ALGORITMO DO JUÍZO FINAL!

Atualizado: 27 de Nov de 2020

Estamos apenas no início do uso da inteligência artificial socialmente e os estragos ecológicos, políticos, culturais, econômicos e na saúde já são terrivelmente visíveis em todo o mundo.


Os chineses já superaram os norte-americanos industrialmente e também devem superar tecnologicamente, pois com seu regime misto de economia planificada no campo político e capitalismo selvagem no campo econômico, conseguiram um rendimento superior em eficiência e também eficácia. Além disso, o mercado consumidor chinês potencialmente e já cineticamente caminha para superar o norte americano.


A União europeia não vingou e é refém de muitos dilemas internos com disputas internas e imigrações que ameaçam os empregos e qualidade de vida dos cidadãos europeus. Isso sem falar na tragédia planejada pela Democracia Ciborgue com o Brexit.

A Rússia continua sendo a Rússia, com as oligarquias e máfias que enriqueceram com o final da URSS, manipulando digitalmente mercados de capitais e democracias mundo afora preocupados em serem cidadãos do mundo, viver bem e ganhar muito dinheiro.

A Índia quer se tornar uma China e conta com o apoio norte-americano para atingir esta meta.


Outros players que já fizeram alguns voos de galinha como Brasil, Argentina, México, África do Sul, Turquia etc. foram reféns de oligarquias econômicas nacionais corrompidas, que trabalharam com sucesso para tornar estes países novamente colônias exportadoras de commodities e desindustrializar o que havia. Estes países compram manufaturados e tecnologia não possuindo nenhuma relevância na ciência aplicada aos negócios.


Os demais tigres asiáticos, ressaltando Japão e Coréia do sul, vivem basicamente de uma industrialização bem administrada desde os anos sessenta e são exportadores de bens de consumo semi-duráveis tecnológicos, mas já apresentam dependência da tecnologia e produção chinesa dentro das cadeias produtivas.


Basicamente o mundo hoje vive de uma guerra pela supremacia tecnológica entre EUA e China, ambos disputando o domínio sobre a melhor inteligência artificial e seus pré-requisitos.


Os prognósticos para os próximos quinquênios são sombrios. As inteligências artificiais e as robotizações vão extinguir nos próximos dez anos entre 40% e 60% dos empregos, isto falando tanto de empregos de baixa, média e alta especialização.


O crescimento populacional global não é planificado, de modo que cada vez teremos mais pessoas para menos empregos, resultando evidentemente em menores rendimentos salariais pela lei de oferta e procura. De outro lado os players econômicos globais, como já vêm ocorrendo desde a segunda década deste século, vão acumular mais lucros e riquezas. Aumentando ainda mais a desigualdade econômica global.

Enquanto as empresas, cada vez mais tecnológicas vão produzir mais e melhor, com menos mão de obra humana e mais robôs e IA, os seus proprietários institucionais anônimos vão continuar lucrando cada vez mais no mercado de capitais global, também modulado, manipulado e antecipando por IA, fazer dinheiro gerar dinheiro.


Não será mais necessário ter filiais de indústrias em países com mão de obra mais barata, pois os robôs poderão produzir em qualquer lugar ao mesmo custo, apenas considerando a questão logística entre insumos e consumidores, isso até inventarem o tele transporte da série Star Trek (felizmente ainda só ficção científica até o momento).

Diversas profissões, até pouco tempo inimagináveis sem seres humanos, deverão desaparecer, como contadores, motoristas, bancários, tradutores, atendentes de telemarketing, entregadores, fiscais, auditores, repositores etc. devem desaparecer em médios e longos prazos empresariais. Outras profissões como recepcionistas, advogados, jornalistas, programadores, vendedores, pedreiros, arquitetos etc. serão gradativamente extintas substituídas por IA em aproximadamente uma década.


