PERFIS ANÔNIMOS E SEMI ANÔNIMOS POR OCIOSIDADE OCUPACIONAL!


Estive envolvido em alguns embates virtuais com um perfil anônimo qualquer que se denomina “Balaio de Gato” (@balai0_de_gat0).


Até fiz um texto satírico para “homenageá-lo”: https://www.estocastico.net/post/balaio-de-bosta, que certamente ele e sua récua de anônimos e semi anônimos não gostaram muito.


Mas todos sabem o que penso sobre anônimos e suas opiniões, eu não dou um centavo para nenhuma deles e delas. Anônimo não tem currículo, portanto não vale nada.


Mas analisando o perfil e seus asseclas em meu bot de BI, aquele mesmo que utilizo para a base bolsonarista, acabei identificando um grupo menor, não bolsonarista, mas com bandeiras difusas, porém utilizando a mesma metodologia do Beppe Grillo que o Steve Bannon e o Olavo de Carvalho parodiaram e são utilizadas pela base bolsonarista no Twitter.


São filósofos de Twitter seguidores das técnicas do M5S, aqui no Brasil conhecidos como “olavetes”, porém fora da mesma sintonia política deste. Alias pelos últimos movimentos tanto do Olavo, quanto do Bolsonaro, está parece ser uma tendência, como já ocorreu com Trump e Bannon antes, assim como ocorreu com M5S e Lega Nord. Pragmáticos contra Dogmáticos.


Dentro a récua de perfis asseclas do tal gatinho anônimo eu encontrei: “lavajatistas”, “moretes”, “noveiros”, “mbls”, “vprs”, “olvavistas cancelados” e outros grupamentos menores todos decadentes e preteridos pelo bolosonarismo. Alias os perfis secundários deles, são versões ainda menores dos perfis secundários MAV bolsonaristas, com menos seguidores ainda. Provavelmente sem automações e feitos “no braço”.


Mas o traço falacioso dos Trolls, Personagens e Fakes do Beppe Grillo, aqui conhecidos por “olavetes” é notório no modus operandi desta turma.


Visivelmente o grupo é formado por muitos “Peter Pans” e moleques (Geração Y / Z) que se acham políticos e bons, mas no mundo real a situação deles é bem diferente do virtual. E também percebi alguns baby boomers e Geração X (primeira leva) na descendente intelectual, mas com alguma estabilidade econômica, portanto com muito tempo livre para serem “oficinas do diabo” na internet.


Mas o fato mais interessante que me ocorreu foi o fato de eu ser procurado por uma (tia do zap) conhecida virtual, que eu sempre imaginei ser cozinheira, bailarina ou cantora pelo Facebook dela (também achei que fosse ligada ao MBL), me criticando pelos meus textos e programas sobre democracia ciborgue, Pós-Verdade, Manipulação Digital etc.


Eu questionei quais eram as razões que justificassem as opiniões dela, mas ela só afirmava que eu estava errado nada além. Não sei se por ser sábado de madrugada, a senhora estava já sobre efeito de alguma bebida psicoativa. E ainda disse que minhas divergências com o “gatinho medroso” eram descabidas, que ela sabia quem era, mas não queria revelar. Eu então pedi que ele me fornecesse o LinkedIn dela, convidando-a a conhecer o meu, para que eu conhecesse as qualificações, realizações e méritos da senhora que embasassem suas teorias. Ela afirmou que não tinha currículo, mas eu estava errado e ela correta. Este é o perfil da gente deste grupo, só opinião sem qualificação, nada de currículo só fé. Ainda me reputou de oportunista levianamente, já que eu não preciso ganhar mais nada nem provar na vida e sim ela.


No perfil dela sempre vi um comentário como “rodrigueana” o qual eu pensei que se tratasse do Nelson Rodrigues, porém agora imagino que seja sobre o Rodrigo Constantino. No Caso do Nelson Rodrigues seria até uma ironia se autodeclarar parte dos idiotas, que são muitos e vão dominar o mundo. Ela também faz parte de um grupo do Twitter chamado “Discussão do Impeachment”, que tem entre um monte de anônimos e semianônimos até o ex editor de livro do Olavo, o cancelado Felipe Moura Brasil. Esse jornalista representa, em minha opinião, parte do que há de pior no jornalismo brasileiro, junto com Constantino, Fiuza, Guzzo, Garcia, Reinaldo, Nunes, Copolla, o grupo Jovem Pan, CNN Brasil e todas aquelas “midiazinhas fakes” de aluguel do bolsonarismo. São jornalistas e empresas que trocaram a civilidade e democracia por uma ideologia distópica mas monetizada.


Este pessoal, contaminado mentalmente pela lavagem cerebral das redes sociais, inteligências artificiais, democracia ciborgue e pós-verdade, sem noção de seus limites intelectuais e conceituais. Desconhecem as leis de mercado e a meritocracia, apenas acham que ter um perfil nas redes sociais e seguidores (das mesmas bolhas e câmaras de eco) lhes puxando “os sacos” os tornam alguém relevante e qualificado.


Estas pessoas são ótimas se você comprar pelo que elas realmente valem e as vender pelo que elas acham que valem!

Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

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