POLÍTICA QUÂNTICA: FUTURO?

Este é o terceiro e último texto da tríade Política Quântica. Nele vou abordar como a “Internet das Coisas” poderá ser usada pela Democracia Ciborgue, num futuro muito próximo, pois a conexão de vários outros dispositivos, além de celulares, tablets e computadores pessoais, já está ai e ganhando escala comercial.


Vamos recorrer à boa definição de Internet das Coisas, disponível na Wikipédia:


Internet das coisas (em inglês: Internet of Things, IoT, sendo em português e espanhol IdC o acrónimo equivalente) é um conceito que se refere à interconexão digital de objetos cotidianos com a internet, conexão dos objetos mais do que das pessoas.


Em outras palavras, a internet das coisas nada mais é que uma rede de objetos físicos (veículos, prédios e outros dotados de tecnologia embarcada, sensores e conexão com a rede) capaz de reunir e de transmitir dados. É uma extensão da internet atual que possibilita que objetos do dia-a-dia, quaisquer que sejam, mas que tenham capacidade computacional e de comunicação, se conectem a Internet. A conexão com a rede mundial de computadores possibilita, em primeiro lugar, controlar remotamente os objetos e, em segundo lugar, que os próprios objetos sejam usados como provedores de serviços. Essas novas capacidades dos objetos comuns abrem caminho a inúmeras possibilidades, tanto no âmbito acadêmico quanto no industrial. Todavia, tais possibilidades acarretam riscos e implicam grandes desafios técnicos e sociais.


Se os objetos do cotidiano tivessem incorporadas etiquetas RFID ("etiquetas inteligentes"), poderiam ser identificados e controlados por outros equipamentos e não por seres humanos. Se, por exemplo, certos objetos entre outras coisas como livros, termostatos, refrigeradores, lâmpadas, remédios, autopeças, fossem equipados com dispositivos de identificação e conectados à Internet, não haveria a possibilidade de faltarem produtos como alguns remédios, pois saberíamos exatamente onde os encontrar e quantos estariam disponíveis. A ocasional falta deles passaria a ser coisa do passado. Saberíamos também, a qualquer momento, qual é a lâmpada que acende e qual é a que está fundida.


O conceito 'Internet das coisas' foi proposto em 1999, por Kevin Ashton, no Laboratório de Auto-ID do MIT, onde se realizavam pesquisas no campo da identificação por radiofrequência em rede (RFID) e tecnologias de sensores. Atualmente, a expressão 'Internet das coisas' designa a conexão avançada de dispositivos, de sistemas e de serviços. Ultrapassa o conceito tradicional M2M do máquina a máquina e abarca uma ampla variedade de protocolos, domínios e aplicações.


A 'Internet das coisas' deverá codificar, segundo se presume, cerca de 50 a 100 bilhões de objetos e seguir o seu movimento. Estima-se que cada ser humano esteja rodeado por 1 000 a 5 000 objetos, em média. Segundo a empresa de consultoria Gartner, em 2020, haverá, no mundo, aproximadamente 26 bilhões de dispositivos com um sistema de conexão à internet das coisas. Já a consultoria Abi Research prevê que, no mesmo ano, existirão 30 bilhões de dispositivos sem fios conectados à Internet. Com a próxima geração de aplicações da internet (protocolo IPv6), prevê-se que seja possível identificar instantaneamente, por meio de um código, todo e qualquer tipo de objeto - algo que não se pode fazer com IPv4.


A relação da IoT com os protocolos de IP


O IPv4 (Internet Protocol version 4) lida com endereços de protocolos de 32 bits, torna assim possível a ligação a cerca de 4,29 bilhões de IPs de todo o mundo. Com a introdução do conceito IoT, cada vez mais novos dispositivos se conectam a internet, precisando apenas de um IP para si. Cresce exponencialmente, conforme aumenta o número de dispositivos. Estão previstos para 2020 20 bilhões de dispositivos conectados à rede, enquanto o número de IPs do IPv4 se esgota, sendo preciso avançar para o IPv6, que fornece um maior número de endereços, permitindo que mais dispositivos possam ficar interligados.


A resistência à implementação do IoT


A adoção de IoT é considerada inevitável por especialistas. Kazuhiro Ikebe, diretor presidente da Hitachi na América do Sul, chama a atenção para tal urgência. “A sociedade já se encontra inteiramente conectada pela internet. Mesmo sem querermos, vivemos já na era do IoT.”


Em consequência disso impõe-se a necessidade de avaliar e de preparar qualquer empresário, qualquer instituição, para esta nova tecnologia. Assinalamos por exemplo à necessidade de não só armazenar dados, mas também de os processar. Embora haja a necessidade de análise da questão humana na implementação do IoT, isso será apenas parte do problema. No Brasil, há uma defasagem entre os pontos de acesso à internet, se compararmos as regiões de maior PIB com as de menor PIB, o que acarreta complicações para o desenvolvimento da área, já que esta é dependente da rede.


