MANIFESTO DA VERDADE!

Atualizado: Jul 14

Na minha visão tudo são negócios, principalmente religiões e política. Sustentando ambos sempre há quem ganha e quem paga e, se ele existir, certamente Deus não usa dinheiro, bancos, cartões, doações e pagamentos online, mas tem sempre alguém que está ganhando.


No caso da política o Diabo, sele ele existir, o negócio de almas é melhor ainda que as aposentadorias de militares e membros do poder judiciário, com a eternidade garantida pagando os pecados lá no inferno.


Mas como nenhum dos dois (Deus ou o Diabo) veio nas redes sociais ainda, com monetização e patrocínios, provar que existe, quem está ganhando com a Democracia Ciborgue e Pós-Verdade é apenas humano.


Enquanto a mídia séria tenta trazer informação profissionalmente com argumentação objetiva em suas matérias, as “otoridades” virtuais, sem currículo no LinkedIn, às vezes nem fotografia nem nome, usam a argumentação subjetiva, respaldados por suas autoridades de “John Doe” ou “Jane Doe”.


Também existem alguns poucos não anônimos, com nome, fotografia até com LinkedIn. Mas estes em geral são profissionais em final de carreira e / ou muito fracos alugados caçando um “troco extra” com a Democracia Ciborgue e Pós-Verdade.


Uma argumentação objetiva é quando se mostra argumentos de forma direta, objetiva e simples. A argumentação subjetiva é quando se mostra argumentos de forma subjetiva, contextualizando fatos e fatores. A argumentação objetiva - é aquela que possui relação direta com um fato comprovado ou documentado/registrado. Já a argumentação subjetiva é tudo aquilo que é próprio do sujeito ou a ele relativo. É o que pertence ao domínio de sua consciência. É algo que está baseado na sua interpretação individual, mas pode não ser válido para todos. Entre os sinônimos de subjetivo estão: intrínseco, tendencioso, individual, peculiar, pertinente.


Quando entramos no mundo das “News” antigamente conhecidas por notícias elas também podem ser notícias objetivas ou subjetivas.


A notícia tem por objetivo transmitir ao leitor uma imagem do objeto descrito. Podendo ser: Objetiva: quando retratamos a realidade como ela é. Subjetiva: quando retratamos a realidade conforme nossos sentimentos e emoção.


Entende-se por subjetivo aquele texto que expressa à visão pessoal do autor a respeito de algum assunto. Assim, o autor recorre, por exemplo, às metáforas, às metonímias, às falácias, ou a qualquer outro tipo de linguagem figurada para expor suas ideias.


É ai que entra o “gancho” que a Democracia Ciborgue fez, através da Pós-Verdade, que muita gente conhece por um dos seus nuances: as Fake News.


Baseada em bolhas de filtro e câmeras de ecos, comandadas pelas inteligências artificias das redes sociais e afins, os patrocinadores da democracia ciborgue identificaram grupos de “perdedores”, pessoas que possuem diversos tipos de problemas pessoais, resignadas com a realidade da vida, prontas para aceitar e ressonar informações que vão ao encontro de suas frustrações.


A maioria das pessoas é frustrada de alguma maneira em algum aspecto de sua vida.

Problemas econômicos, físicos, saúde, familiares, amor, solidão, falta de qualificação, pouca inteligência e todos mais possíveis ao ser humano.


Assim como as religiões já se aproveitarem destes sentimentos desde sempre, elas nunca tiveram o alcance atual tecnologia de informação, representadas aqui por redes sociais e afins.


Mas o fato é que as pessoas, nas redes sociais e afins, estão isoladas dentro de bolhas com seus similares recebendo apenas as notícias curtas que seus perfis, rastreados por contínuas informações coletadas segundo a segundo por seus smartphones, que demonstraram serem de seus prévios interesses, ressonando entre ele nas câmeras de eco virtuais.


São criados grupos sociais de pessoas virtualmente “similares” que se tornam “amigos” íntimos na maioria das vezes nem se conhecendo pessoalmente.


Pessoas com problemas (a maioria delas são assim), com limitações educacionais, intelectuais e até religiosas, que no mundo real possivelmente nunca se encontrariam estão todas juntas agrupadas justamente por seus problemas.


