SAÚDE COMPLEMENTAR RAPINEIRA!

Atualizado: há 7 horas

A saúde complementar brasileira é a melhor do mundo, para os empresários que lucram com a ela!


As leis que regulamentam a saúde complementar brasileira são feitas exclusivamente para os empresários da saúde complementar brasileira, não há o menor equilíbrio nelas em prol dos clientes.


Temos planos individuais e coletivos. Na prática os dois atendem às mesmas pessoas, porém os individuais aumentam em média o dobro da inflação anual oficial, enquanto os coletivos aumentam o quadruplo.


Os aumentos são decididos pelas próprias operadoras de saúde, muitas delas bancos.


Os planos individuais praticamente inexistem e, quando existem tem as piores redes assistenciais e coberturas.


Os planos coletivos, que teoricamente seriam para pessoas jurídicas, na prática são individuais também, bastando pagar uma taxa a um sindicato, conselho ou associação e similares, muitas vezes que você nem sabe qual e paga junto com o plano todo mês. Para isso as operadoras têm um "braço" que administra este mecanismo indecente criado durante o lulopetismo.


Várias operadoras e seguros de saúde complementar foram eleitas pelo "BNDES" e muitas outras linhas mais e isenções, é só pesquisar. E os empresários destas empresas, verdadeiros vampiros, são habitues do legislativo e executivo lá em Brasília. Sem falar os planos "especiais" para o judiciário.


E isso vem do lulopetismo e prossegue da mesma de maneira vil no bolsonarismo.


Muitos empresários medíocres e sem ética, do mundo da saúde, se criaram e enriqueceram com estas práticas "complementares" do lulopetismo para ca, principalmente quando falamos em sócios brasileiros de empresas limitadas por cotas, que não tem seus balanços públicos e seguem as práticas de "governança dos donos".


As empresas internacionais e com capital aberto ainda podem ser analisadas e auditadas nos seus "segredos" financeiros, mesmo tendo também um passivo "político" bastante desprovido de ética.


Tivemos até um caso recente da "operadora de saúde da cloroquina", que o "CEO" inclusive andou "peitando" um ministro da saúde e até a OMS defendendo a tal cloroquina, que se provou inútil e até pode ser prejudicial em certos casos quando utilizada. Mas uma operadora de saúde "heavy metal" não merece ser levada a sério.


Pessoalmente sofri um ataque virtual, no Twitter, capitaneado pelo criminoso anônimo https://twitter.com/_Leitadas_Loen, em conluio com o administrador do perfil da operadora de saúde da cloroquina "viking", um moleque desqualificado de redes sociais, ainda apoiado pelo "diretor de comunicações" da empresa, um "profissional" que conseguiu ser demitido pelo Dória no curto período como prefeito. Eles brincaram com a questão da morte de meu tio, com finalidade política e o material foi usado pela mídia fake news bolsonarista em matérias falsas. Levei a questão ao "conselho de ética" da empresa, mas parece que estavam ocupados ouvindo música e nem responderam ou se retrataram. Já passei para o MPF e para minha assessoria jurídica.


Olhando o Procon, o Reclame Aqui e os processos desta empresa no Google entendi o porque deles serem tão "insensíveis".


Sou a favor da economia de mercado com sustentabilidade, do liberalismo verde, porém, na questão saúde, sou favorável que o Estado assuma 100% o controle dos planos e seguros de saúde, deixando apenas laboratórios, hospitais e afins para a iniciativa privada. Chega de operadoras, seguradoras, braços, sindicatos e afins aumentando os custos desta cadeia econômica e enriquecendo gente sem ética as custas da saúde da população.


Outro braço, desta verdadeira quadrilha da saúde complementar, são as terceirizadoras de mão de obra da saúde, que na prática fazem "quarteirização" para a saúde complementar. Apenas mais um custo que não agrega nenhum valor a cadeia e, pelo contrário, pode até reduzir a arrecadação do INSS dependendo do modelo do "contrato de trabalho".


A festa é boa e tem muita gente ganhando com a saúde complementar! Menos quem precisa dela!








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