problemas locais ou de interconexão. As empresas de monitoramento geralmente relatam esses testes em uma variedade de relatórios, tabelas e gráficos. Quando um erro é detectado, os serviços de monitoramento enviam alertas por e-mail, SMS, telefone, trap SNMP, pager que pode incluir informações de diagnóstico, como uma rota de rastreamento de rede, captura de código do arquivo HTML de uma página da web, uma captura de tela de uma página da web e até mesmo um vídeo de um site falhando. Esses diagnósticos permitem que administradores de e de e webmasters corrijam problemas mais rapidamente.


O monitoramento reúne dados abrangentes sobre o desempenho do site, como tempos de carregamento, tempos de resposta do servidor e desempenho do elemento da página, que geralmente são analisados ​​e usados ​​para otimizar ainda mais o desempenho do site.


Inbound Marketing


Inbound marketing ou marketing de atração é uma forma de publicidade on-line na qual uma empresa se promove através de blogs, podcasts, vídeo, e-Books, newsletters, whitepapers, SEO e outras formas de marketing de conteúdo. O inbound marketing se diferencia dos métodos tradicionais para conseguir atrair a atenção de potenciais clientes, pois não são feitas compras de espaços publicitários em meios como rádio, televisão, flyers, telemarketing, entre outros.


Na prática, a empresa gera conteúdo de “qualidade” para conseguir autoridade na internet.


A partir daí, os clientes são captados através dos assuntos que eles procuram e que fazem parte do site da empresa.


Além das técnicas citadas anteriormente, os testes A/B são muito usados para uma estratégia de inbound efetiva.


Este termo passou a ser usado pelo Brian Halligan, cofundador do HubSpot, uma das principais agências de inbound marketing do mundo.


O inbound é um estilo de marketing que foca na otimização do seu negócio para não correr atrás de clientes. É comum dizer no mercado que essa estratégia não compra a atenção dos clientes, pois a empresa gera conteúdo altamente relevante para e o próprio consumidor vai de encontro à empresa.


Tais relações vão desde a venda de produtos relacionados aos clientes já fidelizados, novos produtos do mesmo nicho ou até mesmo produtos distintos que o cliente pode se interessar.


Inbound Marketing nada mais é do que o conjunto de estratégias com o objetivo de atrair e converter usuários espontaneamente.


Ele se baseia no relacionamento com o potencial cliente, com estratégias de atração aliada com marketing de conteúdo e automação de marketing.


A Democracia Ciborgue utiliza ativamente inbound marketing, principalmente para sites da “mídia alternativa” que divulgam Pós-Verdades, Fake News e Desinformação. Através destas ferramentas eles acionam automações para subirem a audiência do site no Google (https://analytics.google.com/analytics/web/) e incrementarem o faturamento via Google Adsense (https://www.google.com/adsense). Serve também para monitorar o desempenho das Pós-Verdades, Fake News e Desinformação para investirem em promoção através do Google Ads (https://ads.google.com/intl/pt-BR_br/home/). Através da mesma tecnologia a Democracia Ciborgue utiliza automações para colocar as suas “inverdades” nas primeiras posições do buscador do Google.

Alguns sites de imprensa alternativa, da Democracia Ciborgue, que provavelmente usam inbound marketing para seu “jornalismo alternativo”:


https://www.jornaldacidadeonline.com.br


https://noticias.criticanacional.com.br


https://www.movimentoconservador.com


http://sensoincomum.org/


https://pleno.news/


Marketing de Conteúdo


Marketing de conteúdo é o processo de criar, publicar e promover conteúdos personalizados para seu cliente, esse é um método de marketing que se baseia na formação de um público fiel por meio da criação e compartilhamento de conteúdo. A definição mais utilizada em âmbito global é a de autoria do estadunidense Joe Pulizzi, fundador do Content Marketing Institute:


“Marketing de conteúdo é uma abordagem estratégica de marketing focada em criar e distribuir conteúdo valioso, relevante e consistente para atrair e reter um público-alvo claramente definido — e, em última análise, conduzi-los a ações rentáveis como consumidores.”


Joe Pulizzi conta que passou a usar a expressão Content Marketing (traduzido para a língua portuguesa como Marketing de Conteúdo) em 2001, quando trabalhava em uma grande empresa de mídia chamada Penton Media, com sede em Cleveland, nos EUA. Posteriormente, em 2007, fundou o Content Marketing Institute (CMI).


O conceito se baseia em gerar fidelização dos clientes e entregar informações valiosas de maneira consistente. O conteúdo é produzido pelas marcas visando aproximar-se do cliente e sanar as dúvidas/objeções e dicas ao longo do funil de vendas, mas sem intenção comercial direta, e sim educacional. Pode ser publicado em diferentes formatos tanto off-line (revistas impressas, eventos presenciais etc.) como on-line (vídeos, white papers, ebooks, posts, guias, artigos, webinars etc.). Não é focado exclusivamente em vendas, em compartilhamento de conteúdo relevante e útil.