As frustrações por seus problemas gera uma revolta, essa revolta em geral é contra outros grupos de outras bolhas (todas muito bem isoladas), o mesmo mecanismo básico dos preconceitos com coisas que muitas vezes com “inimigos” que nem conhecem ou existem. Ai vem os campos de batalhas das “linhas do tempo” públicas, onde as milícias virtuais se enfrentam. Até ai quem ganha são as redes sociais, anunciantes e acionistas.


É dos acionistas que vamos falar agora.


O acionista ou quotista é um sócio capitalista que participa na gestão da sociedade na mesma medida em que detém capital da mesma, tendo por isso, direitos de voto proporcionais à quantidade de ações que possui. Dentro da sociedade, quem detém mais ações, tem direito a maior quantidade de votos.


No caso da sociedade anônima, existe geralmente, um grande número de acionistas que não participam necessariamente na gestão da empresa, cujo único interesse é unicamente o de receber uma retribuição em forma de dividendo em troca do seu investimento tendo, no entanto, um interesse direto no conhecimento do desenvolvimento da sociedade. A informação em tempo útil é considerada a ferramenta preponderante para permitir a tomada de decisão e o seguimento do decurso da gestão da sociedade.


Por trás das redes sociais, startups de “nerds” ambiciosos que foram lançadas por “anjos” e depois fizeram IPO deixando todos ricos ou ainda mais ricos, estão os acionistas. Os com direito a voto nem se fala, mas até aqueles sem direito a votos conseguem influenciar os resultados da empresa simplesmente operando no mercado de capitais.


Entre os acionistas “anônimos” também podem estar instituições religiosas, máfias internacionais, empresários protos fascistas, crime organizado, instituições “financeiras” e muita gente mais que perdeu muito com a globalização e com o social progressismo, em seus negócios pessoais, com o que chamam pejorativamente por “politicamente correto”.


Como estes “anônimos”, não têm negócios próprios “muito rentáveis” (legal ou ilegalmente falando), pois seu negócio é viver dos negócios dos outros, não interessa nada a médios e longos prazos, só em curto prazo. Assim o capital desta turma circula pelo mundo onde estiver a melhor oportunidade “por minuto”. E as Criptomoedas, que CEOs de redes sociais também fizeram startups são “iguarias” desta gente. Pois quando mais “discreto” melhor.


Basicamente as redes sociais e afins, com inteligência artificial, bolhas de filtragem, câmeras de eco são investimentos que precisam retorno econômico e consequentemente político.


Nada melhor para estes investidores / políticos então do que uma “democracia direta”, nas quais eles tratem diretamente com seus clientes / eleitores.


E as mídias sérias, com o jornalismo sério, estão bem no meio do caminho.


É basicamente assim que através das redes sociais e afins, estes grupos peculiares, com a Democracia Ciborgue começaram a usar as informações maliciosas e desinformações digitais para impor suas “Pós-Verdades” e disparar as “Fake News” como verdadeiros tiros de armas de fogo.


Ao contrário da notícia séria e da verdade científica, a Pós-Verdade é fácil e rápida de “colar”, pois tem um público cativo, pré-disposto e nem um pouco preocupado com os conteúdos que ficam ressonando dentro das suas bolhas de filtragem, câmeras de eco, TL de batalha, grupos de cyberbullying, cyberstalking e doxing.


Assim como os antigos tabloides, o sensacionalismo mentiroso fantasiado com aparência jornalística “vende” muito com suas Fake News nas redes sociais. Inclusive a própria mídia séria tem espaços ainda para fofoqueiros profissionais, astrólogos, religiões e anunciantes com “curas fantásticas”. Pois estas baboseiras têm público e as empresas precisam do dinheiro dos otários que acreditam nelas.


Especialmente o pessoal “traders”, “profissionais” do mercado de capitais, tem muita experiência com robôs (traderbots) e Inteligência Artificial (nos osciladores estocásticos) e utilizaram muito bem isso nas automações disponibilizadas pelas APIs das redes sociais, assim como as empresas de “marketing digital”. Estas legiões de perfis MAVs, Fake News, Hashtags nos Trends e tudo mais são todos “braços” da democracia ciborgue e sua Pós-Verdade.


Há muita metodologia das escolas socialistas nas metodologias de células da democracia ciborgue, possivelmente contribuição metodológica dos investidores russos e chineses.


Os blocos hegemônicos e a hegemonia de Gramsci são largamente utilizados nos “grupos secretos” e “redes sociais fechadas”, na formação dos diversos grupos de “soldados rasos” de Democracia Ciborgue, todos com “oficiais” no comando.


