THE T-FILES (ARQUIVO T)

Analogia (Fonte Wikipédia)


The X-Files (Brasil: Arquivo X /Portugal: Ficheiros Secretos) é uma série de televisão norte-americana de ficção científica criada por Chris Carter. A série foi exibida originalmente entre 10 de setembro de 1993 e 19 de maio de 2002, no canal norte-americano Fox. Ainda no começo da série, ambos os agentes do FBI (Mulder e Scully) se tornam protagonistas de uma conspiração e passam a confiar apenas um no outro e em outras poucas pessoas. A série se tornou parte da cultura popular que indagou temas como descrença a governos e teorias da conspiração.


"Mulder e Scully surgiram diretamente do fundo da minha imaginação. Uma dicotomia. Eles representam as partes equivalentes ao meu desejo de acreditar em algo e a minha incapacidade de acreditar em tal coisa. Meu ceticismo e minha fé. E a criação desses personagens foi extremamente fácil para mim. Eu queria, assim como várias outras pessoas, passar pela experiência de testemunhar uma teoria conspiratória. Ao mesmo tempo em que eu não queria acreditar nisso, eu me questionava. Eu acho que esses personagens e essas vozes surgiram dessa dualidade." Chris Carter (criador da série) falando sobre o processo de criação dos personagens Mulder e Scully.


The T-Files (Twitter-Files) no Brasil


Desde de a metade da década passada o Twitter passou a ser o palco de um grupo de anônimos políticos, mesmo que alguns poucos talvez até usassem nomes verdadeiros, nada expressivos (até então) no mundo real e principalmente na rede social da verdade: o LinkedIn. Estes anônimos políticos, em sua maioria, norteados pela pseudofilosofia virtual do youtuber “com ginásio completo”, Olavo de Carvalho e tendo com totem o veterano deputado federal do “centrão” fisiológico político de Brasília, Jair Bolsonaro.


Vamos denominar este grupo político, doravante por “T-Files”.


Os T-Files apresentam uma psicopatologia coletiva, uma mitomania virtual (fake news) juntamente com uma característica psicológica coletiva denominada bovarismo. Em termos psicológicos, o bovarismo consiste em uma alteração do sentido da realidade, na qual uma pessoa possui uma deturpada autoimagem, na qual se considera outra (de características grandiosas e admiráveis), que não é. Em termos mais gerais, o bovarismo faz referência ao estado de insatisfação crônica de um ser humano, produzido pelo contraste entre suas ilusões e aspirações (que geralmente são desproporcionadas tendo em conta suas próprias possibilidades) e a realidade frustrante.


Outra característica psicológica coletiva dos T-Files é a síndrome do pombo enxadrista. O conceito é usado para descrever o comportamento de um dos lados em uma discussão, onde um lado, invariavelmente o menos provido de referência e bases técnico-científicas, ou formalismo, sem mais contra-argumentos, age com infantilidade. Seu comportamento é descrito pela seguinte frase: “Discutir com Fulano é o mesmo que jogar xadrez com um pombo: ele defeca no tabuleiro, derruba as peças e sai voando cantando vitória”. Normalmente em discussões, um dos lados, o mais fraco, quando fica sem argumentos, cai em falácias e começa a agredir verbalmente o interlocutor (propriamente a clássica falácia argumentum ad hominem), para, em seguida, sair "cantando vitória", (falácia da falsa proclamação de vitória). Trata-se de uma técnica inferior de erística.


Os T-Files, com financiamento econômico, se serviram de automações e recursos de marketing digital, tornando-se aparentemente numerosos, com centenas de milhares de perfis falsos, seguidores, curtidas e compartilhamentos massivos, produzindo um comportamento de manada artificial e produzindo o efeito borboleta da teoria do caos.


Essa metodologia, derivada do modus operandi original do M5S italiano, visava a eleição do deputado Jair Bolsonaro a presidência da república em 2018, a qual teve sucesso.


