TRATE A SUA NOMOFOBIA!

Atualizado: 27 de Nov de 2020

Eu estive dentro os principais grupos "secretos" do bolsonarismo nos períodos ao redor das eleições presidenciais 2018. Sei quem são e o que pensam as "personalidades famosinhas bolsonaristas" do Twitter, que hoje chegam a ter mais de cem mil seguidores (mas poucos humanos de fato).


Este grupo é formado por gente remunerada direta ou indiretamente, independente das patologias psiquiátricas que estas pessoas visivelmente demonstram possuir. São os oficiais da Democracia Ciborgue, Pós-Verdade, Fake News e Modulação digital a serviço dos "patrocinadores". Todos sem currículos, ou com currículos sofríveis, porém muita ambição e nenhuma ética, em termos de ganhar dinheiro a quaisquer "custo".


Mas hoje vamos falar das pessoas comuns que orbitam ao redor destes sub-reptícios "olavetes-bolsonaristas" do Twitter.


As pessoas que obtemperaram dentro das bolhas do twitter e zurram nas câmeras de eco, moduladas pelos seus mestres, em uma relação BDSM (conjunto de práticas consensuais envolvendo bondage e disciplina, dominação e submissão, sadomasoquismo e outros padrões de comportamento sexual humano relacionados), no caso estamos falando das pessoas "baunilha ou vanilla".


Eu conheci muitas "tias do zap" dentro dos grupos "secretos". Mulheres (de meia idade para cima) já com a vida econômica estabilizada, que buscavam amizades, relacionamentos e até aventuras dentro das bolhas. Eram pessoas solitárias, carentes, frágeis psicologicamente e algumas até psiquiatricamente (inclusive pacientes medicadas por psiquiatras). O bolsonarismo entrava apenas como a "noia" (substantivo feminino [Popular] Sentimento obsessivo que leva alguém a pensar que outra pessoa está tentando prejudicá-la). Estas bolhas precisam ter "noias" em comum para serem filtradas.


Havia um número considerável de "sugar babies", mulheres jovens "arrumadinhas" e ambiciosas procurando "sugar daddys" para o "alpinismo social".


Muitos "bombadinhos", homens jovens, de baixa qualificação profissional, daqueles tipos que andam nas academias atrás de mulheres mais maduras e com boa situação econômica.


Tem também os "don Juan", na fase do abutre", atras das "carcaças" disponíveis no Twitter. Homens de meia idade, já com alguma estabilidade econômica, que buscam aventuras para preencher seus "vazios" existenciais.


Por fim chegamos a terceira idade, os anciões do Twitter. São as pessoas que chegaram em uma fase da vida onde tudo incomoda. Além disso, por conta da própria natureza, já perderam grande parte de seu círculo social. Somando-se ainda questões como valores de "antigamente" e o saudosismo, são facilmente atraídas como "Dom Quixotes" virtuais para as bolhas e fazem muito barulho nas câmeras de eco.


Também existem os grupos dos "parentes". Pessoas de diversas faixas etárias que têm parentes com quem podem ter ou não ter relação econômica de dependência, que vivem do setor público: militares, servidores civis, políticos, assessores e todas a corte que vive do "leite das tetas do estado", sem julgar os méritos ou deméritos destes parentes.


Também temos a turma da "Santa Inquisição", pessoas "cristãs" as quais, independente de praticarem em suas vidas o que pregam, estão lá para acusar, julgar e condenar todas as "outras.


Um grupo peculiar entre eles são os "habitues" de substâncias psicoativas, começando pelo popular e legalizado álcool, tuitavam bêbados. Outros tinham sintomas de drogas químicas, extremamente acelerados e incompreensíveis, como se estivessem em uma "rave" no Twitter.


Estes são os principais agrupamentos de pessoas encontradas nas bolhas e câmeras de eco do bolsonarismo-olavismo. Todas com tempo ocioso, para ocupar nas redes sociais e as "mentes vazias" para se tornarem as "oficinas do diabo", nos casos específicos do Olavo e do Bolsonaro.


E chegamos ao tema deste texto, a nomofobia.


Nomofobia é a fobia causada pelo desconforto ou angústia resultante da incapacidade de acesso à comunicação através de aparelhos celulares ou computadores.


Surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontatável estando em algum lugar sem um aparelho de celular ou qualquer outro telemóvel ou dispositivo com internet ou, quando presentes, estes falham por motivos diversos. É um termo muito recente e tem origem nos diminutivos ingleses No-Mo, ou No-Mobile, que significam sem telemóvel. Daí a expressão "nomofobia" ou fobia de ficar sem um aparelho de comunicação móvel.


O termo surgiu na Inglaterra, onde mais de 50% da população é possuidora de telemóveis e mais de 13 milhões de britânicos, em pesquisa realizada pelo Instituto YouGov para o Departamento de Telefonia dos Correios britânicos.


