PANDEMIA GLOBAL DE ORATES VIA REDES SOCIAIS

Com a massificação do uso da Internet, que ocorreu aqui no Brasil desde o final do século passado, a utilização da “World Wide Web” produziu coisas boas e coisas bastante ruins, desproporcionalmente em favor da segunda.


O fato é que tanto os países, com suas redes de educação e saúde, como a própria maioria da população, não tinham nem planos nacionais e nem anticorpos, respectivamente, para enfrentar epidemias que se propagam pelas redes sociais.


As únicas formas de epidemias transmitidas anteriormente pelas mídias se restringiam a jornais de formato de tabloides, revistas de futilidades, rádios de igrejas e emissoras de televisão de igrejas ou que continham programas como Cidade em Alerta, Brasil Urgente, Ratinho, Sikera, Silvio Santos, Huck, Raul Gil etc. Através destas mídias, em menor grau, já que elas todas não possuem interatividade, apenas se contagiavam por orates poucas pessoas, que contagiavam grupos pequenos em botecos de esquina ou cabelereiras de fundo de quintal.


Porém com o alcance global da internet, bem como pela interatividade dos contagiados por orates, novos orates surgiram para o público dentro da própria internet, principalmente apoiados e turbinados pelas redes sociais.


As redes sociais dominantes possuem características distintas, desde o Twitter, que tolera e apoia qualquer coisa até o LinkedIn que não tolera e não apoia orates.


Também existem redes sociais que toleram qualquer coisa, porém são ainda inofensivas, tal como o Twitch e TikTok, dado o nível, acima de qualquer escala, dos estultos que atuam nas mesmas.


Mas a questão se torna endêmica quando a rede social permite e apoia orates infectantes e seus conteúdos que imitam a verdade, mas não são, a famosa pós-verdade, cujas “fake news” são um dos sintomas mais conhecidos.


Deste modo existe uma escala das redes sociais que propagam orates entre a população global, cuja liderança hors concours é da rede social sui generis Twitter, a rede social fake news.


Vamos a lista decrescentes de redes sociais que contagiam seus usuários (na realidade dependentes químicos de serotonina) com orates:


1º Twitter


2º Google (buscador)


3º Youtube


4º WhatsApp


5º Facebook


6º Instagram


Estas redes disseminam pós-verdades oriundas de orates primários, muitas vezes até anônimos, que são recebidos como verdadeiros pela população, sem imunidade intelectiva e os infectados se tornam orates secundários, criando uma cadeia infinita de contágios sucessivos.


Como estas redes sociais, estão sujeitas apenas as leis locais de seus países sede, apesar de funcionarem globalmente praticamente em todos os países e línguas, estas escapam dos controles legais e sanitários dos outros países com diversos artifícios conhecidos como “chicanas” jurídicas recheadas de “tecnicismo” falaz.


Vamos dar alguns exemplos práticos de orates para cada uma das redes sociais:


Twitter


Google


Youtube


WhatsApp


Facebook


Instagram


A capacidade que os orates em se propagam pelas redes sociais é impressionante, principalmente na rede social Twitter, um orate primário nem precisa ser real, pode ser um anônimo operado por uma ou mais pessoas ligadas diretamente a milícias criminosas virtuais, vejam dois exemplos:


Twitter


Twitter


E também há alguns orates que são jornalistas reais, porém em final de carreira, de aluguel, com problemas mentais, dependentes de substâncias psicoativas ou simplesmente sem caráter:


Twitter


Twitter


Twitter


Twitter


Twitter


Todos os que apresentamos aqui são orates primários, são disseminadores da moléstia virtual que atuam nas redes sociais infectando pessoas pascácias indefesas.


Só há uma única alternativa para equacionar este grave problema de saúde mental, transmitido livremente e impunemente pelas redes sociais, é bloquear judicialmente as mesmas no DNS central do Brasil, para serem acessadas na internet local, de modo que estas se adequem as leis nacionais, bem como tenham capacidade imediata de bloquear pós-verdades e identificar e banir sumariamente orates primários, disseminadores da moléstia.


Como aconteceu no recente, caso na lei do “direito ao esquecimento” na união europeia, tenham certeza que para não perder dinheiro as redes sociais irão se adaptar em poucos dias.


O que as redes sociais fazem não é democracia, é anarquia, o que elas chamam de liberdade de expressão se chama impunidade criminal.

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