TWITTER O PORTO SEGURO DOS PSICOPATAS E SOCIOPATAS ANÔNIMOS

A rede social tecnicamente inconstitucional no Brasil, o Twitter, em permitir e proteger o anonimato, o que inviabiliza a aplicação de penalização legal a criminosos anônimos previstas no código civil, ainda viabiliza a prática de seus crimes e os mantem publicados. Assim civilmente prestando a criminosos, fora dos casos de coautoria ou de receptação, auxílio destinado a tornar seguro o proveito do crime. Sem falar na vantagem econômica que o Twitter ganha com a audiência engajada de aberrações anônimas. Portanto o Twitter é uma rede social criminosa essencialmente e deve ser bloqueada no DNS central da Internet brasileira até que cumpram as leis.


A consequência da rede social em si já ser criminosa é justamente a mesma ter se tornado espaço seguro para psicopatas e sociopatas, os quais tem no anonimato, protegido pelo Twitter com todos os tipos de chicanas jurídicas, a segurança para praticar seus crimes impunemente.


Psicopata


Psicopata é a designação atribuída a um indivíduo com um padrão comportamental e/ou traço de personalidade, caracterizada em parte por um comportamento antissocial, diminuição da capacidade de empatia/remorso e baixo controle comportamental ou, por outro, pela presença de uma atitude de dominância desmedida. Esse tipo de comportamento agonista é relacionado com a ocorrência de delinquência, crime, falta de remorso e dominância, mas também é associado com competência social e liderança. A psicopatia, descrita como um padrão de alta ocorrência de comportamentos violentos e manipulatórios, é frequentemente considerada uma expressão patológica da agressão instrumental, além da falta de remorso e de empatia.


Seus aspectos mais característicos foram identificados primeiramente em prisioneiros e pacientes de manicômios judiciários, mas mais tarde se ampliou o escopo da avaliação para todos os tipos de população, uma vez que alguns traços de psicopatia podem ser encontrados em qualquer indivíduo. Critérios diagnósticos pelo DSM-IV-TR para transtorno de personalidade antissocial (F60.2/301.7):


A. Um padrão pervasivo de desrespeito e violação aos direitos dos outros, que ocorre desde os 15 anos, como indicado por pelo menos três dos seguintes critérios:


1. Fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de detenção;

2. Impulsividade ou fracasso em fazer planos para o futuro;

3. Irritabilidade e agressividade, indicadas por repetidas lutas corporais ou agressões físicas; porém, paradoxalmente, têm fama e geralmente agem de forma bem-comportada.

4. Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia;

5. Irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras;

6. Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.

7. Comportamento sexual exacerbado e inadequado, via de regra com vários parceiros, sem nenhuma ligação afetiva;

8. Agressividade contra animais domésticos;

9. Desrespeito e desprezo por ambientes familiares;


B. O indivíduo tem no mínimo 18 anos de idade podendo ter sofrido abusos sexuais por parte dos pais quando criança.


C. Existem evidências de Transtorno de Conduta com início antes dos 15 anos de idade.


D. A ocorrência do comportamento antissocial não se dá exclusivamente durante o curso de Esquizofrenia ou Episódio Maníaco.


Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é denominado por Transtorno de Personalidade Dissocial (Código: F60.2). Na população em geral, as taxas dos transtornos de personalidade podem variar de 0,5% a 3%, subindo para 45-66% entre presidiários.


Transtorno de personalidade caracterizado pelo sentimento de desprezo por obrigações sociais ou falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições. Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade.


Sociopata


O transtorno de personalidade antissocial (TPA) (português brasileiro) ou perturbação da personalidade antissocial (PPAS) (português europeu), comumente referido como sociopatia, é um transtorno de personalidade descrito no DSM-IV-TR, caracterizado pelo comportamento impulsivo do indivíduo afetado, desprezo por normas sociais e indiferença ou desrespeito pelos direitos e pelos sentimentos dos outros. Frequentemente o indivíduo demonstra também baixa consciência ou sentido de moral associado a um histórico de problemas legais e comportamentos agressivos ou impulsivos. Na classificação internacional de doenças (CID), é chamado de transtorno de personalidade dissocial (Código: F60.2).


Costuma-se distinguir o conceito de distúrbio da personalidade antissocial do conceito de psicopatia. Muitos pesquisadores argumentam que a psicopatia é um distúrbio que se sobrepõe ao TPA, mas é distinto deste.


