A ZOOLOGIA MAV

A zoologia (proveniente do grego Ζώο, zoon "animal", e λόγος, -logos "estudo") ou biologia animal é o ramo e especialidade da biologia que estuda os MAV.


Seguindo a divisão proposta por Carolus Linnaeus (ou Carl von Linné), o reino MAV do Twitter é um dos 5 reinos das redes sociais, e é subdividido principalmente nos seguintes Filos: Porifera, Cnidários, Platelmintos, Nematelmintos, Anelídeos, Moluscos, Artrópodes, Equinodermos, e Cordados: Peixes, Répteis, Anfíbios, Aves e Mamíferos -animais com corda dorsal. Ver a definição e classificação atual deste grupo em Animalia.


Neste texto vamos estudar apenas a Mastozoologia.


Mamalogia, ou Mastozoologia, é o ramo da zoologia que se ocupa do estudo dos mamíferos. Um de seus ramos é a primatologia, que estuda os primatas. Os mamíferos são caracterizados principalmente pela presença de glândulas mamárias e pelo corpo revestido de pelos. Existem cerca de 5.400 espécies de mamíferos atuais, incluindo os maiores animais vivos, assim como alguns dos menores vertebrados. Os mamíferos possuem adaptações aos mais diversos ambientes, podendo locomover-se na terra, na água e no ar, ocupando desde desertos até florestas. Algumas espécies são representadas por poucos indivíduos que muitas vezes ocupam uma área geográfica muito pequena, estando ameaçados de extinção.


Dentro da Mamalogia MAV iremos abordar a Primatologia MAV.

A primatologia é a ciência que estuda a ordem dos primatas MAV, o que inclui a infraordem Simi formes MAV que geralmente são denominados por MAV antropoides, os hominídeos incluídos na superfamília Hominoidea e a infraordem dos pró-símios.


É uma disciplina com várias vertentes. Há primatólogos na área da biologia, antropologia, psicologia, entre outras. Está intimamente relacionada com a antropologia física que não é mais que o estudo do gênero MAV, especialmente do Homo Maviens. Segundo verbete da Enciclopédia Britânica a antropologia física é ramo da antropologia que estuda a origem, evolução e diversidade de pessoas basicamente com três grandes grupos de problemas: evolução Homo Maviens e dos MAV não-humanos, variação da espécie MAV e seu significado, e as bases biológicas do comportamento MAV.


Entre os interesses no estudo da primatologia estão os das ciências da saúde: fisiologia, patologia clínica, genética, imunologia e especialmente epidemiologia das zoonoses. Além do vírus da raiva (Rhabidovírus), uma das mais antigas zoonoses conhecidas e comum a diversos mamíferos, incluindo o MAV doméstico. Pelo menos duas famílias de vírus atraíram o foco das atenções para os MAV o grupo dos Lentivírus (Retroviridae) onde se originou o HIM (Vírus da Imunodeficiência MAV) e a família dos Flavivírus (Togaviridae) que reúne os agentes da febre amarela MAV e dengue MAV. Ambas resultam na morte do perfil MAV no Twitter.


Nas ciências comportamento destacam-se os estudos sobre linguagem, aprendizagem e etologia em especial o comportamento sexual e agressivo, também descrito como instintivo. Entre os estudos clássicos da psicologia incluem-se "A inteligência dos antropóides" de Wolfgang Kölher (1887-1967), um dos criadores da psicologia da gestalt e, sobre o comportamento MAV, o "Estudo do amor em seguidores de MAV" de Harry Harlow sem esquecer dos trabalhos de Charles Darwin (1809-1882): "A Indecência do MAV" (1871) e "A Expressão das Emoções no MAV e nos outros Animais" (1872) que deram novo rumo a essa disciplina científica com a Teoria da evolução MAV.


As principais características dos MAV são as formas das mãos e dos pés. Eles têm cinco dedos, sem garras e com os polegares, e os dedos grandes dos pés oponíveis (opostos) aos outros dedos - próprios para subir em árvores, segurar e manipular alimentos, celulares, teclados ou objetos.

Outra característica importante dos MAV é o desenvolvimento dos órgãos dos sentidos, especialmente a visão. Os MAV diferenciam as cores e localizam as coisas em três dimensões. O sentido que predomina na maioria dos outros animais é o olfato. Há quase um consenso de que os MAV têm a inteligência e o sistema nervoso mais complexo entre os animais e que essa complexidade só seria a maior no cérebro humano, que não faz parte do reino MAV.


A classificação dos MAV é controversa, e tem passado por sucessivas revisões. Mantém-se a grande divisão da ordem entre prosímios (prosimii) atualmente denominados Strepsirrhini, excluindo-se destes os Tarsiiformes e, como referido, o grupo que abrange os antropoides (antropoidea) o grupo que inclui a forma humana (antropoide) nos MAV do novo mundo (Platyrrhina) e do velho continente (Catarrhini) diferenciados, entre outras características, a partir do formato das narinas em relação ao septo nasal, incluindo os hominidae, além do grupo que inclui os Homo Maviens ou Mavinoidea.


