OLAVO: A RAINHA BORG?

Atualizado: há 5 horas

A bog right bolsolavista funciona de maneira muito similar aos "Borgs", do Seriado "Star Trek The Next Generation". Se trata uma raça de seres aperfeiçoados ciberneticamente, que trabalham comandados por uma consciência coletiva, sendo todos zangões subordinados a uma "Rainha Borg". A Rainha possui um um zangão escolhido, chamado "Locutus", que lidera a invasão Borg para assimilar toda a humanidade. E fracassa!


Start Trek - Borgs (Fonte Wikipedia)


Os Borg são uma pseudo-espécie de organismos cibernéticos mostrados no universo ficcional da franquia Star Trek.


Enquanto a cibernética é usada por outras espécies no mundo da ficção científica para reparar danos corporais e defeitos de nascimento, os Borg usam melhoramentos cibernéticos reforçados como um meio de atingir aquilo que eles acreditam ser a perfeição.


Além de serem os vilões principais de Star Trek: First Contact, os Borg também têm papéis importantes em Star Trek: The Next Generation e Star Trek: Voyager, primariamente como uma ameaça de invasão para a Federação Unida dos Planetas e depois como um modo de fazer a isolada nave estelar USS Voyager voltar para o Quadrante Alfa. Os Borg se tornaram um símbolo na cultura popular para qualquer rolo compressor contra a qual "a resistência é inútil". Os Borg se manifestam como zangões humanóides ciberneticamente melhorados vindos de múltiplas espécies, organizados como uma coletividade interconectada; as decisões são tomadas por uma mente coletiva, ligada por frequências de rádio subsespaciais. Os Borg habitam uma vasta região do Quadrante Delta da galáxia, possuindo milhões de naves e tendo conquistado milhares de sistemas. Eles operam unicamente para cumprir um único propósito: o de "adicionar as especificidades biológicas e tecnológicas [de outras espécies] a nossa" na procura de sua visão de perfeição. O conceito de perfeição é a ideia unificadora central no núcleo dos Borg. A procura da perfeição é a única motivação dos Borg, uma perfeição mecânica e sem emoção. Isso é alcançado através da assimilação forçada, um processo que transforma indivíduos e tecnologia em Borg, os melhorando—simultaneamente controlando—por meio de implantes sintéticos.


Em sua introdução na franquia, o episódio "Q Who", pouco informação é fornecida sobre os Borg e suas origens e intenções. Em encontros com outros alienígenas, eles exibem nenhum desejo de negociação ou razão, apenas para assimilar. Exibindo uma rápida adaptabilidade a qualquer situação ou ameaça, com os encontros caracterizados pela afirmação "Resisitir é Inútil", os Borg se desenvolveram em uma das maiores ameaças para a Frota Estelar e a Federação. Originalmente mostrados como uma entidade homogênea e anônima, o conceito da Rainha Borg e do controle central foram mais tarde introduzidos.


Em Star Trek, tentativas de resistir aos Borg se tornaram um dos temas centrais, com muitos exemplos bem sucedidos de resistência a coletividade, tanto de zangões existentes, e alvos de assimilação. Foi também demonstrado que é possível sobreviver a assimilação (mais notavelmente Jean-Luc Picard), e que zangões podem escapar da coletividade (mais notavelmente Sete de Nove), e se tornarem indivíduos, ou existir coletivamente sem a assimilação forçada de outros. Eles são notáveis por serem uma espécie antagonista principal em mais de uma série que nunca apareceram no Star Trek original.


"Resistir é inútil"


Individualmente os Borg raramente falam. Ao invés disso, eles enviam coletivamente uma mensagem de áudio para seu alvos afirmando que "resistir é inútil", seguindo por uma declaração que o alvo em questão será assimilado e que suas especificidades biológicas e tecnológicas serão adicionadas à deles. A frase exata varia entre suas aparições, e o aspecto biológico está totalmente ausente quando os Borg são introduzidos pela primeira vez.


A frase "resistir é inútil" entrou na cultura popular depois de seu uso em The Next Generation. Os Borg usam a frase em vários episódios de Star Trek e no filme Star Trek: First Contact. Locutus dos Borg dizendo a frase ao final do episódio "The Best of Both Worlds" foi eleita como a 93ª melhor frase da história da televisão pela TV Land. A frase também foi a tagline de First Contact e foi usada como uma mensagem do Exército Americano para as forças do Talibã durante a Guerra do Afeganistão.


Unicomplexo


O Unicomplexo é uma localização no universo ficcional de Star Trek que os Borg usam como base de operações. O Unicomplexo está localizado em uma área desconhecida do Quadrante Delta. É o centro de todas as atividades processativas da Coletividade Borg, e a casa da Rainha Borg. O Unicomplexo se assemelha a uma mistura de uma coleção de vários Cubos, conectados por vários conduítes. Cubos Borg frequentemente partem e chegam do Unicomplexo em seus caminhos para as várias regiões da galáxia, usando conduítes de transdobra. O Unicomplexo aparece primariamente nos episódio que levam a conclusão de Star Trek: Voyager. Ele foi destruído em 2378 depois da Rainha Borg ter assimilado um patogênio neurolítico da Almirante Kathryn Janeway do futuro, que viajou pelo tempo.