Com tamanha abordagem, diversas agências se especializaram nesta vertente. Ao juntar diferentes profissionais, estas alcançam entregas completas e resultados eficazes em múltiplos formatos. Em agências de conteúdo pode-se encontrar fotógrafos, produtores, programadores, jornalistas, redatores e diretores de arte, quem em sua soma constroem pluralidade.


Digeratis Illiterates (Influencers Virtuais Cavos)


Os digerati (ou digirati) são a elite da digitalização, mídia social, marketing de conteúdo, indústria de computadores e comunidades online. A palavra é uma mala de viagem, derivada de "digital" e "literati", e uma reminiscência dos antigos glitterati de cunhagem (glitter e literati). Cientistas da computação famosos, redatores de revistas de tecnologia , consultores digitais com experiências de vários anos e blogueiros famosos estão incluídos entre os digerati.


No caso da Democracia Ciborgue estamos falando dos famosos influencers de conteúdo mequetrefe que são idolatrados pelos apenas néscios modulados e manipulados como sumidades.


Communal Reinforcement


O reforço comunitário é um fenômeno social no qual um conceito ou ideia é repetidamente afirmado em uma comunidade, independentemente de haver evidência empírica suficiente apresentada para apoiá-lo. Com o tempo, o conceito ou ideia é reforçado para se tornar uma forte crença na mente de muitas pessoas e pode ser considerado pelos membros da comunidade como um fato. Muitas vezes, o conceito ou ideia pode ser ainda mais reforçado por publicações na mídia de massa , livros, ou outro meio de comunicação. A frase "milhões de pessoas não podem estar todas erradas" indica a tendência comum de aceitar uma ideia reforçada pela comunidade sem questionar, o que muitas vezes ajuda na aceitação generalizada de factoides.

Argumentum Ad Populum


Na teoria da argumentação, um argumentum ad populum (latim para "apelo ao povo") é um argumento falacioso que conclui que uma proposição deve ser verdadeira porque muitas ou a maioria das pessoas acredita nela, muitas vezes resumido de forma concisa como: "Se muitos acreditam então é assim".


Outros nomes para a falácia incluem falácia de crença comum ou apelo à crença (comum), apelo à maioria, apelo às massas, apelo à popularidade, argumento de consenso, autoridade de muitos, falácia do movimento, consenso gentium (latim para "acordo do povo"), falácia democrática e recurso de multidão.


Paradigma Asch


Em psicologia, os experimentos de conformidade Asch ou o paradigma Asch foram uma série de estudos dirigidos por Solomon Asch estudando se e como os indivíduos cediam ou desafiavam um grupo majoritário e o efeito de tais influências nas crenças e opiniões.

Desenvolvida na década de 1950, a metodologia continua em uso por muitos pesquisadores. Os usos incluem o estudo dos efeitos da conformidade da importância da tarefa, idade, gênero, e cultura.


Efeito Bandwagon


O Efeito Bandwagon é a tendência de um indivíduo adquirir um determinado estilo, comportamento ou atitude porque todo mundo está fazendo isso. É um fenômeno pelo qual a taxa de aceitação de crenças, ideias, modismos e tendências aumenta em relação à proporção de outras pessoas que já o fizeram. À medida que mais pessoas passam a acreditar em algo, outras também "entram na onda", independentemente das evidências subjacentes.


Seguir as ações ou crenças de outras pessoas pode ocorrer porque os indivíduos preferem se conformar ou porque os indivíduos obtêm informações de outros. Um exemplo disso são as tendências da moda, em que a popularidade crescente de uma determinada roupa ou estilo encoraja mais pessoas a "entrar na onda".


Quando os indivíduos fazem escolhas racionais com base nas informações que recebem de outros, os economistas propõem que cascatas de informações podem se formar rapidamente, nas quais as pessoas decidem ignorar seus sinais de informações pessoais e seguir o comportamento dos outros. As cascatas explicam porque o comportamento é frágil, pois as pessoas entendem que seu comportamento é baseado em uma quantidade muito limitada de informações. Como resultado, os modismos se formam facilmente, mas também são facilmente desalojados.


Foot-in-the-door (FITD)


A técnica Foot-in-the-door (FITD) é uma tática de conformidade que visa fazer uma pessoa concordar com uma grande solicitação, fazendo com que ela concorde com uma solicitação modesta primeiro. Essa técnica funciona criando uma conexão entre a pessoa que está solicitando uma solicitação e a pessoa solicitada. Se uma solicitação menor for concedida, a pessoa que está concordando se sente obrigada a continuar concordando com solicitações maiores para permanecer consistente com a decisão original de concordar. Essa técnica é usada de várias maneiras e é uma tática bem pesquisada para fazer com que as pessoas atendam às solicitações. O ditado é uma referência a um vendedor de porta em porta que evita que a porta feche com o pé, não dando ao cliente outra escolha a não ser ouvir o discurso de vendas.