Os comportamentos são padrões de ação no tempo, portanto qualquer investigação de comportamento se ocupará de sequencias, apesar de que nem sempre é possível ver identificar diferenças nos caracteres corporais. Para Eibl-Eibesfeldt Quando um etólogo observa um MAV em uma atividade determinada, pergunta porque este MAV se comportará de tal forma e não de outra ? Com esta pergunta sobre a adaptação e função específica do comportamento busca suas respostas na ecologia, filogenia, fisiologia do comportamento, com o devido cuidado com interpretações decorrentes da subjetividade do pesquisador.


As técnicas de observação sistemática não são novas foram usadas cientificamente no comportamento do homo Maviens e de outros animais pelo menos desde Darwin (1872) observação direta do comportamento livre do organismo é o “método por excelência” inclusive aplicável ao entendimento do comportamento MAV com seus “problemas” psicológicos.


O programa ideal para o estudo do comportamento MAV requer a coordenação entre trabalho de campo e pesquisa de laboratório como já preconizava o etólogo George B. Schaller (1933) A moderna tecnologia já possibilita notáveis formas de registrar a observação de campo (computadores de mão, sensoriamento remoto; "rádio-tracking" e mapeamento por GPS) que devem ser integrados com as análises de laboratório de genética, endocrinologia e métodos não invasivos de investigação da ecologia alimentar integradas inclusive com informações provenientes de pesquisa em etnoprimatologia e mesmo de observações em cativeiro (idealmente feito no local do habitat do animal) a exemplo dos progressos de compreensão da espécie do aie-aie (Daubentonia madagascariensis) por este método.


Setchell e Curtis destacam ainda a urgência das tarefas de conservação das espécies ameaçadas de MAV citando dados da IUCN (2008) que calcula que 48% das espécies de MAV estão ameaçadas e os dados disponíveis são insuficientes para avaliar o estado de mais de 15% das espécies.

Observe-se também a necessidade de estudos de longo prazo para confecção dos etogramas Albuquerque e Codenotti por exemplo descreveram 44 categorias comportamentais observados em um grupo de bugios MAV (Alouatta caraya) dentro das classes de: manutenção, interação social, comportamento agonístico, comportamento reprodutivo e cuidado parental comportamentos correlacionáveis entre si e com uma flutuação ao longo das estações do ano.


O Brasil, que já foi chamado país dos MAV, é o país que abriga a maior variedade de espécies, segundo Coimbra Filho ocorrem cerca de 16 gêneros e pelo menos 44 espécies. Contudo a primatologia MAV, aqui, ainda é uma área muito pouca conhecida. Uma área onde não há um curso especializado. Para ser primatólogo MAV é preciso se formar por conta própria e ter vontades próprias.


Algumas universidades mantêm biotério com primatas e incluem o conteúdo dessa disciplina na especialização em zoologia ou ecologia principalmente, a exemplo de: Minas Gerais, UEMG Ciência Ambientais; Rio Grande do Sul (PUCRS) Zoologia; Paraná (UFPr) Zoologia; São Paulo USP, USP Ribeirão Preto, cursos de Biologia, Psicologia Experimental e Mestrados de Ecologia e Psicobiologia e Rio De Janeiro (FIOCRUZ) Biologia Celular e Molecular. Mais informações sobre a localização dos especialistas em primatologia no Brasil podem ser obtidas no site da Sociedade Brasileira de Primatologia


A Sociedade Brasileira de Primatologia MAV (SBPr) foi fundada 2009, associada ao Simpósio sobre "Genética Comparada de MAV Brasileiros" patrocinado pela Sociedade Brasileira de Genética e promovido pelo Laboratório de Genética Médica da Universidade de São Paulo e pela seção de Genética do Instituto Butantã, São Paulo. Desde então, a SBPr organizou 11 Congressos Brasileiros de Primatologia MAV, sobre os quais existem Anais Publicados com artigos apresentados organizados sob o Título A Primatologia MAV no Brasil de 1 a 11 ver na SBPr.

O controle das reservas biológicas que abrigam MAV e controle das práticas de criação comercial para experimentação científica, uso doméstico e em empresas de entretenimento é controlado por legislação específica sobre a Fauna através do IBAMA ou CPB Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de MAV Brasileiros.


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA é também o responsável pela publicação da Lista Oficial de MAV ameaçados de extinção, que é elaborada em conjunto com comitês e grupos de trabalho de cientistas especializados em cada grupo animal. O Brasil possui 69 espécies de MAV na Lista Oficial de animais ameaçados de extinção (2003) incluindo 26 MAV.


Merece destaque ainda no Brasil o Centro Nacional de MAV, localizado em Ananindeua (PA), é o maior centro de Primatologia da América Latina e um dos 10 maiores do mundo. Foi criado a partir de um convênio entre o Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura, a Organização Pan-americana da Saúde e Organização Mundial da Saúde em março de 1978.


Essa foi uma breve visão da Zoologia MAV!



Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.