Basicamente se valendo da pós-verdade como arma de modulação e manipulação digital de massas, o grupo passou a produzir fake news e ataques produzidos e coordenados em “gabinetes virtuais”, as quais sempre favoreciam o “universo paralelo” do grupo político. Universo paralelo ou realidade alternativa é uma realidade autocontida em separado coexistindo com a nossa própria.


A capitação e coordenação de novos “milicianos virtuais”, para este grupo começa, pelo próprio Twitter na linha do tempo (câmara de eco), e prossegue em “células gramscistas” virtuais, incialmente dentro de grupos no próprio Twitter e depois em outras redes como WhatsApp e Telegram, formando as bolhas de filtro, tudo coordenado hierarquicamente a um comando central virtual, incluindo até a utilização de Inteligência artificial. Atualmente existe até uma rede social internacional praticamente exclusiva para os T-Files, o Parler.


Os T-Files, para não concentrar os riscos de violação de regras do Twitter, nos principais líderes, se vale da “técnica do cardume”, com uma horda de perfis propagando os tweets, através de um cardume, misturando perfis reais (de membros de escalão mais baixo) coordenando os perfis falsos. Um cardume é o substantivo coletivo que designa um grupo de peixes, normalmente da mesma espécie, que nadam como se fossem um único indivíduo.


Na linha do tempo (câmeras de eco) os T-Files treinados, utilizam diversos recursos políticos oriundos de estudos das ciências humanas tais como:


1) Demagogia


Demagogia é um termo de origem grega que significa "arte ou poder de conduzir o povo". É uma forma de atuação política na qual existe um claro interesse em manipular ou agradar a massa popular, incluindo promessas que muito provavelmente não serão realizadas, visando apenas à conquista do poder político e ou outras vantagens correlacionadas.

É a estratégia de condução político-ideológica, valendo-se da utilização de argumentos apelativos, emocionais ou irracionais, em vez de argumentos racionais para proveito próprio.


Em geral, a demagogia está relacionada à negativa da deliberação racional fazendo uso de uma das falhas da democracia, qual seja, manipular a maioria pelo uso de aparentes argumentos de senso comum entremeados com disjunções falaciosas, prática esta que remonta já à Grécia antiga, muito embora sem conotação negativa a princípio.


2) Retórica


Retórica (do latim rhetorica, originado no grego ῥητορικὴ τέχνη [rhêtorikê], literalmente a arte/técnica de bem falar, do substantivo rhêtôr, «orador») é a arte de usar uma linguagem para comunicar de forma eficaz e persuasiva. "A Retórica como uma arte que se dedica a dirimir discursivamente uma questão tida por premente, a qual requer uma decisão através do emprego deliberado de estratégias persuasivas dirigidas a um conjunto particular de pessoas, visando transformar uma dada situação – existente e problemática – por intermédio da adoção de novas formas de pensamento e ação".


A retórica apela à audiência em três frentes: logos, pathos e ethos. A elaboração do discurso e sua exposição exigem atenção a cinco dimensões que se complementam (os cinco cânones ou momentos da retórica): inventio ou invenção, a escolha dos conteúdos do discurso; dispositio ou disposição, organização dos conteúdos num todo estruturado; elocutio ou elocução, a expressão adequada dos conteúdos; memoria, a memorização do discurso e pronuntiatio ou ação, sobre a declamação do discurso, onde a modulação da voz e gestos devem estar em consonância com o conteúdo (este 5º momento nem sempre é considerado).


3) Falácia


O termo falácia deriva do verbo latino fallere, que significa enganar. Designa-se por falácia um raciocínio errado com aparência de verdadeiro. Na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente incoerente, sem fundamento, inválido ou falho na tentativa de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso.


Reconhecer as falácias é por vezes difícil. Os argumentos falaciosos podem ter validade emocional, íntima, psicológica, mas não validade lógica. É importante conhecer os tipos de falácia para evitar armadilhas lógicas na própria argumentação e para analisar a argumentação alheia.