Pressão dos Pares


A pressão dos pares é a influência direta dos pares sobre as pessoas, ou o efeito sobre um indivíduo que é encorajado a seguir seus pares mudando suas atitudes, valores ou comportamentos para se conformar com aqueles do grupo ou indivíduo que os influencia. Isso pode resultar em um efeito positivo ou negativo, ou em ambos. Os grupos sociais afetados incluem grupos de filiação, nos quais os indivíduos são "formalmente" membros (como partidos políticos, sindicatos, escolas) e cliques, em que a adesão não está claramente definida. No entanto, uma pessoa não precisa ser membro ou estar tentando se tornar membro de um grupo para ser afetada pela pressão dos pares. Tem havido um estudo considerável sobre os efeitos da pressão dos pares sobre crianças e adolescentes, e no discurso popular o termo é mais usado nos contextos dessas faixas etárias. Para as crianças, os temas comuns de estudo dizem respeito às suas habilidades para tomar decisões independentes; para adolescentes, a relação da pressão dos pares com relação sexual e abuso de substâncias foi pesquisada de forma significativa. A pressão dos pares pode afetar indivíduos de todas as etnias, gêneros e idades, no entanto. A pressão dos colegas mudou da interação estritamente face a face para a interação digital também. A mídia social oferece oportunidades para adolescentes e adultos de instilar e / ou sentir pressão todos os dias. A pesquisa sugere que não apenas os indivíduos, mas também as organizações, como grandes corporações, são suscetíveis às pressões dos pares, como pressões de outras empresas em seu setor ou na cidade-sede.


Construcionismo Social


O Construcionismo Social é uma teoria do conhecimento na sociologia e na teoria da comunicação que examina o desenvolvimento de compreensões do mundo construídas em conjunto que formam a base para suposições compartilhadas sobre a realidade. A teoria centra-se na noção de que os significados são desenvolvidos em coordenação com outro e não separadamente dentro de cada indivíduo.


Os construtos sociais podem ser diferentes com base na sociedade e nos eventos que cercam o período de tempo em que existem. Um exemplo de construção social é o dinheiro ou o conceito de moeda , pois as pessoas na sociedade concordaram em dar-lhe importância / valor. Outro exemplo de construção social é o conceito de auto / identidade própria. Charles Cooley afirmou com base em sua teoria do self do espelho : "Não sou quem você pensa que sou; não sou quem penso que sou; sou quem penso que você pensa que sou.” Isso demonstra como as pessoas na sociedade constroem ideias ou conceitos que podem não existir sem a existência de pessoas ou linguagem para validar esses conceitos.


Existem construções sociais fracas e fortes. Construções sociais fracas dependem de fatos brutos (que são fatos fundamentais que são difíceis de explicar ou entender, como quarks) ou fatos institucionais (que são formados a partir de convenções sociais). Construções sociais fortes dependem da perspectiva humana e do conhecimento que não apenas existe, mas é construído pela sociedade.


Content Farm


No contexto da internet, um Content Farm (ou Content Mill) é uma “empresa” que emprega um grande número de escritores freelance para gerar uma grande quantidade de conteúdo textual que é projetado especificamente para satisfazer algoritmos para recuperação máxima por mecanismos de pesquisa automatizados conhecidos como SEO (Search Engine Optimization). Seu principal objetivo é gerar receita de publicidade por meio da atração de visualizações de páginas de leitores, conforme exposto pela primeira vez no contexto de spam social.


Descobriu-se que os artigos em fazendas de conteúdo contêm passagens idênticas em várias fontes de mídia, levando a perguntas sobre os sites que colocam os objetivos de otimização do mecanismo de pesquisa acima da relevância factual. Os defensores dos farms de conteúdo afirmam que, de uma perspectiva de negócios, o jornalismo tradicional é ineficiente. As fazendas de conteúdo frequentemente encomendam o trabalho de seus escritores com base na análise de consultas em mecanismos de pesquisa que os proponentes representam como "a verdadeira demanda do mercado", um recurso que o jornalismo tradicional supostamente carece.


Efeito de Falso Consenso


Em psicologia, o efeito do falso consenso, também conhecido como viés do consenso, é um viés cognitivo generalizado que faz com que as pessoas “vejam suas próprias escolhas e julgamentos comportamentais como relativamente comuns e apropriados às circunstâncias existentes”. Em outras palavras, eles assumem que suas qualidades pessoais, características, crenças e ações são relativamente difundidas pela população em geral.


Esse falso consenso é significativo porque aumenta a autoestima (efeito do excesso de confiança). Pode ser derivado de um desejo de se conformar e ser apreciado por outras pessoas em um ambiente social. Esse viés é especialmente prevalente em ambientes de grupo, onde se pensa que a opinião coletiva de seu próprio grupo corresponde à da população em geral. Como os membros de um grupo chegam a um consenso e raramente encontram quem o contesta, eles tendem a acreditar que todos pensam da mesma maneira. O efeito do falso consenso não se restringe aos casos em que as pessoas acreditam que seus valores são compartilhados pela maioria, mas ainda se manifesta como uma superestimativa da extensão de sua crença.