Inobstante o facto do pensamento de Gramsci originar-se na esquerda organizada, ele é outros sim uma figura importante para as discussões nos estudos culturais e na teoria crítica. Ademais, seus conceitos também têm inspirado teóricos políticos tanto de centro como de direita, sendo a sua ideia de hegemonia muito citada. Atualmente, essa influência é muito sentida em ciência política, por exemplo, na abordagem do tema da prevalência do pensamento neoliberal entre as elites políticas: é o chamado neo-gramscianismo. Por fim, seu trabalho influenciou fortemente os estudos acadêmicos e o discurso dos intelectuais acerca da cultura popular, por nele se encontrarem elementos acerca da resistência política ou ideológica aos interesses dominantes.


Estas células de MAVs basicamente são parte de um projeto de “hegemonia cultural” dos preconceituosos, frustrados, resignados, invejosos, “haters”, ignorantes, recalcados, malsucedidos, doentes, mal amados, fofoqueiros, mentirosos, desonestos, desqualificados e todas as frustrações humanas possíveis sendo todos “onanistas” virtuais “cultuando” os seus “ídolos com pés de barro”. Mas eles são braços apenas, sujeitos passivos de uma relação BDSM.


São grupos “politicamente incorretos”, saudosistas dos “bons tempos” que eles nunca viveram. Todos com humores “toscos” proporcionais às suas inteligências, justiceiros e juízes virtuais, PHDs em fofoca e mentirosos compulsivos, psicopatas sociais fragmentados sempre em surto, todos “obreiros” filantrópicos, “pastorados” por gente que está ganhando dinheiro no mundo real com isso.


Mas são destas pessoas que a Pós-Verdade vive, as mesmas, figurativamente falando, que antes liam Notícias Populares e ficavam em: praças, bares, cabeleireiras, portões, esquinas e igrejas falando “tudo sobre tudo” destilando seu “veneno”. Agora ficam nas bolhas de filtragem e câmeras de eco virtuais enormes, muitos deles até navegando a partir de casas de repouso e clínicas psiquiátricas.


Porém a estratégia virtual deles é aquela mesma de antes. As “mentiras fáceis” do “boca a boca” de quem não tem capacidade de checar as fontes (a maioria das pessoas), ficam ressonando e repetidas roboticamente para soarem como verdade.


Isso é uma consequência do anonimato aparente da internet, pois lá, quando realmente querem pegar alguém, sempre pegam. Porém a não obrigatoriedade de usar uma certificação digital na internet, assim como um RG, uma certidão de nascimento, um CPF, uma carteira de motorista ou um título de eleitor, falsamente vociferada em nome da “Democracia Ciborgue” e da “Pós-Verdade” como: ameaça a “Liberdade de expressão” é uma “historinha de ninar”.


Quem não deve não teme, porém quem deve raramente que ser reconhecido.


Um sujeito que, não com máscaras de proteção decorrentes da pandemia, mas que usa uma máscara dos “Anonymous” discutindo arrogantemente sobre tudo com você na rua, sem consentimento, ou em qualquer lugar público, sem identidade, sem currículo se ocultando, mas com a “sabedoria de um PHD” e a poder de julgamento de um “Ministro do STF” não é algo que ninguém vai levar a sério e certamente vai chamar a polícia. Qual a diferença do mundo real para o mundo virtual?


A diferença entre o mundo real e o mundo virtual são apenas interesses econômicos e, portanto políticos, é por esta razão que tudo, no Direito Digital, é sempre tão difícil. O meu único artigo no texto-base do "PL das Fake News", projeto de lei 2630/20, seria este: “Artigo Único: É obrigatório o uso de certificação digital na internet”. E tudo estaria resolvido. Mas quem deve teme. E no Brasil quase todos devem.


Enquanto isso os investidores, profissionais e seus políticos da Democracia Ciborgue estão ganhando muito dinheiro, manipulando pessoas e instituições pelo mundo afora, em prol de seus interesses nos mercados de capitais globais. Tem muita gente ganhando e você, otário de sempre, é quem está pagando!


Continue ai em sua bolha de filtragem, “piando” e cultuando “seus totens” nas câmeras de eco sem ganhar nada, pelo contrário só pagando. Agora você já sabe o que precisa fazer para ser um idiota deles.

Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

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