O distúrbio é caracterizado, principalmente, pela ausência de empatia com outros seres humanos (quando não pertencentes à família), resultando em falta de interesse com o bem-estar do outro e sérios prejuízos aos que convivem com eles. O distúrbio costuma ir se estruturando desde a infância. Por isso, na maioria das vezes, alguns dos seus sintomas podem ser observados nesta fase e/ou na adolescência, por meio de comportamentos agressivos que, durante estes períodos, são denominados de transtornos de conduta. Não demonstram empatia, são interesseiros, egoístas e manipuladores. Conforme se tornam adultos, o transtorno tende a se é causar cada vez mais prejuízos na vida do próprio indivíduo e especialmente de quem convive com ele.


Na psicanálise tal comportamento é característico das estruturas ligadas às modalidades de perversão, que diferem das neuroses e das psicoses. Indivíduos com este diagnóstico são usualmente chamados de sociopatas, segundo definição do próprio CID 10 Revisão:


Transtorno de personalidade caracterizado por um desprezo das obrigações sociais e falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições. Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade.


Egocentrismo patológico: incapacidade para lealdade ou manutenção de sentimentos de amor ou afeição, sedução apurada, vida sexual impessoal ou pobremente integrada, prática comum de calúnias, omissões ou distorções de fatos e constante incapacidade de seguir algum plano de vida também fazem parte de suas características.


Quando percebem que suas atitudes estão sob avaliação, reprovação ou questionamento, são capazes de adotar mudanças radicais em seu estilo de vida para afastar as suspeitas sobre si, como por exemplo, casar-se repentinamente, frequentar igrejas ou presentear conhecidos.


Eles mentem exageradamente, sem constrangimento ou vergonha. Na narrativa dos fatos, utilizam contextos fundamentados em acontecimentos verdadeiros, porém manipulados de acordo com seus interesses, e assim se tornam extremamente convincentes. Roubam, abusam, trapaceiam, manipulam dolosamente seus familiares, parentes e amigos. Causam inúmeros transtornos a quem está ao seu redor e podem colocar em risco a vida de outras pessoas sem sentir pena de quem foi manipulado. Seduzem seus parceiros a fim de convencê-los a fazer algo em seu lugar, evitando prejuízo a si mesmos. Podem maltratar animais sem piedade, mesmo que não obrigatoriamente. Esse conjunto de características faz com que os sociopatas dificilmente consigam aprender com a punição e modifiquem suas atitudes.


São capazes de fingir com maestria comportamentos tidos como exemplo de ética social e capazes de fingir crenças ou hábitos para se infiltrarem em grupos sociais ou religiosos a fim de ocultar sua verdadeira personalidade. Pessoas sociopatas não sentem remorso pelo o que fazem. Jamais sentem culpa.


Critérios diagnósticos pelo DSM-V (Código: 301.7):


A. Um padrão perversivo de desrespeito e violação aos direitos dos outros, que ocorre desde a adolescência, como indicado por pelo menos TRÊS dos seguintes critérios:

Fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos éticos e legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de reprovação social ou detenção (crimes);


Impulsividade predominante ou incapacidade em seguir planos traçados para o futuro;

Irritabilidade e agressividade, indicadas por histórico constante de lutas corporais ou agressões verbais violentas;


Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia;


Irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras;

Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter manipulado, ferido, maltratado ou roubado outra pessoa;

Tendência para enganar e à falsidade, indicada por mentir compulsivamente, distorcer fatos ou ludibriar os outros para obter credibilidade, vantagens pessoais ou prazer;


B. O indivíduo tem no mínimo 18 anos de idade.


C. Existem evidências de Transtorno de Conduta com início antes dos 15 anos de idade.


D. A ocorrência do comportamento antissocial não se dá exclusivamente durante o curso de Esquizofrenia ou Transtorno Bipolar.