Além disso, quando confrontadas com evidências de que não existe um consenso, as pessoas frequentemente presumem que aqueles que não concordam com elas são defeituosos de alguma forma. Não há uma causa única para esse viés cognitivo; a disponibilidade heurística, preconceito egoísta e realismo ingênuo foram sugeridos como fatores subjacentes pelo menos parciais. O preconceito também pode resultar, pelo menos em parte, de associações não sociais de estímulo-recompensa. A manutenção desse viés cognitivo pode estar relacionada à tendência de tomar decisões com relativamente poucas informações. Quando confrontadas com a incerteza e com uma amostra limitada a partir da qual tomar decisões, as pessoas muitas vezes se "projetam" na situação. Quando esse conhecimento pessoal é usado como entrada para fazer generalizações, geralmente resulta na falsa sensação de fazer parte da maioria.


O efeito do falso consenso foi amplamente observado e apoiado por evidências empíricas. Pesquisas anteriores sugeriram que fatores cognitivos e perceptivos (projeção motivada, acessibilidade de informação, emoção, etc.) podem contribuir para o viés de consenso, enquanto estudos recentes têm enfocado seus mecanismos neurais. Um estudo recente mostrou que o viés de consenso pode melhorar as decisões sobre as preferências de outras pessoas. Ross, Green e House definiram pela primeira vez o efeito do falso consenso em 1977, com ênfase na relativa comunidade que as pessoas percebem sobre suas próprias respostas; entretanto, fenômenos de projeção semelhantes já haviam chamado à atenção na psicologia. Especificamente, preocupações com relação às conexões entre as predisposições pessoais dos indivíduos e suas estimativas de pares apareceram na literatura por um tempo. Por exemplo, Katz e Allport em 1931 ilustraram que as estimativas dos alunos da quantidade de outros na frequência de trapacear estavam positivamente correlacionadas com seu próprio comportamento. Mais tarde, por volta de 1970, os mesmos fenômenos foram encontrados nas crenças políticas e na situação do dilema do prisioneiro. Em 2017, os pesquisadores identificaram um viés egocêntrico persistente quando os participantes aprenderam sobre as preferências de lanches de outras pessoas.

O efeito do falso consenso pode ser contrastado com a ignorância pluralística que acontece quando os membros do grupo variam em suas expectativas ou discordam da norma do grupo, mas se sentem diferentes do resto do grupo e agem publicamente de forma semelhante a eles.


Polarização de Grupo


Em psicologia social, polarização de grupo se refere à tendência de um grupo tomar decisões mais extremas do que a inclinação inicial de seus membros. Essas decisões mais extremas apontam para um risco maior se as tendências iniciais dos indivíduos forem arriscadas e para uma maior cautela se as tendências iniciais dos indivíduos forem cautelosas. O fenômeno também afirma que a atitude de um grupo em relação a uma situação pode mudar no sentido de que as atitudes iniciais dos indivíduos se fortaleceram e se intensificaram após a discussão em grupo, um fenômeno conhecido como polarização de atitude.


Exposição Seletiva


A exposição seletiva é uma teoria dentro da prática da psicologia, frequentemente usada em pesquisas de mídia e comunicação, que historicamente se refere à tendência dos indivíduos de favorecer informações que reforçam suas visões pré-existentes, evitando informações contraditórias. A exposição seletiva também foi conhecida e definida como "viés de congenialidade" ou "viés de confirmação" em vários textos ao longo dos anos.

De acordo com o uso histórico do termo, as pessoas tendem a selecionar aspectos específicos das informações expostas que incorporam à sua mentalidade. Essas seleções são feitas com base em suas perspectivas, crenças, atitudes e decisões. As pessoas podem dissecar mentalmente as informações às quais estão expostas e selecionar evidências favoráveis, enquanto ignoram as desfavoráveis. O fundamento desta teoria está enraizado na teoria da dissonância cognitiva (Festinger 1957), que afirma que quando os indivíduos são confrontados com ideias contrastantes, certos mecanismos de defesa mental são ativados para produzir harmonia entre novas ideias e crenças pré-existentes, o que resulta em equilíbrio cognitivo. O equilíbrio cognitivo, que é definido como um estado de equilíbrio entre a representação mental de uma pessoa do mundo e seu ambiente, é crucial para entender a teoria da exposição seletiva. De acordo com Jean Piaget, quando ocorre uma incompatibilidade, as pessoas a consideram "intrinsecamente insatisfatória".

A exposição seletiva baseia-se no pressuposto de que a pessoa continuará a buscar informações sobre uma questão, mesmo depois que o indivíduo tiver tomado uma posição a respeito. A posição que uma pessoa assumiu será influenciada por vários fatores dessa questão que são reforçados durante o processo de tomada de decisão.


A exposição seletiva tem sido exibida em vários contextos, como situações de interesse próprio e situações em que as pessoas têm preconceitos em relação a grupos externos, opiniões particulares e questões pessoais e relacionadas a grupos. A utilidade percebida da informação, a norma percebida de justiça e a curiosidade de informações valiosas são três fatores que podem neutralizar a exposição seletiva.


Estereótipos


Na psicologia social, um estereótipo é uma crença generalizada sobre uma determinada categoria de pessoas. É uma expectativa que as pessoas podem ter sobre cada pessoa de um determinado grupo. O tipo de expectativa pode variar; pode ser, por exemplo, uma expectativa sobre a personalidade, preferências, aparência ou habilidade do grupo.