A empresa estadunidense Cisco, que está na origem da iniciativa da internet das coisas, criou um "contador de conexões" dinâmico que permite estimar o número de "coisas" conectadas, desde julho de 2013 até 2020.


A conexão de dispositivos à rede através de sinais de rádio de baixa potência é o campo de estudo mais ativo na internet das coisas. A principal razão disso é que os sinais desse tipo não precisam de Wi-Fi nem Bluetooth. Entretanto, diferentes alternativas, as chamadas Chirp Networks, que requerem menos energia e são mais baratas, também têm sido investigadas.


IoT na economia mundial


Apercebe-se quem está atento ao IoT da existência de uma nova dinâmica do mercado, relacionada com dispositivos destinados a converter empresas em novos agentes de comércio digital, mediante a criação de novos modelos. Constatamos haver resistência por parte de muitos agentes empresarias e institucionais ao surto da tecnologia, principalmente porque, parafraseando Nicholas G. Carr, "It doesn't matter". Este setor não é visto como um investimento necessário para quem visa apenas receitas lucrativas, sem entender que, ao investir na tecnologia da informação (TI), veriam facilitados inúmeros procedimentos internos.


Ao acarretar inovações antes atribuídas apenas ao virtual, a IoT não é diferente dele. É apenas objeto de certa resistência principalmente por quem não tem um setor de tecnologia da informação TI bem definido, como inúmeras pequenas ou grandes empresas.


Funcionamento


Qualquer aparelho eletrônico poderá obter identificação por rádio frequência (RFID), que será guardada em banco de dados, viabilizando o IOT.


Em primeiro lugar, para ligar os objetos e aparelhos do cotidiano a grandes bases de dados e as redes à rede das redes, à Internet, é necessário um sistema eficiente de identificação. Só desta forma se torna possível interligar e arquivar os dados próprios de cada coisa. A identificação por rádio frequência conhecida como RFID é um exemplo da tecnologia que oferece esta funcionalidade, mas não é a única (Ver NFC e Bluetooth p. ex.).


Em segundo lugar, a base de dados beneficiará da capacidade de detectar mudanças na qualidade física das coisas, recorrendo a métodos sensoriais. A inteligência inerente a cada objeto aumentará a capacidade de a rede devolver a informação processada para diferentes pontos. Finalmente, os avanços alcançados pela miniaturização e pela nanotecnologia implicam que cada vez mais objetos pequenos terão a capacidade de interagir e de se conectar. A combinação desses desenvolvimentos implementará a Internet das coisas, que interliga objetos reais de um modo sensorial e inteligente.


Assim, com os benefícios da informação integrada, os produtos industriais e os objetos de uso diário poderão vir a ter identidades eletrônicas ou ser equipados com sensores que detectam mudanças físicas à sua volta. Até mesmo partículas de pó poderão ser etiquetadas e colocadas na rede. Estas mudanças transformarão objetos estáticos em coisas novas e dinâmicas, induzindo inteligência no meio e estimulando a criação de produtos inovadores e de novos serviços.


Casa inteligente e IoT


A "casa inteligente" (ou lar inteligente, smart home em inglês) é um lugar equipado com aparelhos eletrônicos ligados a uma rede, Wifi ou Bluetooth por exemplo, constituído por um sistema integrado que nos permite controlar múltiplas coisas, como a iluminação, a temperatura, os eletrodomésticos, a torradeira para o horário mais conveniente, para o pequeno almoço ou para o lanche, para fazermos um cafezinho quando regressamos a casa. A casa inteligente permite inúmeras possibilidades de integração com sistemas e aparelhos disponíveis no mercado, além de todas as outras em desenvolvimento. A Internet das Coisas (IoT) tem como objetivo interligar com a internet as nossas ferramentas mais recorrentes para reunir informações em tempo real e auxiliar as pessoas no seu dia-a-dia.


Quando se fala em IoT, pensamos logo em tecnologia. E quando se pensa em tecnologia dentro de uma casa, o que nos vem à cabeça? Computadores? Não para o conceito de casa inteligente! O conceito "Internet das Coisas" (IoT) é utilizado para indicar os dispositivos que em grande parte não têm ligação à Internet e que, a partir do trabalho de programadores, desenvolvedores e pessoas da área de tecnologia, tornarão possível empreender novas ações sem que alguém intervenha. Por isso, dispositivos um computador ou um smartphone, por exemplo, não caberão no conceito IoT, visto serem feitos para a utilização online, ao contrário de micro-ondas, relógios despertadores, máquinas de café, aspiradores, geladeiras e muitos outros aparelhos.