Todos terão os mesmos destinos que: ferreiros, cocheiros, maquinistas e condutores de carroças tiveram com o surgimento dos automóveis. As “tias” do cafezinho já desapareceram praticamente em quase todas as empresas, assim como os “office boys”.

Já estamos vislumbrando a ponta deste iceberg nas redes sociais com legiões de “gênios” anônimos, sem “muita” ocupação, cuidando das vidas de todos e de todas as questões da humanidade no mundo virtual fictício. Isso só falando dos grupos que fazem “terapia ocupacional” nas redes sociais.


As redes sociais são empresas, sem pátria e sem nação, querem usuários (um misto de funcionário, cliente e produto) passando o maior tempo possível engajados nas suas redes, produzindo conteúdo chulo, polêmicas, teorias conspiratórias, atraindo e reunindo suas tribos para as guerras nos coliseus das TL etc. e é claro, sendo direcionadas para consumir os produtos e serviços que as empresas que contratam as redes sociais querem vender.


Enquanto isso os acionistas institucionais querem as redes sociais como ferramenta da Democracia Ciborgue, modulando e ressonando pós-verdades para um público massivo, ocioso, resignado, recalcado, invejoso e com muito ódio a respeito das terríveis realidades sócio econômicas das suas vidas, que são de fato causadas pelos mesmos players econômicos globais que os manipulam, pelas redes sociais, para votar em direita, centro e esquerda conforme seus interesses econômicos. É algo parecido com a Síndrome de Estocolmo.


Enquanto estas legiões de pessoas ociosas, agrupadas, moduladas e manipuladas pela IA trabalham para a Pós-Verdade, na forma de teorias conspiratórias, fraudes, desinformação, negacionismo, pseudociência, negacionismo, fake news, falácias, silogismos, paralogismos e todas as formas virtuais possíveis de submissão, as empresa de mídia séria, jornalísticas profissionais, são atacadas pelos agentes políticos, pseudomídias de aluguel, trolls, anônimos, jornalistas decadentes e influenciadores sem currículo com qualificações de bares de esquina e cabelereiras de bairro, mostrando a realidade do efeito borboleta.


Basicamente isto é feito para manter as pessoas anuviadas e alienadas dos reais problemas políticos, sociais e econômicos, ao mesmo tempo em que acabam elegendo os políticos que as IA alugadas os modulam para votar. A grande questão é que quem paga pelas IA é quem tem os recursos financeiros e não está interessado de nenhuma mudança de fato, seja o final da corrupção e redução da desigualdade econômica, pois eles estão no topo da pirâmide.


As redes sociais além do óbvio interesse econômico, assim como tentáculos dos “polvos” Google e Apple, também estão aliadas a esta elite econômica que domina o mercado de capitais global por conta as eminentes convulsões sociais e econômicas que a IA e robotizações causarão nos próximos anos. Tem gente demais para empregos de menos, por salários ainda menores e esta gente não está nem um pouco interessada em redução da desigualdade econômica global, já que sairia do bolso deles.


Então a solução encontrada foi à democracia ciborgue para manter as pessoas com as mentes ocupadas, com pós-verdades, com muita fé e sendo torcida organizada de utopias e distopias sociais. A verdade não interessa nem um pouco para quem comanda e para quem é comandado por essa tríade tecnologia-política-economia. Vamos a um choque de realidade: quantos dos “corruptos” do lulopetismo, bolsonarismo e de todos os escândalos de corrupção que presenciamos desde o final da “ditadura a brasileira”, dos nossos desqualificados e gananciosos militares, foram ou estão presos? Não há justiça, somente leis e um judiciário que só prende ladrões de galinhas inofensivos para o mesmo.


Estamos basicamente sendo comandados por uma ditadura digital que tem por trás empresários, acionistas institucionais, patrocinadores e C Levels nada preocupados com democracia, meio ambiente, sociedade, saúde, redução das desigualdades sociais – econômica etc. Eles apenas estão embrenhados em eleger políticos atores, que mantenham os expectadores entretidos com suas novelas virtuais enquanto faturam cada vez mais e concentram mais rendas. São a democracia e a pós-verdade moduladas e manipuladas através das redes sociais e dos “polvos” tecnológicos.