Embora tais generalizações sobre grupos de pessoas possam ser úteis na tomada de decisões rápidas, elas podem ser errôneas quando aplicadas a indivíduos específicos e estão entre as razões para atitudes preconceituosas.


Trolls


Os Trolls são os perfis MAVs (Milicianos Anônimos Virtuais) descartáveis, ou seja aqueles que podem correr os riscos de serem banidos pelas redes sociais, porém geralmente não tem uma segunda, terceira, quarta, quinta etc. contas guardadas e sendo inchadas de seguidores (SDV – Segue de Volta) para entrar em funcionamento com o mesmo nome e imagem indicando ser a nª (enésima) conta. Ao contrário dos outros MAV, os Sockpuppets, os Trolls podem correr riscos pois não dependem diretamente da quantidade de seguidores, pois são “levantados” pelos próprio Sockpuppets e Influencers Cavos Reais que normalmente espalham seus tweets além das automações (bots). Em algumas redes sociais, como o Twitter o Troll e Sockpuppet podem inclusive se confundir, dada a afinidade notória do Twitter com estes tipos de perfis gerando um menor risco de penalização e banimento.


Um Trol ou por vezes grafado como Troll (em inglês britânico: IPA: [tɹʷəʊɫ] ou IPA: [tɹʷɒɫ], "truâul" ou "truóal"; em inglês americano: IPA: [tɻʷoʊɫ], "tchroul", através do termo congénere nas línguas nórdicas com referência à criatura homónima do folclore escandinavo), na gíria da Internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão e a provocar e enfurecer as pessoas nela envolvidas. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers ("lançando a isca aos trouxas"), identificado e atribuído aos causadores das sistemáticas flamewars.

O comportamento do Troll pode ser encarado como alguém que busca constantemente atrapalhar o discurso racional. O melhor a fazer é ignorá-lo e geralmente ele desaparece.

Na mitologia nórdica quando o deus Odin se encontrou com o rei dos trolls (criaturas mitológicas) perguntou o que era necessário para que a ordem vencesse o caos. O rei dos trolls respondeu: "me dê um olho seu que eu lhe digo". Odin arrancou um olho e entregou ao rei dos trolls, ele então respondeu: "o segredo é manter os dois olhos bem abertos".


Há trolls de todo tipo, desde o mais ignorante e rude que ofende e provoca floods, até ao mais erudito que discursa com o objetivo de desestabilizar o interlocutor e levá-lo à fúria para depois desqualificá-lo, matando seu argumento e abalando a sua reputação num fórum. Para o troll, a reação a um comentário polêmico é considerada uma diversão, uma forma de extrair prazer na indignação das pessoas e observar seu desequilíbrio emocional e mental.


Há várias sistemáticas desenvolvidas por trolls para atuar num fórum de Internet, entre elas:


1. Jogar a isca e sair correndo: consiste em postar uma mensagem incendiária, bastante polêmica, já esperando uma grande reação em cadeia. Porém o troll não se envolve mais na discussão; ele some após a mensagem original e se diverte com a repercussão. Uma forma mais branda é postar notícias polêmicas só para observar a reação da comunidade.


2. Induzir a baixar o nível: alguns trolls testam a paciência dos interlocutores, induzem e persuadem a pessoa a perder o bom senso na discussão e apelar para baixaria e xingamentos. Com isso, o troll "queima o filme", consegue que a pessoa se auto difame na comunidade por ter descido a um nível tão baixo.


3. Repetição de falácias: outro método usado que induz à fadiga intelectual, em que o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor à exaustão, vencendo a discussão por abandono do oponente.


4. Desfile intelectual: um troll pode ter bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante dos outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes os expondo ao ridículo e questionando sua formação educacional.


5. Transpor autoria: é muito comum também um troll acusar sua vítima de ser um troll para tirar de si a identificação como tal, abrindo caminho para alternativas anteriores.

6. Ludibriar o leitor: é usado principalmente por postagens de blogs ou em comentários dos mesmos, onde normalmente o material enviado é de procedência duvidosa, ou falta com a verdade.


7. Migrar o tema: o troll levanta questões aparentemente pertinentes ao tema, inserindo aspetos onde esteja melhores preparados para se pronunciar mesmo que isso custe o desfoque do cerne da questão, objetivando um ponto onde possa desestabilizar o oponente do debate.


O que motiva um troll a agir geralmente são: autoafirmação, ideologia, fanatismo, ou simplesmente ociosidade. Em entrevistas na Usenet, trolls famosos confessaram que buscavam apenas um pouco de atenção e combater o tédio do cotidiano. A maioria deles também portava alguma característica mal resolvida de personalidade, como trauma, fracasso financeiro e amoroso e até diagnósticos psiquiátricos.


Alguns trolls simpatizantes por determinado assunto agem em grupo, muitas vezes numerosos. Dentro desse grupo alguns tem papel na argumentação, outros na ridicularização e outros apenas na concordância, intimidando o adversário emocionalmente e quase sempre o levando a abandonar a discussão. É muito difícil combater trolls em grupo.