Destruição dos Borgs


No episódio "End Game" de Voyager, a Almirante Janeway volta no tempo e, na esperança de ajudar a si mesma mais jovem, invade o unicomplexo com uma nave muito avançada. A Rainha Borg então assimilou a almirante, mas Janeway possuía em si um vírus que impedia que a Rainha se comunicasse com os outros zangões.


Nesse momento, a Voyager estava em um conduite de transdobra da rede de transdobra dos borgs, cujo entrada ficava bem aonde o unicomplexo estava localizado. Essa rede possuía um caminho direto ao quadrante Alfa, mas junto da Voyager, uma esfera borg a perseguia. Essa esfera foi a unica nave que continuou recebendo ordens da rainha. A esfera saiu primeiro da transdobra perto de onde estavam realizando experiências do Pathfinder, mas varias naves da federação estavam lá também. Quando o cubo começou a ganhar vantagem tática, dois torpedos sairam do conduite de transdobra e destruiram a esfera. Esses torpedos vieram da Voyager, doados pela Almirante Janeway.


Borg Right da "Rainha" Olavo (Valkiria Queen).


De seu "Unicomplexo" virtual nos EUA, A Rainha Borg Olavo de Carvalho comanda seus milhares de zangões virtuais (MAV), nas redes sociais, no intuito de assimilarem ou destruírem que não aceite quem discordar e não aceite fazer parte da "consciência coletiva" da Pós-Verdade, comandada pela própria Rainha.


Os Zangões Borg (MAV) operam por uma rede virtual interconectados, sendo uma mistura de seres humanos fakes melhorados com automações de computação, nas redes sociais. Os Zangões Borg (MAV) operam em todo o universo das redes sociais, dentro de Unimatrizes Borg (grupos secretos virtuais) no Twitter, Facebook, Instagram, WhatsApp, Telgram e Gab. São conectados por uma "consciência coletiva" (COF) diretamente com a Rainha Borg dos EUA.


O conceito de perfeição (extrema direita conservadora) é a ideia unificadora central no núcleo dos Borg (MAV). A procura da perfeição é a única motivação dos Borg (MAV), uma perfeição conservadora e sem inteligência. Isso é alcançado através da assimilação forçada, um processo que transforma indivíduos e verdades em BORG (MAV), os "doutrinando"—simultaneamente controlando—por meio de Pós-Verdade.


Individualmente os Borg (MAV) raramente falam. Ao invés disso, eles atuam coletivamente um ataques virtuais para seu alvos afirmando que "resistir é inútil", seguindo por uma declaração que o alvo em questão será assimilado e que suas especificidades intelectuais e políticas serão substituídas pela Pós-Verdade deles. Os ataques exatos variam entre suas aparições (Pós-Verdade, Fake News, Falácias, Silogismos, Paralogismos, Sofismas, Escatalogias, CyberBullying, Cybestalking, Doxing, Ofensas e Calúnias), e os aspectos intelectuais, morais e éticos estão totalmente ausentes quando os Borg (MAV) são introduzidos pela primeira vez em um ataque a um alvo.


Qualquer zangão Borg (MAV) "defeituoso" é imediatamente abandonado, inclusive sendo mortalmente desligado e morrendo por "Síndrome de Estocolmo" ou sendo "destruído" pelos outros zangões da mesma "unimatriz".


A Rainha Borg Olavo de Carvalho não deixa seu "Unicomplexo" nos EUA, para fugir de processos judiciais, ordens de prisão, CPMIs, Audiências, Cobranças e até de ter que encontrar algum desafeto pessoalmente com sua fragilidade física. Por esta razão, ela utiliza no Brasil seu (Capitão) "Locutus" Jair Bolsonaro, que é o responsável por comandar o Brasil auxiliado pelos zangões Borg tanto virtuais (MAV) como uns poucos reais (pessoas com algum grau de demência ou "ganhando").


O "Locutus" é o "primeiro cavaleiro" da Rainha Borg, responsável pelas ações de campo no Brasil que a Rainha não pode realizar virtualmente do "Unicomplexo" dos EUA. Porém ele é completamente leal e submisso as ordens da Rainha. Foi escolhido estrategicamente por seus desajustes sociais e mentais facilmente incorporados pela "consciência coletiva Borg" (COF). O nosso "Locutus" possui ainda cinco "zangões" feitos em três "unimatrizes" diferentes. Os da primeira "unimatriz" são bastante ativos na rede virtual Borg, respectivamente o 01 de 3, o 02 de 3 e o 03 de 3. Ainda estão em fase de encubação os dois outros das duas outras "unimatrizes" diferentes.


A destruição dos Borgs passará pelo "desligamento" do seu "Locutus", seguida pela eliminação do "Unicomplexo" dos EUA, desconectando milhares de zangões Borg, para que estes possam ser desassimilados e reintroduzidos na sociedade democrática como seres humanos normais, civilizados e individuais.





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