Divagando um pouco mais : amadurece hoje o Conceito de Cidade Inteligente, algo que se tornará realidade num futuro próximo, indo muito para além da hoje pioneira Internet das Coisas caseiras ou institucionais. A internet poderá então invadir ruas e avenidas, tornando inteligentes cidades inteiras, facilitando a vida de muitas pessoas, além de ser uma forma de melhorar bastante a acessibilidade, que hoje é precária em muitos países como o Brasil, em países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. Em países como a Espanha são entretanto monitorizados planos para ajudar idosos. Além disso, existem já empreendimentos investindo em melhoramentos de pontes e rodovias. No Brasil, uma cidade inteligente está sendo construída na região Nordeste. São Gonçalo do Amarante (CE) contará com iluminação inteligente e com mobilidade otimizada por sensores, com praças apetrechadas com equipamentos geradores de energia quando utilizados. São planos que se projetam no futuro e que certamente beneficiarão a população com tais avanços.


Privacidade e segurança


Um marca-passo que envia informações clínicas para um médico. Uma grande fábrica que usa máquinas inteligentes na linha de produção. Televisores, computadores e smartphones conectados dentro de casa. Todos esses dispositivos IoT, por serem inteligentes, possuem um endereço IP, porta de entrada que permite aos crackers fazer ataques à segurança e à privacidade de qualquer um.


Privacidade e segurança surgem como dois temas importantes manipulados pelos monopólios do ramo que estão ligados a coisas inteligentes. Para termos uma ideia do que se passa, a empresa de consultoria Gartner estima que mais de 20 bilhões de dispositivos IoT estarão conectados à internet até finais de 2020. Já segundo a empresa de segurança virtual Kaspersky Lab existem pelo menos 7 mil amostras de malwares em dispositivos IoT.[33] Em setembro de 2016, o site Tecmundo noticiou o maior ataque de DDOS já registrado, utilizando dispositivos da internet das coisas, roteadores e câmaras de segurança.


Uma grande questão surge: como serão usadas as informações coletadas sem o conhecimento do cidadão?; por quem poderão ser usadas e com que finalidade?

Muito se discute hoje o problema de uma internet sem qualquer legislação que regule o seu uso, dado que a velocidade do avanço tecnológico é muito maior do que a disseminação de seu uso, e em particular do seu mau uso. Será que as leis apenas surgirão depois de consumado o desastre? Infelizmente, parece-nos que nada pode ser feito para mudar tal cenário, cabendo então aos usuários serem bastante comedidos quanto à introdução destas tecnologias no seio de seus lares ou no local do seu trabalho.


A grande preocupação que acompanha as maravilhosas oportunidades que a IoT oferece será proteger os consumidores na sua vulnerabilidade. Verificamos entretanto que aparelhos vendidos em regime business-to-business, de máquina-a-máquina, tem evoluído e implementado características de segurança nativa. Mas no que toca o mercado, em que a pessoa está em causa, o problema continua a ser bastante descurado pelos construtores de tais dispositivos e pela indústria em geral.


Falhas de segurança em qualquer dispositivo vestível, pode direcionar a venda de suplementos alimentares para, por exemplo, esportistas de final de semana, contornado qualquer parecer médico. Coisa corrente, o uso do Facebook, Twitter, ou Google expõe os seus utilizadores permitindo delinear um perfil seu e listar e-mails, servindo isso para induzir consumos em alta escala. Num cenário de cibercrime tal estratagema será considerado um dolo pequeno. Mas aceder a câmaras de segurança de instituições, empresas ou residências para espiar, isso será algo com muito maior grau ofensivo e um procedimento muito mais doloso.


Portanto, quanto aos riscos, será lógico constatarmos que a Internet das coisas apresenta uma variedade de potenciais problemas que podem prejudicar os consumidores por estes motivos:


Permitir o acesso não autorizado e o uso indevido de informações pessoais;

Facilitar ataques em outros sistemas, escalonando privilégios, tais como em sistemas com Single Sign ON;


Criação de riscos para pessoal segurança de infraestrutura de cidades.

Constatamos assim que a violação de privacidade neste caso destina-se a induzir nas pessoas efeitos que se tornarão viciantes por força do hábito, podendo afetar a sua condição física em longo prazo, o que denota um propósito de considerável violência que pode ser visto como forma de opressão.


Abian Laginestra entende que deveriam existir, clara e objetivamente, por intermédio de agentes sociais ou de entidades organizadas, certos princípios de atuação na coleta de dados em IoT:


Aviso da escolha, do mecanismo de acesso e da precisão da informação recolhida;

Uma política efetiva de minimização dos dados coletados;


Prestação de contas das medidas e falhas de segurança nos dispositivos.