Em certos grupos esses indivíduos podem ser forjados por uma única pessoa, respondendo por várias pessoas virtuais diferentes para embasar sua própria opinião. Esse recurso é conhecido como clone e sua eficácia depende da eficiência da rede social identificar clones por números IP, ou seja provavelmente não.

Há casos de uma rede social de favorecer a um grupo de trolls e atraírem vítimas a expor a sua opinião e discordância aos temas debatidos mas que logo em seguida são massacrados por todos. Isso gera o sentimento de satisfação a todos da comunidade.


A trollface é uma figura usada como um meme na Internet para representar um troll, sendo reiteradamente compartilhada e publicada em redes sociais quando se quer representar provocação a alguém ou a alguma pessoa. Esta imagem surgiu em 2008 no site DeviantArt, publicada pela primeira vez pelo usuário Whynne, que a descreveu como uma tentativa fracassada de desenhar um roedor. É considerado como o principal meme e mais conhecido da Internet e se tornou o herói de vários gamers MAVs.


O Fenômeno Troll já existia desde o começo da internet, mas sem o uso “miliciano” que a Democracia Ciborgue atribuiu a estes perfis. Infelizmente estes Trolls sempre geraram controvérsias e polêmicas que significa audiência lucrativa para as redes sociais e companhia.


Flaming


Flaming é uma interação hostil entre usuários da Internet, através de mensagens ofensivas. Tais mensagens são chamadas de flames (tradução literal para o português: chama, labareda) e, na maioria dos casos, são publicadas em respostas a mensagens de conteúdo considerado provocativo ou ofensivo para aquele que publicou o flame.

O flaming geralmente ocorre no contexto de um fórum na Internet, no Internet Relay Chat (IRC), Usenet, por e-mail, por servidores de jogos, como Xbox Live ou PlayStation Network ou em sites de compartilhamento de vídeos. Frequentemente resulta da discussão de questões candentes do mundo real, relacionadas com política, religião e filosofia, ou de questões que polarizam grupos, mas também pode ser provocado por divergências aparentemente triviais.


O flaming deliberado, ao contrário daquele que resulta de discussões emocionais, é realizado por indivíduos conhecidos como flamers, que são especialmente interessados em incitar o flaming, geralmente em uma conversa sobre questões controversas. Existem mesmo alguns sites dedicados aos flamers e trolls, oferecendo-lhes um ambiente livre, como o flame.warsforum.com


Assédio virtual


Assédio virtual (do inglês cyberbullying) é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar o outro. Tem se tornado cada vez mais comum na sociedade, especialmente entre os jovens. Atualmente, legislações e campanhas de sensibilização têm surgido para combatê-lo.


Factoides


Um factoide (nova grafia, pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa) é uma declaração (falsa, não verificada, ou fabricada) questionável ou espúria apresentada como fato, mas sem provas. O termo também pode ser utilizado para descrever um fato especialmente insignificante ou novo, na ausência de contexto muito relevante. O termo é definido pelo Compact Oxford English Dictionary como "um item de informação não confiável que é repetido tantas vezes que se torna aceito como fato".


Complexo do Pombo Enxadrista


O conceito psicológico do complexo do pombo enxadrista, síndrome do pombo enxadrista ou complexo do pombo xadrezista foi criado na Internet como uma ironia com uso expansível a determinada atitude tomada em qualquer debate. É usado para descrever o comportamento de um dos lados em uma discussão, onde um lado (invariavelmente o menos provido de referências e bases técnico-científicas, ou formalismo), sem mais contra-argumentos, age com infantilidade. É comparado ao comportamento de um troll.

Seu comportamento é descrito pela seguinte frase:


Discutir com Fulano é o mesmo que jogar xadrez com um pombo: ele defeca no tabuleiro, derruba as peças e sai voando cantando vitória.


Normalmente em discussões, um dos lados, o mais fraco, quando fica sem argumentos, cai em falácias e começa a agredir verbalmente o interlocutor (propriamente a clássica falácia argumentum ad hominem), para, em seguida, sair "cantando vitória", (falácia da falsa proclamação de vitória). Trata-se de uma técnica inferior de erística.


O termo chess pigeon (pombo enxadrista) surgiu de um comentário feito em 2005 na Amazon por Scott D. Weitzenhoffer em sua avaliação do livro "Evolutionism Vs Creationism: An Introduction" de Eugenie Scott: "Debater com criacionistas sobre o tópico evolução é comparado a tentar jogar xadrez com um pombo – ele derruba as peças, defeca no tabuleiro e volta voando pro seu bando para cantar vitória".


Lei de Poe


A lei de Poe é uma observação sobre comportamento em debates na internet que estabelece que, na ausência de algo que indique a real intenção do autor, torna-se difícil ou mesmo impossível de saber se o que o autor diz é um extremismo genuíno ou uma simples paródia de extremismo. Tem origem na frase a seguir:


“Sem um emoticon representando uma piscadela ou outra óbvia manifestação de humor, é completamente impossível parodiar um criacionista de maneira que ninguém vá confundir com uma afirmação genuína.” — Texto original em inglês: "Without a winking smiley or other blatant display of humor, it is uttrerly impossible to parody a Creationist in such a way that someone won't mistake for the genuine article.".