Independente da "noia" que as motiva a ficarem nas redes sociais, estas pessoas estão "viciadas" na dopamina que produzem em suas "guerras" e "aventuras" nas redes sociais. Deste modo, as redes sociais preenchem uma "vazio" que estas pessoas possuem em suas vidas sociais no mundo real e elas se tornam dependentes compulsivas das redes sociais.


Isso é uma doença real decorrente dos avanços tecnológicos, usados sem limites éticos e legais pelas empresas de tecnologia, acionistas, patrocinadores e pelas hordas sujas da Democracia Ciborgue.


Inclusive em alguns países já é considerada e tratada como doença:


https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-e-uma-clinica-de-reabilitacao-para-viciados-em-internet/


Mesmo aqui na "Terra de Santa Cruz", já tem gente atenta a esta doença:


https://blog.nossospsicologos.com.br/nomofobia-vicio-em-internet/


https://blog.psicologiaviva.com.br/dependencia-digital/


https://blog.psicologiaviva.com.br/nomofobia/


https://canaltech.com.br/saude/nomofobia-vicio-em-dispositivos-moveis-pode-levar-a-depressao-135043/


http://bioclinicoms.com.br/nomofobia-e-um-transtorno-psicologico-que-pode-causar-depressao/


Alguns sintomas da nomofobia:

  • Incapacidade de desligar seu telefone;

  • Verificar obsessivamente chamadas perdidas, e-mails e textos;

  • Constantemente carregar a bateria do celular;

  • Conferir obsessivamente redes sociais e whatsapp;

  • Demonstrar irritação ao estar em locais sem conexão wi-fi;

  • Ser incapaz de ir ao banheiro sem levar seu telefone com você.

Algumas estatísticas da nomofobia:

  • 65%, ou cerca de duas em cada três pessoas, dormem com ou ao lado de seus smartphones. (Entre os estudantes universitários, é ainda maior);

  • 34% admitiram ter respondido ao celular durante a intimidade com o parceiro. (Ei, o que aconteceu com a valorização da pessoa com quem você está pessoalmente?);

  • Uma em cada cinco pessoas prefere ficar sem sapatos por uma semana do que dar um tempo no telefone. (É uma boa maneira de perder sua sola e sua alma);

  • Mais da metade nunca desliga o telefone. (Eu chamaria isso de vício).

  • Um total de 66 por cento de todos os adultos sofrem de nomofobia.

Algumas decorrências da nomofobia:


Você está perdendo tempo;

Você fica mais ansioso;

O excesso de celular pode causar insônia;

Seus filhos e netos vão adquirir os mesmos hábitos.


O número de pessoas afetadas pela nomofobia também foi revelado em um estudo da SecurEnvoy, e mostra um aumento em relação a um estudo semelhante há quatro anos, onde 53% das pessoas admitiram o medo de perder o telefone. No último estudo, das 1.000 pessoas entrevistadas no Reino Unido, 66% disseram que sentiam o medo.


É super importante adquirir consciência e lutar contra a sujeição a qualquer vício que comece a ditar nosso comportamento. Isso inclui tecnologia. Eu reconheço que telefones celulares, tablets, computadores e outras tecnologias introduzidas facilitam a vida e permitem trabalhar com mais eficiência. No entanto, devemos ter em mente o seguinte: a tecnologia deve ser uma aliada, não algo maléfico.


Para aprender a lidar com isso, um processo de psicoterapia pode ser fundamental. É importante que a própria pessoa ou os familiares procurem ajuda profissional.


Como tratar a nomofobia?


Certifique-se de desligar o telefone celular e experimentar conversas cara a cara ou curtir momentos de solidão desconectada. Existem duas atividades que podem fazer nesse sentido: sair para andar (sem celular) e tomar um café na padaria, também sem celular.


Equilibre o tempo entre o smartphone e o contato humano a cada semana. Para cada hora que você investe na frente de uma tela, invista o mesmo tempo conversando com pessoas reais, e não vale o whatsapp ou telefone.


Tente uma técnica rápida todo mês, onde você realmente passa um dia ou mais sem um computador, tablet ou telefone. Você se sentirá liberado.


Coloque seu telefone a pelo menos 10 metros de distância quando você dormir à noite. Eu sei que você terá que se levantar para apertar “soneca”, mas é mais seguro assim.


Bloqueie seu dia em slots, onde você gasta tempo usando a tecnologia, mas também tenha períodos de tempo para uma interação genuína e orgânica com as pessoas.


Conclusão


A nomofobia é um transtorno psicológico que pode causar depressão e não está relacionada à quantidade de tempo que a pessoa usa o aparelho, mas ao uso que faz dele!