4) Sofismas


Sofisma ou sofismo (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em filosofia, é um raciocínio ou falácia se chama a uma refutação aparente, refutação sofística e também a um silogismo aparente, ou silogismo sofístico, mediante os quais se quer defender algo falso e confundir o contraditor. Não devemos confundir os sofismas com os paralogismos: os primeiros procedem da má fé, os segundos, da ignorância.


Atualmente as mídias alternativas dos T-Files, têm sido relacionados ao uso do sofisma, exemplos incluem a falta de embasamento veiculado no pseudojornalismo (mídias alternativas dos T-Files) nas redes sociais e lives de evangelização política virtual, em redes como Youtube, que "usam um discurso agradável para forçar a audiência a fazer o que eles querem".


5) Silogismo


Um silogismo (do grego antigo συλλογισμός, transl. syllogismós, 'conexão de ideias', 'raciocínio', composto pelos termos σύν, transl. syn, 'com', e λογισμός, 'cálculo' e, por extensão, 'raciocínio', pelo latim syllogismus, i) é um termo filosófico com o qual Aristóteles designou a conclusão deduzida de premissas, a argumentação lógica perfeita. É um argumento dedutivo constituído de três proposições declarativas (duas premissas e uma conclusão) que se conectam de tal modo que, a partir das duas primeiras (as premissas), é possível deduzir uma conclusão.


Num silogismo, as premissas são juízos que antecedem a conclusão e dos quais ela decorre. Portanto, dos juízos prévios (premissas) infere-se a consequência (conclusão). O silogismo regular é o argumento típico dedutivo, composto de três proposições declarativas — premissa maior (P), premissa menor (p) e conclusão (c) —, dos três termos - menor (t), maior (T) e médio (M) - se compõem dois a dois:


· Termo menor – aparece na premissa menor e é o sujeito da conclusão.


· Termo médio – aparece em ambas as premissas, mas não aparece na conclusão (faz a ligação entre as duas premissas).


· Termo maior – aparece na premissa maior e é o predicado da conclusão.


6) Paralogismo


Um paralogismo (do grego antigo παραλογισμός, palavra composta do prefixo παρά- pará, expressando oposição ou desvio, e λογισμός, logismós, 'raciocínio: 'falso raciocínio',) é um argumento ou raciocínio falaz, ou seja, falso, embora possa ter a forma de um silogismo e a aparência de verdade. Para alguns, o paralogismo é um tipo de sofisma; para outros, não é, pois entendem que sofisma é um raciocínio que simula estar de acordo com as regras da lógica, com a finalidade de produzir a ilusão da verdade e iludir o antagonista.


7) Axioma


Na lógica tradicional, um axioma ou postulado é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria. Por essa razão, é aceito como verdade e serve como ponto inicial para dedução de outras “verdades”.


8) Maniqueísmo


É um dualismo religioso sincretista que se originou na Pérsia (zoroastrismo) e foi amplamente difundido no Império Romano (sIII d.C. e IV d.C.), cuja doutrina consistia basicamente em afirmar a existência de um conflito cósmico entre o reino da luz (o Bem) e o das sombras (o Mal), em localizar a matéria e a carne no reino das sombras, e em afirmar que ao homem se impunha o dever de ajudar à vitória do Bem por meio de práticas ascéticas.


Assim o maniqueísmo é uma filosofia religiosa sincrética e dualística fundada e propagada por Manes ou Maniqueu, filósofo cristão do século III, que divide o mundo simplesmente entre Bom, ou Deus, e Mal, ou o Diabo. A matéria é intrinsecamente má, e o espírito, intrinsecamente bom. Com a popularização do termo, maniqueísta passou a ser um adjetivo para toda doutrina fundada nos dois princípios opostos do Bem e do Mal.


Por extensão é qualquer visão do mundo que o divide em poderes opostos e incompatíveis.