A lei recebeu o nome de Nathan Poe, que a formulou no fórum de debate na internet em christianforums.com em 2005.


Embora originalmente se referisse ao criacionismo biblicista, a definição posteriormente foi estendida a qualquer tipo de fundamentalismo ou extremismo ideológicos.


É frequentemente citada em debates sobre tais temas, tanto em fóruns de discussão quanto em redes sociais.


Non Sequitur


Non sequitur é uma expressão em língua latina (traduzida para português como "não se segue") que designa a falácia lógica na qual a conclusão não decorre das premissas. Em um non sequitur, a conclusão pode ser verdadeira ou falsa, mas o argumento é falacioso porque há falta de conexão entre a premissa inicial e a conclusão. Existem diversas variações de non sequitur, e outras falácias lógicas se originam dele, tais como a afirmação do consequente e a negação do antecedente.


Efeito Dunning–Kruger (Sabichão Virtual)


O efeito Dunning-Kruger é um fenômeno que leva indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto a acreditarem saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos; é a sua incompetência que restringe sua capacidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.


Em contrapartida, a competência real pode enfraquecer a autoconfiança e algumas pessoas muito capacitadas podem sofrer de inferioridade ilusória. Esses indivíduos podem pensar que não são muito capacitados e subestimar as próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes também são tão ou mais capazes do que eles. A esse outro fenômeno dá-se o nome de síndrome do impostor.


Desonestidade Intelectual (Método dos Influencers da Democracia Ciborgue)


Desonestidade intelectual é desonestidade na realização de atividades intelectuais, como pensamento ou comunicação. Exemplos são:


1. a defesa de uma posição que o advogado sabe ou acredita ser falsa ou enganosa;


2. a omissão consciente dos aspectos da verdade conhecida ou acredita como sendo relevante num contexto particular;


3. Retórica pode ser usada para promover uma agenda ou reforçar algo que é profundamente arraigado em crenças em face de esmagadoras provas contrárias. Se uma pessoa está consciente da prova, e concorda com a conclusão a que prenuncia, e no entanto, defende uma visão contraditória, ela comete uma desonestidade intelectual. Se a pessoa não tem conhecimento das provas, sua posição é a ignorância, mesmo se de acordo com uma conclusão científica. Se a pessoa estiver conscientemente ciente de que pode haver uma evidência adicional, mas propositalmente não verifica, e depois age como se a posição fosse confirmada, esta é também uma desonestidade intelectual.


Os termos intelectualmente desonesto e desonestidade intelectual são muitas vezes utilizados como dispositivos retóricos em um debate; o rótulo, invariavelmente, enquadra um oponente sob uma imagem negativa.


A frase é também frequentemente usada por oradores quando um inimigo ou debate público chega a uma conclusão variando do orador sobre um determinado assunto. Isso aparece principalmente em debates ou discussões de temas especulativos, em questões não-científicas, como moralidade ou política.


Argumentum Ad Hominem


Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.


A falácia ocorre porque conclui sobre o valor da proposição sem examinar seu conteúdo. De acordo com Stephen Downes:


"Ataca-se pessoa que apresentou um argumento e não o argumento que apresentou. A falácia ad hominem assume muitas formas. Ataca, por exemplo, o carácter, a nacionalidade, a raça ou a religião da pessoa. Em outros casos, a falácia sugere que a pessoa, por ter algo a ganhar com o argumento, é movida pelo interesse. A pessoa pode ainda ser atacada por associação ou pelas suas companhias. [Todavia] o carácter ou as circunstâncias da pessoa nada tem a ver com a verdade ou falsidade da proposição defendida."


O argumento contra a pessoa é uma das falácias caracterizadas pelo elemento da irrelevância, por concluir sobre o valor de uma proposição através da introdução, dentro do contexto da discussão, de um elemento que não tem relevância para isso, que neste caso é um juízo sobre o autor da proposição.


Pode ser agrupado também entre as falácias que usam o estratagema do desvio de atenção, ao levar o foco da discussão para um elemento externo a ela, que são as considerações pessoais sobre o autor da proposição.


Etc. (Et Cetera)


Não há um recurso chamado Et Cetera (que eu saiba) ainda na Democracia Ciborgue, o título é Fake News...


Usei este título basicamente para deixar claro que existem ainda centenas (talvez milhares) de recursos científicos que são utilizados e criados a cada dia, pois as redes sociais, buscadores e sistemas operacionais de dispositivos móveis têm oceanos de dinheiro e os melhores (e piores eticamente) profissionais do mundo em seus quadros variadíssimo de especialistas. A profundidade e velocidade de tudo que se cria e se faz no mundo digital está muito acima da compreensão individual de qualquer ser humano, o que apontei até aqui é uma gota no oceano. Tudo é cientificamente e profissionalmente divido e conduzido dentro das redes sociais pois poder econômico com eles e utilizando eles é o maior que o capitalismo já produziu.