As ladainhas socialistas e liberais vendidas pela democracia ciborgue nas redes sociais, não passam de contos de fadas, com vilões e mocinhos relativos ao lado da torcida que as pessoas são moduladas para ressonar. Não dá para todo mundo ser empreendedor, assim como não dá para todo mundo viver do estado. A prova disso é que os sistemas teóricos do liberalismo e do socialismo clássicos e até os “neos” não existem nem são viáveis no mundo real. Sistemas que ainda são causas, como o liberalismo verde e o socialismo verde, aplicados em conjunto dentro do jogo do equilíbrio democrático, são muito mais realísticos e pragmáticos que o ufanismo ideológico defendido nas redes sociais. O nível relevância real para a humanidade em termos sociais, políticos e econômicos é esta:

E lembrando que enquanto os EUA agonizam politicamente reféns de democracia ciborgue e da pós-verdade, quem está à frente dos investimentos e desenvolvimento em IA é exatamente a China, com seu modelo econômico misto: planificado – capitalista selvagem, comandando por castas e oligarquias. Temos os membros do partido “comunista” chinês no comando da “ditadura”, apoiados pelas castas militares, todos bem sucedidos capitalistas de estado. E oligarquias empresariais de capitalistas de compadrio, em relação ao estado chinês, mas capitalistas selvagens em relação ao mercado privado nacional e internacional. Estes comandam o “império chinês”. As dez principais bolsas de valores globais são moduladas e manipuladas por investidores anônimos dos quatro cantos do mundo, todos preocupados em maximizar seus investimentos som segurança e muito bem informados sobre a realidade econômica global e para o caos sócio – econômico - ambiental para o qual caminhamos. Deste modo a preocupação destes, além de poucas iniciativas positivas como a agenda ESG, é propiciar entretenimento para os plebeus nos coliseus virtuais para que os mesmos permaneçam conformados com suas situações de profunda desigualdade econômica, lutando apenas para sobreviverem da melhor maneira possível. Hoje temos uma economia global modulada unicamente por investidores e acionistas institucionais, a maioria especulando, mas alguns resguardando para que as IA façam seu trabalho para a democracia ciborgue e pós-verdade apaziguando os ânimos das massas. Todos os países sejam socialista, capitalista, liberal, social democrata, democracia, ditadura, monarquia, presidencialismo, parlamentarismo ou democracia direta funciona exatamente assim:

Uma pesquisa nas 10 principais bolsas de valores globais vão revelar as empresas, investidores e os montantes investidos no mercado de capitais, que são responsáveis pelo continuo aumento da desigualdade social e econômica globais:


1. A Bolsa de Valores de New York, também conhecida como NYSE, é de longe, a maior bolsa de valores do mundo. A sua capitalização de mercado (somatório do valor de todas as empresas que nela são negociadas) superam os 19 trilhões de dólares.


2. A NASDAQ é a segunda maior bolsa de valores do mundo e também tem sede em New York, na Broadway. Ela tem 13,8 trilhões de dólares de capitalização de mercado. É aqui que estão concentradas as BIG TECHS da Democracia Ciborgue e da Pós-Verdade que estão trabalhando para a elite econômica global. Apesar das empresas Big Tech também estarem na Bolsa de NY, é por aqui que ocorrem os IPO e Fundos para Startups. A Tendência é NASDAQ superar NY nos próximos cinco anos.


3. A Bolsa de Tokyo é a maior bolsa de valores fora dos Estados Unidos, com uma capitalização de mercado de 5,7 trilhões de dólares. Ela foi fundada em junho de 1878 pelo então ministro das finanças, Okuma Shigenobu e pelo advogado capitalista Shibusawa Eiichi, que investiram em diversas empresas japonesas existentes até hoje.


