PSICOSE DIGITAL!

Paranoia


Paranoia é um instinto ou processo de pensamento que se acredita ser fortemente influenciado pela ansiedade ou medo, muitas vezes ao ponto de delírio ou irracionalidade. O pensamento paranoico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração. A paranoia é diferente de uma fobia, a qual também consiste em medo irracional, mas geralmente a pessoa não tenta atribuir culpa. A paranoia é frequentemente acompanhada de acusações falsas e falta de confiança na generalidade das pessoas. Por exemplo, uma pessoa paranoica pode acreditar haver intenção num incidente que a maior parte das pessoas considera um mero acidente ou coincidência. A paranoia é um dos principais sintomas de psicose.


Psicose


Psicose é uma perturbação da mente que causa dificuldades em determinar o que é ou não real. Os sintomas mais comuns são delírios (convicção em falsas crenças) e alucinações (ver ou ouvir coisas que outras pessoas não veem ou ouvem). Entre outros possíveis sintomas estão discurso incoerente e comportamento inapropriado para a situação.


Fonte: Wikipédia.


Um dos sintomas mais comuns dos legionários da Democracia Ciborgue, nas redes sociais, é a paranoia modulada pela Pós-Verdade dentro das bolhas. Esta acaba se tornando uma psicose digital, que os anuviados ressonam nas câmeras de eco.


Basicamente agrupados por recalques, resignações, medo, raiva e inveja, pessoas frágeis intelectual e emocionalmente, agrupadas ardilosamente nas redes sociais por objetivos puramente econômicos, se identificam e são identificadas para / por oficiais da Democracia Ciborgue humanos ou inteligências artificias. Selecionadas estas pessoas a ser moduladas por indução sem terem a mínima noção disso.


Isto se dá via SDV (Segue de Volta), hashtags, grupos, bots, listas, MAV (Milicianos Anônimos Virtuais (Fakes) e via TL (Time Lines) personalizadas. As ferramentas de integração, fornecidas aos clientes (QGs virtuais da Democracia Ciborgue neste caso) pelas rede sociais, viabilizam a filtragem e ressonância das ações da Pós-Verdade. Estas manipulações virtuais carregam todos os tipos de teorias da conspiração paranoicas que modulam estas pessoas fragmentadas psicologicamente.


Oscilando sempre ao redor das mesmas linhas das fragilidades individuais dos confinados nas bolhas, os comandos são modulados continuamente para maximizar suas emoções negativas e as pessoas induzidas a atacar todos os inimigos imaginários quixotescamente.


É a manipulação digital através da criação de uma paranoia digital modulada.


Deste modo as bolhas dos "vitimizados" digitais pela "realidade", que têm todas as suas frustrações justificadas pelas ações de conspirações, passam a ser soldados de uma legião digital. Inconscientemente acreditam que vão "resolver" todos os seus problemas, assim como os do mundo.


A constante modulação destas pessoas, dentro de um estado paranoico constante, acaba os levando a uma psicose digital.


A psicose digital é simulada por perfis anônimos e reais, remunerados pela Democracia Ciborgue, através de técnicas de manipulação digitais sofisticadas. Usam manipulações maquiavélicas digitais mais sutis e subliminares. Mas também usam retóricas associadas a "arte da guerra digital" da cultura gamer (inspiradas na nos treze capítulos originais dos manuscritos de Sun Tzu da dinastia Sung chinesa, reclamados pelos japoneses como plágio do código samurai Bushidô mesmo este sendo cronologicamente mais novo). Também por conta dos "webcrentes", grupos religiosos cristãos digitais (principalmente protestantes). Também há uma associação com os extintos "mercenários banqueiros" templários da idade média. É claro que, na visão distópica da realidade, são exaltados falsamente como heróis. Estes perfis de modulação, são seguidos e ressonados por centenas de milhares de "bots", juntamente com pessoas reais com automações por "aplicativos" e algumas pessoas reais comuns. Algumas pessoas reais comuns são usadas com as com as reais "automatizadas", para dizerem ironicamente que são "robôs" à jornalistas e pesquisadores. De fato realmente o são, só não percebem que são programadas.