Antes do meu encerramento quero fazer uma analogia de como são a maioria das pessoas dentro das redes sociais etc. e comandadas pela Democracia Ciborgue.


Caverna de Platão


A alegoria da caverna, ou Caverna de Platão , é uma alegoria apresentada pelo filósofo grego Platão em sua obra República (514a-520a) para comparar "o efeito da educação (παιδεία) e a falta dela em nossa natureza". É escrito como um diálogo entre o irmão de Platão, Glauco e seu mentor Sócrates, narrado por este último. A alegoria é apresentada após a analogia do sol (508b-509c) e a analogia da linha dividida (509d-511e).


Na alegoria, Sócrates descreve um grupo de pessoas que viveram acorrentadas à parede de uma caverna durante toda a vida, de frente para uma parede em branco. As pessoas observam sombras projetadas na parede de objetos que passam em frente a uma fogueira atrás delas e dão nomes a essas sombras. As sombras são a realidade dos prisioneiros, mas não são representações precisas do mundo real


Sócrates explica como o filósofo é como um prisioneiro que é libertado da caverna e passa a entender que as sombras na parede não são realidade. Um filósofo visa compreender e perceber os níveis superiores da realidade. No entanto, os outros internos da caverna nem mesmo desejam sair da prisão, pois não conhecem uma vida melhor.


Sócrates observa que esta alegoria pode ser emparelhada com escritos anteriores, nomeadamente a analogia do sol e a analogia da linha dividida .


Encerramento


No momento, salvo alguma catástrofe natural de ordem global ou alguma revolução sócio econômica radical ainda oculta, não temos a menor chance contra as redes sociais, mecanismos de busca, sistemas operacionais de dispositivos móveis, aplicativos etc.


Como a Democracia Ciborgue se confunde com as Big Techs, já que os investidores institucionais de ambas também se confundem, o máximo que podemos é ser “usados” e “ludibriados” com alguma consciência disto.


Além de todas minhas experiências e qualificações pessoais, eu tive “quase que me aposentar dos negócios” e pesquisar muito para começar a entender este mecanismo que está por trás deste novo passo tecnológico da humanidade. E ressaltando que praticamente me afastei das redes sociais e companhia para esta abstração.


O fato é que tudo que vemos apenas está aprofundando mais a ignorância das pessoas, desigualdades sócio – econômicas, predação do meio ambiente e deixando ainda mais grossas as correntes que aprisionam as pessoas que não podem em prol das que podem.


Nas redes sociais e companhia somos apenas um peão do tabuleiro, entre todos outros peões, nos quais as peças nobres das duas cores e o tabuleiro pertencem a eles e seus “patrocinadores”.


Estamos apenas vendo o pior da natureza humana digitalizado e virtualizado, nada além disso, em troca de novas comodidades pelas quais estamos pagando e vamos continuar pagando muito caro.


Por fim vou definir a trilha sonora deste texto:

https://www.vagalume.com.br/kansas/dust-in-the-wind-traducao.html


-x-


Fontes: Tudo escrito em Itálico vem da Wikipédia (algumas vezes traduzido e / ou com pequenas correções), o restante é meu.


Alguns Links Relevantes:


https://en.wikipedia.org/wiki/Filter_bubble


https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mara_de_eco


http://comprop.oii.ox.ac.uk/research/cybertroops2018/


https://en.wikipedia.org/wiki/Internet_manipulation


https://en.wikipedia.org/wiki/Mass_surveillance


https://en.wikipedia.org/wiki/Geospatial_intelligence


https://en.wikipedia.org/wiki/Fake_news


https://en.wikipedia.org/wiki/Information_warfare


https://en.wikipedia.org/wiki/Media_manipulation


https://en.wikipedia.org/wiki/Post-truth


https://en.wikipedia.org/wiki/Sock_puppet_account


https://en.wikipedia.org/wiki/Spin_(propaganda)


https://en.wikipedia.org/wiki/Memetic_warfare#United_States_presidential_election,_2016


https://en.wikipedia.org/wiki/Trend_analysis


https://en.wikipedia.org/wiki/Website_monitoring


https://en.wikipedia.org/wiki/Bandwagon_effect


https://en.wikipedia.org/wiki/Social_constructionism


https://en.wikipedia.org/wiki/False_consensus_effect


https://en.wikipedia.org/wiki/Group_polarization


https://en.wikipedia.org/wiki/Selective_exposure_theory


https://en.wikipedia.org/wiki/Stereotype


https://pt.wikipedia.org/wiki/Trol_(internet)


https://pt.wikipedia.org/wiki/Flaming


https://pt.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_virtual


https://pt.wikipedia.org/wiki/Factoide


https://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_do_pombo_enxadrista


https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Poe


https://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_Dunning%E2%80%93Kruger


https://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem


https://en.wikipedia.org/wiki/Allegory_of_the_cave


https://hubify.com.br/blog/marketing-digital/marketing-de-conteudo-2


https://inteligencia.rockcontent.com/content-trends-2019/


https://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_de_conte%C3%BAdo


https://pt.wikipedia.org/wiki/Inbound_marketing

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