COVID-19 O MAIOR ALIADO DO DESGOVERNO BOLSONARO

O desgoverno Bolsonaro, se não fosse a pandemia de COVID-19 já teria acabado.


A pandemia se iniciou ainda no final do primeiro ano do desgoverno Bolsonaro e, pela falta de ação do mesmo, chegou ao Brasil com facilidade e intensidade, de mesma maneira que ocorreu com os EUA com Trump.


E acredito que o original, Donald Trump, viu a pandemia incialmente como um modo político de responsabilizar a China, isso achando empiricamente que a epidemia seria algo localizado, pouco agressivo e passageiro. Desta maneira Trump e sua cópia ainda mais ordinária, Bolsonaro, trataram o COVID-19 com o mesmo descaso.


Quando a COVID-19 chegou as praias dos EUA e Brasil, o original e a cópia se apoiaram em mais empirismo para tentar impor a cloroquina mágica como prevenção e tratamento. Até empresas e empresários, dos quais você esperaria alguma responsabilidade, como a Prevent Sênior e seus proprietários os irmãos músicos de heavy metal, embarcaram levianamente nesta onda.


Já é história que a cloroquina de nada adiantou e pelo contrário, foi comprovado cientificamente de que ela poderia inclusive piorar pacientes com COVID-19 muito debilitados. Isso foi algo criminoso que parece que vai prevalecer impune aqui no Brasil. Inclusive até hoje tem o suposto Igor, um fisioterapeuta bolsonarista que já esteve em algum Tiro de Guerra, que se traveste como um dos criminosos anônimos de estimação do Twitter Brasil, defendendo a cloroquina até hoje, se apresentando como um “doto”, inclusive para o administrador do perfil da Prevent Sênior no Twitter, que parece gostar muito do criminoso anônimo. Podem verificar pessoalmente nos tweets do meliante: Deixa o Loen te leitar? Este criminoso anônimo é um dos perfis que o Twitter bolsonarista protegeu, com todo tipo de chicana jurídica, na CPMI das Fake News.


Com este discurso negacionista, o infame Bolsonaro demitiu três ministros da saúde e colocou um general aspone “especializado em logística” como “ministro da saúde”. O resultado prático disto é que estamos sem vacinas e até seringas garantidas, enquanto outros países do mundo já estão com vacinação em massa.


Mas enquanto o mundo adotava medidas de isolamento e prevenção para a pandemia de COVID-19, o caudilho populista Bolsonaro, desdenhava da gravidade da mesma, fazendo apologia a cloroquina e politizando o cenário político, atacando os governadores que tomaram medidas cabíveis.


Mesmo alegando ter se contagiado, Bolsonaro continuou desdenhando da gravidade do COVID0-19 e o que é pior, convocando seus devotos inebriados a não cumprirem as regras de isolamento e prevenção. Ele mesmo por diversas vezes promoveu em seu teatro político mambembe pelo Brasil, peças na qual interpreta o papel de “mito”, que desafia as leis e o bom senso, promovendo aglomerações por diversas capitais pelo Brasil. Tudo isso apenas para politizar a pandemia e aparentar que os governadores estavam conspirando contra ele com as medidas locais. Desse modo ele ia no território dos “inimigos” desafiar os mesmos, para sua récua de fãs quadrúpedes bovaristas.


Mas o que pouca gente ainda percebeu, é que de fato Bolsonaro está usando e prorrogando o COVID-19 para se manter no poder.


Se não houvesse a pandemia, pelo histórico dos brasileiros com Collor e Dilma, a sociedade estaria organizada nas ruas pedindo o impeachment de Bolsonaro, pelo menos há um ano. Pedidos de impeachment na gaveta do presidente do congresso e razões ainda mais “legais” que as do Collor e da Dilma não faltam. O que falta é apenas a pressão popular, que mantém as pessoas normais (não os aloucados bolsonaristas) isoladas e desorganizadas. A base de apoio popular que Bolsonaro ainda tem, é inferior as bases que Collor e Dilma ainda tinham quando sofreram os processos de impeachment. A única diferença é que não há mobilização popular. E sem mobilização popular os políticos, principalmente o centrão fisiológico, com quem Bolsonaro mantém relações íntimas no momento, não vão agir.


Deste modo Bolsonaro está usando a pandemia de COVID-19 ao ser favor, para manter a sociedade desorganizada, enquanto usa seu exército de criminosos anônimos de estimação do Twitter (principalmente), para fazer a única coisa que sabem: Fake News e Crimes Virtuais, sempre com a proteção e complacência do Twitter.


Bolsonaro vive do caos, sua eleição foi resultado do caos que Lula, seu PT e seu lulopetismo criaram no Brasil. E ele mantém o caos em todas as suas declarações e ações, bem como tem uma tropa virtual trabalhando por isso, fazendo campanha política ininterruptamente desde seu primeiro dia de mandato e pouco ou nada trabalhando.


É com o caos que Bolsonaro se mantém e pretende se reeleger em 2022, pois ele e seus principais ministros e apoiadores não têm capacidade alguma para colocar a economia brasileira nos trilhos novamente. Assim quanto pior melhor para Bolsonaro e sua quadrilha anônima de estimação (no e do) Twitter.


O grande segredo do bolsonarismo é que ele não tem segredo, é isso mesmo o que nós vemos todos os dias, são agentes do caos que só podem viver do caos. É por esta razão que dificilmente alguma ação de vacinação federal terá implementação efetiva neste ano. Ele vai continuar promovendo o caos até meados de 2022, ano das eleições, aí sim quando poderá trazer vacinas (de preferência com seringas) e tentar se locupletar politicamente delas.


Não importa para ele e sua récua protofascista que possivelmente 400 mil pessoas possam morrer de COVID-19 até lá!

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