PARASITAS DE APOSENTADOS!

Este texto é basicamente uma defesa pública que faço pela minha mãe, um senhora de 82 anos, uma lutadora, ética e cheia de atos de nobreza em toda a sua vida, mas teimosa com o famoso "gênio do cão", que não é pela idade. Nos final dos anos noventa, poucos anos antes de falecer, meu pai me disse: "Não sei o que será de sua mãe depois que eu morrer, ninguém vai aguentar ela! Cuide dela por mim filho!". O temperamento "azedinho" dela só "fermentou" mais conforme a idade.


A família de minha mãe vem de uma origem integralista estatizante por parte de meu avô. Minha avó era descendente do Pedro Döll (https://pt.wikipedia.org/wiki/Rua_Pedro_Doll), assim como os Lorenzetti, estão aqui no Brasil faz muito tempo e com uma longa tradição iluminista vinda da Europa.


Meu avô foi servidor público, assim como três de seus cinco filhos, um inclusive militar "reformado" de altíssima patente com passagem até pelo SNI. Dos seus oito netos, cinco seguiram a carreira no setor público, sendo que quatro deles no Rio de Janeiro, inclusive um até na Petrobras. Além destes cinco, existe uma sexta "encostada" no Sistema S, detentora de uma caráter tão vil, que nem merece uma "nota de rodapé". Sobrei eu e uma veterinária apenas longe das "tetas" do estado.


Mas meu avô "integralista", que gostava de gente com Plínio Salgado, Jânio Quadros e até do Getúlio Vargas, era o que hoje conhecemos como uma pessoa muito "politicamente incorreta" em todas as suas posições políticas e pessoais. Ele ele chegou até a ser seminarista no Rio Grande do Sul, mas desistiu para casar com minha avó.


Minha mãe herdou ou assimilou parte do temperamento paterno.


Como meu avô já fazia, minha mãe gosta de se cercar de uma "corte" de puxa-sacos, normalmente que tem algum interesse financeiro com ela e falam sempre o que ele quer escutar, mesmo que na prática façam justamente o oposto. Eu os chamo de Loquazes.


Minha mãe sempre teve um séquito destes loquazes entre diaristas, caseiros, pedreiros, advogados, corretores, gerentes de banco, contadores, inquilinos e várias "especialidades" mais que gostam de faturar em cima da inocência comercial e generosidade remunerada de uma senhora com mais de oitenta anos.


No momento minhas atenções estão voltadas para um "grupo" informal deles, composto por uma advogada administradora de imóveis, um corretor, um gerente bancário de private bank e um contador. Todos se conhecem e "trocam figurinhas" indicando um ao outro. Pesquisando um pouco sobre os quatro, descobri que o "mercado" deles são idosos com boas situações econômicas.


São os "comensais dos longevos" da zona sul próxima a Chácara Flora.


O gerente de banco especialista em dar as piores "carteiras de aplicações" para sua carteira de "anciões", sempre reiterando o perfil "super conservador" e "nenhum risco" de seus clientes, o que na maioria das vezes leva a rendimentos inferiores a poupança. O contador cobra R$ 500 para fazer uma "declaração de ajuste anual", na qual ele só atualiza no sistema da receita, sempre os mesmos dados para o próximo exercício. O corretor sempre vende o plano mais caro, da sempre mais cara Porto Seguro. E a advogada além da cara, morosa e péssima administração de imóveis, deixa um inquilino comercia de porte inadimplente por mais de seis meses, mesmo ele sendo afiançado com um imóvel legalizado em contrato de locação também legalizado.


Mas a a sordidez deste "grupo" não para ai, eles dão "conselhos" pessoais de "amigo", que além de dilapidar o patrimônio da "cliente", na maioria das vezes tem o objetivo de gerar intrigas com familiares, incluindo os filhos. São aves de rapina prontas para atacarem se tiverem a oportunidade.


Não preciso dizer que o grupo todo é Bolsonaro, patriota, família, cristão, conservador e direita!










Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

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