4. A Bolsa de Shanghai é a maior bolsa da China em capitalização de mercado, com aproximadamente 4,9 trilhões de dólares. A maioria das bolsas do mundo são instituições privadas, no entanto a Bolsa de Shanghai é controlada pelo equivalente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na China. A Bolsa de Shanghai não é completamente aberta aos investidores estrangeiros devido ao restrito controle de capitais realizado pelo governo chinês. É aqui onde o governo chinês planifica sua economia local.


5. A Bolsa de Hong Kong é a terceira maior bolsa da Ásia, com 4,4 trilhões de dólares de capitalização de mercado. A negociação de valores mobiliários em Hong Kong data de 1866, mas a sua bolsa só foi estabelecida em 1891.


6. A Euronext é a maior bolsa de valores da Europa, tendo uma capitalização de mercado de 3,9 trilhões de dólares. Diferentemente de todas as bolsas anteriores, essa é uma bolsa de múltiplos países, tendo sede em Amsterdam, porém com negociação de ações também em Bruxelas, Paris, Lisboa e Dublin e futuros em Londres.


7. A segunda maior bolsa europeia é a de Londres, com capitalização de mercado de 3,2 trilhões. Ela é uma das bolsas mais antigas do mundo, iniciando lá em 1571, sendo fundada por Thomas Gresham e aberta pela rainha Elizabeth I. Curiosamente, apenas a aristocracia podia frequentar a Royal Exchange, que não permitia o acesso dos corretores devido as suas maneiras rudes. O Brexit foi articulado para que uma Bolsa da União europeia não fosse à terceira abaixo apenas de NY e NASDAQ. Dividir para dominar é a chave.


8. A terceira maior bolsa chinesa é a de Shenzhen, com uma capitalização de mercado de 3,5 trilhões de dólares. Aqui ocorrem operações com nível de intervenção diferente da de Shangai.


9. A Bolsa de Toronto possui uma capitalização de mais de 1,62 trilhões de dólares. Não se sabe precisamente quando ela foi fundada, mas os primeiros registros de negociações na Bolsa de Toronto se dão no Hall Maçônico em 1861.


10. A Bolsa de Mumbai é a maior bolsa da Índia, com uma capitalização de mercado de 1,7 trilhões de dólares. Ela foi fundada em julho de 1875 por Premchand Roychand, um grande capitalista indiano conhecido como o “rei do algodão” e “rei dos lingotes”. A Índia está chegando.


Uma curiosidade é que a Bolsa de Valores Brasileira, mesmo sendo a maior da América Latina, tem uma captação próxima a 793 bilhões de dólares, não aparecem entre as 10 maiores, basicamente pela nossa bolsa ser modulada por empresas como: Petrobrás, Itaú Unibanco, Bradesco, Vale, Ambev, todas irrelevantes no mercado global. Ressaltamos ainda a predominância de empresas de commodities na nossa bolsa, de baixo valor agregado e aberrações de tecnologia como a Linx e a Totvs, que não passam de trustes nacionais, criadas artificialmente com o BNDES / BNDESPAR pelo lulopetismo e sem nenhum desenvolvimento de tecnologia de ponta, apenas clientes das grandes Big Techs. Resumindo: Não teremos IA desenvolvida por aqui.


De fato os volumes envolvidos nas operações do mercado de capitais das bolsas chinesas é um mistério formal econômico. Pois assim como o câmbio chinês há um nível de planificação do estado para favorecer e “esconder” os “gladiadores” empresariais chineses que estão começando a se apresentar para o mundo. Vamos falar um pouco sobre China nos próximos parágrafos.


Vamos abordar a China em termos de tecnologias sociais, pois são estas as grandes estrelas das principais bolsas de valores globais e vão definir o futuro próximo da humanidade.