O perigo está a venda no varejo, é só comprar. Sua Smart TV é um exemplo. E mesmo sem regulamentação e fiscalização alguma por parte dos estados e seus poderes, como as redes sociais e buscadores, tudo já está em plena operação há anos, fazendo o que bem entendem com nossos dados e nos manipulando e modulando.


Quer fazer um pequeno teste? Veja nas conexões de redes e internet de seu celular, tablete ou computador:

O IPv6 funciona normalmente em seus dispositivos, e com a chegada da tecnologia 5G será ainda melhor!


Para quem gostar de filmes ou livros de ficção científica, basta ver 2001: A Space Odyssey é um filme de ficção científica de 1968 produzido e dirigido por Stanley Kubrick, coescrito por Kubrick e Arthur C. Clarke baseado parcialmente no conto "The Sentinel" do próprio Clarke.


Nele, especificamente na “Missão Júpiter”, vocês verão a Inteligência Artificial HAL (Na época era uma apologia a IBM, apenas pegando as letras anteriores do alfabeto: H-I, A-B e L-M).


"Hal" é o computador HAL 9000 da nave, que comanda a maioria das operações da nave Discovery. Enquanto Bowman e Poole assistem a Hal e eles mesmos serem entrevistados pela BBC, o computador afirma que ele é "infalível e incapaz de erro". Ele também fala de seu entusiasmo para a missão, e como ele gosta de trabalhar com humanos. Quando perguntado pelo entrevistador se Hal possui emoções genuínas, Bowman fala que ele parece ter, porém a verdade é desconhecida.


Hal pergunta à Bowman sobre o mistério e segredo não usuais em volta da missão, porém ele se auto interrompe para reportar uma falha no dispositivo que controla a antena principal da nave. Depois de recolher o componente por um casulo de atividade extra veicular, os astronautas não conseguem encontrar nenhum problema. HAL sugere reinstalar o componente e deixá-lo falhar para que o problema possa ser encontrado. O controle da missão concorda, porém eles avisam os astronautas que os resultados vindos do computador gêmeo HAL deles indica que o HAL da nave está em erro prevendo a falha. Quando consultado, Hal insiste que o problema, como todos os problemas com a série HAL, são devidos a "erro humano". Preocupados com o comportamento de Hal, Bowman e Poole entram em um dos casulos extra veiculares para conversarem sem o computador poder ouvi-los. Ambos têm um "mau pressentimento" sobre Hal, apesar de a série HAL ter confiabilidade perfeita, porém decidem seguir as instruções do computador e substituir o equipamento. Enquanto os astronautas concordam em desativar o computador se ele estiver errado, ambos não sabem que Hal está lendo seus lábios através da janela.


Enquanto tentava substituir a unidade durante uma caminhada espacial, o casulo extra veicular de Poole, controlado por Hal, corta seu cabo de oxigênio e o deixa a deriva. Bowman, não percebendo que o responsável foi o computador, pega outro casulo e tenta resgatar Poole, deixando seu capacete para trás. Enquanto ele está fora, Hal termina as funções vitais dos tripulantes em animação suspensa. Quando Bowman retorna a nave com o corpo de Poole, Hal se recusa a deixá-lo entrar, afirmando que o plano do astronauta para desativá-lo põe em perigo toda a missão. Bowman abre manualmente a trava espacial de emergência e, arriscando sua vida, consegue entrar na nave. Depois de vestir seu capacete, Bowman vai até o núcleo de memória de HAL 9000 com a intenção de desconectar o computador. Primeiramente Hal tenta tranquilizar Bowman, depois pede para que ele pare, e depois começa a demonstrar medo—tudo com uma voz monótona e constante. O astronauta o ignora e desconecta cada um dos módulos do computador. Hal eventualmente regride a sua programação mais antiga na memória, a canção "Daisy Bell", que ele canta para Bowman.



Imaginem que HAL é numa MAV (Meliante Virtual Anônimo ou TROLL) do Twitter, que não é “capaz” nem de banir ou localizar nenhum, “brincando” com você através da Internet das coisas. Imaginem que os mesmos acionistas anônimos das redes sociais, muitos deles “oligarcas” de países “totalitários” são quem vão controlar as a “Internet das Coisas”, impondo a Democracia Ciborgue através da Pós-Verdade, controlando em bolas de filtragem e modulando em câmeras de eco os mesmos ignorantes, resignados, medrosos e raivosos anônimos do Twitter anytime, anything and anywhere.


Tudo isso sem regulamentação e controle, ignorando inclusive os estados e os poderes dos países ondem elegem seus caudilhos como Trump e Bolsonaro.


A Política Quântica está lhe controlando e você nem percebe!

Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.