O cérebro psicopata / sociopata


Desde a formação do conceito de sociedade, o homem vem estudando e se dedicando a entender o comportamento humano, mesmo antes da existência do modelo social convencional encontrado nos dias atuais. Na Grécia antiga, já se estudava um dos mais preocupantes comportamentos humanos, a violência. Alcmeon de Cretona (Sec. VI A.C.) foi o primeiro a dissecar animais e a se dedicar ao estudo das qualidades biopsíquicas dos delinquentes, pesquisando o cérebro humano buscando uma correlação com sua conduta. Constava que no homem, há um pouco de animal e um pouco de Deus, que a vida é o equilíbrio entre as forças contrárias que constituem o ser humano e a doença corresponderia ao rompimento desse equilíbrio. Um dos homens mais notáveis da história, Hipócrates, “pai da medicina”, acreditava que todo o crime, assim como o vício, era fruto da loucura, lançando assim as bases sobre a imputabilidade ou o princípio da irresponsabilidade penal do homem insano. Com o início da idade média e por todo esse período, os crimes eram vinculados diretamente a um grande peccatum (pecado), tendo como punições medidas severas de encarceramento, tortura e pena de morte. Nota-se que o estudo sobre o comportamento criminoso do ser humano se perpetua através dos séculos de maneira sólida, na tentativa de explicar qual a razão ou as razões dos atos delituosos e quais seriam as medidas eficazes para interromper tais atos, aplicando punições ou tratamentos. Nos estudos sobre criminosos, um dos pesquisadores mais notáveis da era contemporânea e que vinculou o criminoso com suas características físicas, foi Cesare Lombroso, professor universitário e criminologista italiano, nascido a 6 de novembro de 1835, em Verona. Tornou-se mundialmente famoso por seus estudos e teorias no campo da caracterologia, ou a relação entre características físicas e mentais, relacionando estruturas físicas, tais como o tamanho da mandíbula à psicopatologia criminal, ou a tendência inata de indivíduos sociopatas com comportamento criminal. Com o avanço tecnológico e de pesquisas pode-se verificar que o comportamento humano tem relação direta com características fisiológicas e, atualmente, genéticas. Baseado nesse preceito o presente estudo propõe uma análise sobre os fatores endógenos que levam o ser humano a condutas delituosas, traçando um caminho orgânico para determinadas reações, analisando a origem de determinadas disfunções celulares e moleculares. Propõe-se uma discussão ampla do comportamento humano do ponto de vista fisiológico e genético, contemplando dois aspectos interligados, o organismo e o ambiente.


O papel da genética na determinação da violência e comportamento agressivo tem sido examinado recentemente. Além da possível interação com hormônio (testosterona, serotonina e corticoides), também se supõe que o polimorfismo do gene MAOA possua uma associação interativa com a adversidade da infância para prever a agressividade em homens. Esta observação tem sido repetida em vários estudos e oferece um exemplo interessante de uma possível interação da genética com fatores ambientais. Análises de polimorfismos de nucleotídeos único (SNPs) em uma amostra de adolescentes com comportamento antissocial e dependência de drogas relataram associações genéticas significativas para dois genes, CHRNA2 e OPRM1, em comparação com os controles. O primeiro gene codifica o receptor nicotínico neuronal α-2 (associado à dependência nicotínica em famílias esquizofrênicas) e o último para o receptor opióide μ (implicado em muitos comportamentos de abuso de drogas). Achados semelhantes para uma conexão genética em um diagnóstico duplo de abuso de substâncias e sintomas de transtorno de conduta foram relatados. Demonstraram evidências de ligação para a região cromossômica 9q34 quando foram considerados tanto a vulnerabilidade à toxicodependência quanto os sintomas de transtorno de conduta. Houve também evidência de ligação à região 17q12 para sintomas de desordem de conduta isoladamente. As evidências dos estudos de gêmeos e adoção mostram que tanto a hereditariedade quanto o ambiente têm a mesma influência no comportamento antissocial. No entanto, uma análise posterior mostrou que a influência da hereditariedade é maior em crianças com comportamento antissocial, mais insensíveis e sem emoções, em comparação ao grupo controle (CHATURAKA et al., 2010).


A agressividade, a falta de emoção e a insensibilidade não são meramente resultado de fatores ambientais. A biologia tem uma parte igual a jogar. Evidências sobre o neurocircuito de empatia e calosidade surgiram nos últimos anos. Este sistema tem uma relação complexa com o sistema neuroendócrino através de mecanismos de controlo e feedback. Um estado de desequilíbrio neuroendócrino (menor atividade nas estruturas paralícidas e hipoatividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal para situações estressantes) contribui para insensibilidade e falta de emoção, que podem autoperpetuar ao longo do tempo (CHATURAKA et al., 2010).


Recomendo esta leitura.