Já no estágio de psicose digital, estas pessoas, mesmo que não remuneradas e sabendo que seus "mitos" são "ídolos com pés e barro" (com vidas pessoais completamente distópicas em relação a retórica conservadora da Democracia Ciborgue), passam a atuar filantropicamente em conjunto com os oficias remunerados ciborgues. Muitas vezes até se tornando oficiais "voluntários", trabalhando gratuitamente entre os remunerados.


Ai começam os grupos secretos "fechados", "militarizados" até com alunos dos cursos "online" dos charlatães das utopias negativas.


Estas pessoas se tornam "reféns digitais" da Democracia Ciborgue e da Pós-Verdade, pois se sentem como membros importantes deste grupo, mesmo que na prática não passem de "peões" no "xadrez digital". Inclusive estas pessoas sofrem até da “Síndrome de Estocolmo”, quando se afastam ou são afastadas das hordas.


Como curar os "psicóticos digitais"?


As principais características clínicas das psicoses digitais:

  • são psicologicamente incompreensíveis;

  • apresentam vivências bizarras, como delírios, alucinações, alterações da consciência do eu;

  • não existem alterações primárias na esfera cognitiva. Memória e nível de consciência não estão prejudicados, se isto acontece é devido a outras alterações clínicas (delirium), bem como devido a substâncias psicoativas.

O tratamento pode consistir em antipsicóticos, psicoterapia e apoio social. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento melhor aparenta ser o prognóstico. A medicação aparenta ter um efeito moderado. O prognóstico depende da causa subjacente. Nos Estados Unidos, cerca de 3% da população desenvolve psicose em algum momento da vida.


A "Filosofia" dos Psicóticos


Michel Foucault, em seu texto A história da Loucura, aponta que a loucura (posteriormente chamada de psicose) poderia ser entendida como uma aberração da conduta em relação aos padrões em uma certa sociedade. Segundo Foucault, duas dimensões dessa loucura existiriam: a trágica e a crítica. Na trágica, o louco tem uma genialidade. Na crítica, o louco não tem a razão, e deve passar por tratamento médico. Foucault faz uma investigação sobre como a loucura foi tratada pela humanidade baseando-se na antiguidade. Ele acaba concluindo que o homem é uma invenção recente junto com a razão, neste sentido, entender a psicose é também buscar entender quais os padrões dominantes e quais as reações do grupo social à tais condutas estranhas e aos seus agentes.


A Psicose Digital e a Religião


No Japão em uma área pouco religiosa, aproximadamente de 7 à 11% dos delírios tinham conteúdo religioso, geralmente associado com perseguição e culpa. Já nos Estados Unidos esse índice foi de 25% e 40% sendo comum também em transtorno bipolar. Na Europa a prevalência foi de 21%, sendo de 24% na Inglaterra. Na Índia, dos 31 visitantes de um templo conhecido como tendo poderes curativos sobre doenças mentais, 23 foram identificados com esquizofrenia paranoide e 6 com transtorno delirante. No Brasil os índices estão entre 15% e 33%. Os delírios religiosos costumavam ser mais incapacitantes, mais frequentes, mais graves, mais bizarros e necessitavam de mais medicamentos.


Pacientes que relataram estar curados através de religião tiveram maior frequência de recaída que os outros pacientes. Pacientes que passaram por exorcismo ou feitiçaria retornaram com quatro vezes mais frequência.


Pierre (2001) defende que, para que as crenças ou as experiências religiosas sejam patológicas, elas precisam causar prejuízos significativos a própria pessoa ou a outros. Se o desempenho social ou funcional não for prejudicado, então a crença ou experiência religiosa não é considerada patológica. É possível até que a religião ajude como mecanismo de enfrentamento focalizado na emoção, ou seja, ajudando a lidar com os fatores emocionais de um evento estressante.


Fonte: Wikipédia.


Conclusões


As pessoas estão sendo moduladas digitalmente, de modo a desenvolver patologias mentais para serem utilizadas política e economicamente. É uma guerra suja, sem princípios, moral e ética, conduzida cientificamente por cyber criminosos profissionais.


As pessoas manipuladas digitalmente precisam apoio familiar urgente, para serem tratadas pela medicina psiquiátrica e, se não for possível, precisamos um um novo CID 10 para esta nova patologia grave na saúde pública.

Copyright © 2020 de Jair Lorenzetti Filho. Todos os direitos reservados. Este site ou qualquer parte dele não pode ser reproduzido ou usado de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor.

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