A China tem uma população de 1,44 bilhões de habitantes, seguida de perto pela Índia com 1,36 bilhões de habitantes. Para efeito de comparação os EUA têm 333 milhões de habitantes e o Brasil 211 milhões de habitantes.


Em termo de PIB, a China tem um PIB de superior a 14 trilhões de dólares, enquanto os EUA possuem um PIB de 20 trilhões de dólares. Mas se analisarmos o PIB per capto, os Norte americanos são mais ricos que os chineses, possuindo uma qualidade de vida bastante superior. A China e outros tigres asiáticos se posicionaram com parques industriais servindo o ocidente (EUA e Europa), com PIB per capto sempre superior aos chineses para aproveitar e ocupar economicamente com salários, muito abaixo de seus correspondentes ocidentais, diminuindo os custos dos produtos industrializados primordialmente pela mão de obra abundante em barata.


Mas a China planejou muito além. Com sua economia planificada e governo sem disputas políticas sectárias, investiu na base desta industrialização tanto em termos de infraestrutura quanto educação. O investimento estatal em pesquisas é enorme, sempre planificado visando eficiência e eficácia em seus resultados. Coisa que é praticamente impossível em países como EUA e Brasil e seus sistemas econômicos que oscilam entre capitalismo de compadrio e capitalismo selvagem, com uma economia com direcionamentos tão confusos quanto suas democracias que conseguem eleger representantes antagonistas ideológicos, econômicos e políticos que destroem as realizações anteriores, criam novas, sem nenhum plano diretor acima deles.


Mas o fato é que os chineses estão caminhando a passos largos para se tornarem a potência hegemônica global, enquanto os EUA e puxadinhos como o Brasil patinam sem sair do lugar.


Enquanto no vale do silício as BIG TECHS tem horários de trabalho reduzidos, sedes que mais parecem cenários do “Nosso Lar” do falecido médium Chico Xavier, home office e ambientes que mais lembram um happy hour de colegas confraternizando, a situação na China é bem diferente.


Num primeiro momento os empreendedores de tecnologia social da internet agiam como imitadores do Vale do Silício, em termos de produtos, já que na China os empreendedores chegaram onde estão conquistando o ambiente mais cruel do planeta. Eles vivem num mundo no qual a velocidade é essencial, cópia é uma prática aceita e os concorrentes não hesitam em fazer qualquer coisa para conquistar um novo mercado. Todos os dias passados na cena de startups da China é uma prova de fogo, como o dia de um gladiador no coliseu. As batalhas são de vida ou morte, seus oponentes não têm escrúpulos. Não é incomum entre estes empresários chineses, principalmente os “cloners” dos produtos ocidentais, serem mais rápidos, mais ágeis, mais enxutos e mais mesquinhos. Copiavam agressivamente as inovações dos produtos uns dos outros, cortavam os preços ao máximo, lançavam campanhas de difamação, desinstalavam a força os softwares concorrentes e até denunciavam os CEOs rivais a polícia. Para estes gladiadores chineses, nenhum truque sujo ou manobra dissimulada está fora dos limites. Implementaram táticas que fariam os fundadores do Google, corar. Também demonstram vocação fanática, interrupta, que cansaria que cansaria os funcionários do Google a tirar uma soneca. Essa é a cultura empresarial dos empresários de tecnologias sociais chinesas.


As BIG TECHS dos EUA que tentaram o mercado chinês ou desistiram ou são incipientes por lá. Não resistiam, por exemplo, às concorrentes clones, pixel a pixel, que construíam cópias de suas redes, publicavam uma séria de Fake News, que acabavam atribuídas às verdadeiras, já que as clones sumiam em uma noite. Isso sem falar que toda a inovação lentamente apresentada no modelo vale do silício, lento e global, era copiada, aperfeiçoada e adequada quase que imediatamente ao mercado chinês. Eram apenas necessárias 16 horas de fuso horário para as versões chinesas.


