A LIGA DA INJUSTIÇA DO TWITTER!


Estamos presenciando momento de graves injustiças, cometidas pela Justiça "a mando" de Meliantes Virtuais Anônimos (MAV) e Terroristas Virtuais Anônimos (TAV).


Já é evidente e pública a correlação do Twitter com os perfis MAV e TAV da Democracia Ciborgue que operam há mais de dez anos impunes na rede bestial criando e ressonando Pós-Verdades e Fake News.


Mesmo que você denuncie um tweet de um MAV / TAV, colocando como argumento, a violação das "políticas e regras" oficiais do Twitter por repetidas vezes e por diversos perfis diferentes, se for um perfil "moderador" miliciano, dificilmente ele será penalizado e menos ainda banido. O cyber terrorismo corre livre no Twitter sobre o pretexto "liberdade de expressão" enquanto os acionistas enchem seus bolsos e empresas "sem ética" se promovem com estas "miliciais virtuais".

Chegamos ao um ponto no qual a justiça chega a utilizar ilações de perfis TAV, sejam eles "chef" ou "mecânico" brasileiro-australiano, amigo íntimo do filho de alguém famoso no momento, como provas em ações legais.


Experimente você, que foi vítima de crimes virtuais destes mesmos TAV, radicados fora do Brasil, denunciar os mesmos a Justiça, com provas, para ver a completa falta de ação desta em relação aos mesmos. Nem ao menos pede identificação e perícia ao Twitter dos mesmos e não lhe dão nenhuma resposta.


Já há casos públicos na imprensa séria, no qual "assessores de gabinetes" de políticos protofascistas foram identificados em atividades virtuais ilícitas dentro dos próprios gabinetes em horário de trabalho. Assessores de gabinete estes, com ligações claras, no próprio Twitter, com os TAV auto exilados do Brasil. Mas não se sabe de nenhuma ação aparente da Justiça a respeito disso.


Também a Justiça, não apura os constantes vazamentos de documentos oficiais, por parte dos TAV, no Twitter, muitas vezes em sigilo de justiça. Não se apura que membro da justiça vazou os documentos para quais TAV. Não se apura inclusive a curva de Pareto de quais membros do judiciário tem mais processos "vazados" pelos TAV nas redes sociais. Porque não?


Não se lê nenhuma ação na mídia séria, por parte do poder judiciário, para investigar e punir seus membros relacionados a estes atos. Quando muito, algum desembargador, Juiz ou Promotor que "sai na Rede Globo", acaba "aposentado" compulsória e previamente com seus vencimentos integrais.


Há casos famosos nesta linha: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/05/morre-em-sao-paulo-proprietario-da-escola-base.html.


Inclusive há até séries documentais com casos assim no Netflix: https://www.netflix.com/br/title/80198329.

Imaginem então, se com a mídia séria cobrindo, já houve tanta injustiça, como será então com a "cobertura" das mídias MAV, TAV e mídias "próprias" da Democracia Ciborgue que trabalham com a Pós-Verdade?


Agora uma camorra anônima de personagens virtuais com imagens "gamers", evidentemente protegidos em seu campo de batalha, o Twitter, viraram fontes e canais da justiça, para processos que correm em sigilo de justiça.


Pergunto será que existem alguns destes "personagens" dentro do poder judiciário?


O poder judiciário e a mídia séria não estão levando a sério esta ameaça. A Justiça pode estar sendo usada "seletivamente" pela a Democracia Ciborgue, violando sigilos legais e usando "provas" de cyber criminosos anônimos como propaganda política no Twitter.


Sou totalmente a favor de que todos os "possíveis" criminosos sejam investigados, julgados e penalizados pela justiça, mas sou completamente contra a mesma não respeitar o sigilo e "vazar" documentos usados claramente para guerra e propaganda política de meliantes virtuais anônimos na rede bestial Twitter antes do julgamento.


Temos uma justiça paralela virtual onde os perfis anônimos do Twitter são acusadores, juízes e jurados?


Isso precisa ser investigado e esclarecido urgentemente!


Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

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