9) Lei do terceiro excluído


Em lógica, a lei do terceiro excluído (em latim, principium tertii exclusi ou tertium non datur) é a terceira de três clássicas Leis do Pensamento. Ela afirma que, para qualquer proposição, ou esta proposição é verdadeira, ou sua negação é verdadeira.


O princípio do terceiro excluído, juntamente com seu complemento, o princípio da não-contradição (a segunda das três leis clássicas do pensamento), são correlatos da lei da identidade (a primeira dessas leis). Pelo princípio da identidade particionar o universo em exatamente duas partes, ele cria uma dicotomia na qual as duas partes são "mutualmente exclusivas" e "mutualmente exaustivas". O princípio da contradição é meramente uma expressão do aspecto mutualmente exclusivo dessa dicotomia, e o princípio do terceiro excluído é uma expressão desse aspecto mutualmente exaustivo.


10) Princípio da bivalência


Em lógica, a semântica princípio da bivalência ou lei da bivalência afirma que toda sentença declarativa que expressa uma proposição de uma teoria sob análise possui um único valor de verdade: ou verdadeiro ou falso. Uma lógica que satisfaz esse princípio é chamada lógica bi valorada ou lógica bivalente.


11) Princípio da não-contradição


Na Lógica clássica, o princípio da não-contradição (ou o princípio da contradição, ou a lei da não contradição, ou a lei da contradição), afirma que duas afirmações contraditórias não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo, exemplo: As duas proposições "A é B" e "A não é B" são mutuamente exclusivas, dito de outra forma: "nada pode ser e não ser simultaneamente"


A lei da não contradição, assim como seu complemento, a lei do terceiro excluído (a terceira das três leis do pensamento), são correlatas à lei da identidade (primeira das três leis). Porque a lei da identidade particiona seu Universo Lógico em duas partes exatas, criando assim uma dicotomia onde as duas partes são "mutualmente exclusivas" e "conjuntamente exaustiva". A lei da não contradição é meramente uma expressão do aspecto da exclusão mútua dessa dicotomia, e a lei do terceiro excluído, uma expressão do aspecto da conjunção exaustiva.


Os T-Files se caracterizam por se valer da das pessoas para ocultar a verdade, modulando e manipulando virtualmente, para que toda a sua “filosofia de botequim”, que pregam virtualmente, pareçam verdadeiras, mesmo que em total desacordo com a verdade.

(do Latim fide) é a adesão de forma incondicional a uma hipótese que a pessoa passa a considerar como sendo uma verdade sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que se deposita nesta ideia ou fonte de transmissão. A fé acompanha absoluta abstinência de dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e da lógica conceitual. Ou seja, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo. A expressão se relaciona semanticamente com os verbos crer, acreditar, confiar e apostar, embora estes três últimos não necessariamente exprimam o sentimento de fé, posto que podem embutir dúvida parcial como reconhecimento de um possível engano. A relação da fé com os outros verbos, consiste em nutrir um sentimento de afeição, ou até mesmo amor, por uma hipótese a qual se acredita, ou confia, ou aposta ser verdade.

Os T-Files ignoram por completo e combatem a verdade, que é aquilo que está de acordo com os fatos e observações, respostas lógicas resultantes do exame de todos os fatos e dados, uma conclusão baseada na evidência, não influenciada pelo desejo, autoridade ou preconceitos; um facto inevitável, sem importar como se chegou a ele. Ou seja: são negacionistas.


Negacionismo (do francês négationnisme) é a escolha de negar a realidade como forma de escapar de uma verdade desconfortável. Trata-se da recusa em aceitar uma realidade empiricamente verificável, sendo essencialmente uma ação que não possui validação de um evento ou experiência histórica. Na ciência, o negacionismo é definido como a rejeição de conceitos básicos, incontestáveis e apoiados por consenso científico em favor de ideias tanto radicais quanto controversas.