Dentro desta disparidade cultural e nos negócios, a China conseguiu um amadurecimento de seu ecossistema empresarial em negócios como Alibaba, Baidu, Tencent, TikTok e WeChat mostraram como os mercados de tecnologia social chinesa poderia ser lucrativo e bem sucedido dentro e fora da China.


Ao contrário do que o ocidente pensa a censura chinesa não afeta a pesquisa em ciências exatas, muito pelo contrário, incentiva muito e investe até mais que no ocidente.


As empresas de tecnologia chinesas são mais verticalizadas que as ocidentais, ou seja: elas controlam a cadeia de negócios com uma profundidade maior que as suas equivalentes ocidentais.


A China em termos de Big Data para a IA tem enorme vantagem sobre os EUA justamente pelo tamanho de sua população, isso sem contar que os chineses culturalmente não ligam tanto para privacidade quanto os ocidentais, de modo que as ruas das regiões mais desenvolvidas da China são controladas por câmeras e drones que identificam e controlam as pessoas pelos rostos em tempo real.


Os chineses também se espalharam pelos EUA nas melhores universidades e empresas, para depois, já como C Levels, irem trabalhar nas empresas chinesas ou partir para startups.


É muito comum que os chineses que trabalharam nas Big Techs norte-americanas, partam com Know How para as chinesas, bem como estas empresas chinesas já partiram para contratar profissionais de todas as nacionalidades, das Big Techs dos EUA, para seus quadros.


Se ainda a algum equilíbrio no software, no hardware a China já tem uma enorme vantagem sobre os EUA, inclusive já no desenvolvimento e produção de chips.

O fato é que EUA e China, nos próximos anos, em uma acirrada competição, aumentarão a vantagem em tecnologia de IA sobre todos os demais países que se tornaram reféns de um ou de outro, se a Alt Right norte-americana não conseguir seus intentos de tornar a China a maior potência global.


Essa IA trará mais lucros para os dois países, empresas e acionistas institucionais, porém o tecno-otimismo que as pessoas veem com este progresso não passa de uma “falácia luddita”. Com a IA e a robotização empregos vão ficar rarefeitos em todos os níveis sociais, as pessoas terão que disputar por salários cada vez mais baixos pelos empregos que sobrarem e o setor de serviços, também afetado pela IA e robotização não vai responder como ocorreu com a automação nas indústrias, agronegócio e mineração.


As vigarices dos políticos sectários de direita sobre o empreendedorismo falham na realidade no número de empresas que abrem e fecham no mesmo ano. Também a renda mínima universal dos políticos sectários de esquerda esbarra na origem dos recursos, já que o estado são pessoas que em sua maioria, estarão sem empregos.

A IA é uma “máquina de desigualdade” que conduz a um aumento da distância entre pobres e riscos, bem como a quase completa eliminação da classe média.

A questão social e econômica deste progresso que agora não avança só sobre os músculos, mas sobre os cérebros das pessoas, não tem uma resposta diferente de um provável cenário de convulsões sociais e econômicas das distopias literárias com visão negativa do futuro.


O que estamos vendo nas redes sociais hoje, na forma destes protofascistas virtuais com a democracia ciborgue e pós-verdade nada mais são que os agentes anuviadores desta elite de investidores globais, do mercado de capitais, modulando e manipulando conflitos para manter seus “status quo” em curto prazo, pois a longo todos estarão mortos. Só pensam em ganhar muito e rapidamente, nada além. E deixem os gladiadores entreterem a plebe nas arenas.


Porém tanto a democracia ciborgue quanto a religião (principalmente as evangélicas), têm limites para conter as massas longe desta realidade, pois uma hora a exclusão econômica completa baterá nas portas dos milicianos virtuais e fiéis e não vai adiantar ficar rezando na igreja nem militando nas redes sociais, pois não terão o suficiente rendimento nem para estas práticas.


Os algoritmos da inteligência artificial vão melhorar o mundo, só que para poucos!