Foi proposto que as diversas formas de negacionismo possuem o denominador comum da rejeição de evidências maciças e a geração de controvérsia a partir de tentativas de negar que um consenso exista. Os termos negacionismo do Holocausto e negacionismo da AIDS costumam ser empregados para descrever movimentos que negam a existência ou consistência de tais fatos, enquanto negacionistas climáticos foi usado para definir aqueles que se recusam a aceitar que uma mudança climática está em curso. Supõe-se que o negacionismo seja provocado por diversos motivos, como crenças religiosas, proveito próprio ou como um mecanismo de defesa contra pensamentos perturbadores.


O grande problema dos “T-Files” é que eles parecem ter o apoio político dentro do próprio Twitter, pois além de todos os abusos sobre a ética humana e a justiça brasileira, eles habitualmente violam as próprias Regras do Twitter e políticas, sem nunca serem banidos, penalizados ou ter tweets excluídos ou demarcados pela rede como fake news.


A seguir vamos apresentar alguns dos T-Files mais ativos e com expressivo número de seguidores:


1) Dama de Ferro: https://twitter.com/Damadeferroofic

2) Patriotas: https://twitter.com/PATRlOTAS

3) Dom Esdras: https://twitter.com/DomDasThreads

4) Deixa o Loen te leitar?: https://twitter.com/_Leitadas_Loen

5) Let's Dex: https://twitter.com/Lets_Dex

6) Tony Stark Patriota: https://twitter.com/TonyStarkMeta

7) Amandaverso: https://twitter.com/MandyReverse

8) Bolsonéas: https://twitter.com/Bolsoneas

9) R€natah: https://twitter.com/Darth_Re

10) Capitão Bonoro: https://twitter.com/CapitaoBonoro

11) Peruvian MAV: https://twitter.com/russianbotbr

12) GANCHO DE DIREITA: https://twitter.com/Ganchodedireita

13) 𝐆abriel: https://twitter.com/GABRlELinHeLL

14) Joaquin Teixeira: https://twitter.com/JoaquinTeixeira

15) Bolsonaro 2022: https://twitter.com/BoIsonaro2022

16) Gigantes Não Dormem: https://twitter.com/GigantesReais

17) Ódio do bem: https://twitter.com/odiodobeem

18) LADRÕES SE DANDO MAL: https://twitter.com/Iadroes

19) Fatos da Esquerda: https://twitter.com/EsquerdaExposta

20) INDIGNADO: https://twitter.com/IndignadoRJ

21) Direita.Network: https://twitter.com/Direita_Network

22) Direita Brasil: https://twitter.com/DireitaBrasil

23) Fitzcarraldo Çilva Robô Miliciano: https://twitter.com/fitzca

24) #DesumanizaRedes: https://twitter.com/DesumanizaRedes

25) TradutoresDeDireita: https://twitter.com/tradutores_br

26) Cristiana Alexandrevna Menshova: https://twitter.com/CrisMenshova

27) CANAL HIPÓCRITAS: https://twitter.com/CanalHipocritas

28) Dom Vito Andolini: https://twitter.com/Dom__Andollini

29) FamíliaDireitaBrasil: https://twitter.com/BrazilFight

30) Instituto Cata Fôia: https://twitter.com/catafoiawins

31) 𝗠𝗨𝗟𝗔𝗟𝗜𝗩𝗥𝗘: https://twitter.com/OLulaEstaPreso

32) Lobo Ucraniano: https://twitter.com/WolfConservador

33) Blog da Direita: https://twitter.com/segueadireitabr

34) Joaquín Teixeira: https://twitter.com/JoaqunTeixeira1

35) loen da 17: https://twitter.com/l03n27


Esta lista pode ter links quebrados e nomes diferentes pois estes T-Files mudam o nome do usuário e @ do perfil com muita frequência.


Lembrando que o anonimato é crime no Brasil e que o Twitter corrobora com esta prática. Quem se mantém anônimo certamente não o é por razões nunca positivas. Quem não tem nada a esconder não precisa se esconder.


O STF precisa agir em relação ao Twitter Brasil ASAP!