A Opção pelo Twitter


Como uma grande parte dos psicopatas e sociopatas do Twitter, são modulados em bolhas de filtro e câmeras de eco, pela democracia ciborgue de extrema direita protofascista, onde seus comportamentos são úteis e elogiados, o fator político faz parte do quadro, bem como a relação direta destes indivíduos com distúrbios comportamentais, com políticos e agentes políticos oficiais deste grupo, aqui no Brasil conhecidos por bolsonaristas e / ou olavistas.


Por conta da cadeia de comunicação estabelecida entre políticos, psicopatas e sociopatas, há uma característica a mais na patologia destes indivíduos: a covardia (anonimato e impunidade), ambos propiciados pelo Twitter inclusive até as últimas instâncias judiciais para proteger estes grupos de usuários.


Os sociopata e psicopatas anônimos do Twitter, que se julgam em uma missão heroica (bovarismo), pelo político e / ou pelo guru em um comportamento mitomaníaco, podem também estar levando vantagens econômicas direta ou indiretamente com o comportamento, o que seria mais uma forma de estímulo para seus egos enfatuados. Assim une-se ao comportamento psicopata / sociopata uma outra característica de personalidade: o medo (covardia) de ser identificado.


Medo


O medo é um mecanismo automático e primitivo de sobrevivência presente em todos os seres humanos, ou seja, um instinto. A reação de medo ocorre sempre que detectamos algum perigo, ou quando confrontamos algo novo e desconhecido.


Os medos mais comuns são sentimentos similares a uma preocupação ou receio. No entanto, em alguns momentos, o medo surge como uma reação súbita a uma situação de perigo inesperada. Tal medo repentino é uma reação instintiva conhecida como “lutar ou fugir”, no qual o corpo prepara-se para tomar uma decisão imediata para sobreviver.


Embora seja normal e até útil experimentar o medo em situações perigosas, em casos de fobia, o medo e o perigo é exagerado ou imaginado.


Por exemplo, é natural temer um cão rosnando, mas é irracional se sentir aterrorizado com um filhotinho abanando o rabo. Ou seja, os medos tornam-se motivo de preocupação quando se tornam persistentes e interferem no seu cotidiano.


Quando um medo alcança tal nível de intensidade, este é identificado como fobia. Logo, para que determinado medo seja considerado uma fobia, este deve ser motivo de angústia extrema, ao ponto em que impede as rotinas e atividades normais do indivíduo.


Quando falamos em consequência estamos envolvendo uma questão psicológica e ambiental. Psicológica, pois, é através daí que os comportamentos surgem, e ambiental quando se trata de outras pessoas envolvidas nestas situações, ou seja, o meio em que o indivíduo está inserido.


Twitter o porto seguro dos psicopatas e sociopatas


Estas personalidades psicopatas e sociopatas com medo de serem identificadas, operam em completo anonimato no Twitter, seu porto seguro, onde se sentem protegidos pela rede social e ao contrário dos seres humanos reais, por trás do perfil, que são em verdade covardes e medrosos, o anônimo é valente e sem limites.


E estes psicopatas e sociopatas mais “grandes” em sua missão bovarista e mitomaníaca no Twitter acabam sendo catalisadores de dezenas de milhares de psicopatas e sociopatas “anões”, que se conformam em serem vassalos do “grande”, atuando em operações de “espionagem” e “roubos” de informação dos “inimigos imaginários”, que são as pessoas reais identificadas no Twitter, mas que pensam diferente sem nenhuma demência e fornecem material criminoso para os crimes dos suseranos, que usam este material ilegal em seus crimes.


Estes sociopatas e psicopatas com medo do mundo real, onde possivelmente não sejam ninguém relevante ou até possuam fichas corridas, encontraram no Twitter uma casa de “Big Brother”, onde estão confortavelmente instalados para a emissora que transmite o show lucrar com suas ações.


Alguns psicopatas e sociopatas em especial, o Twitter parece tratar como de “estimação”, tamanho o esforço judicial e administrativo, que faz para protege-los e aos seus conteúdos criminosos. Eles raramente são penalizados e nas raras ocasiões são penalizações muito brandas. Mesmo que você tenha sido vítima de crimes previstos constituição e código civil, por parte destes dois anônimos e os denuncie se identificando, o Twitter raramente lhe dará resposta e praticamente nunca os penalizara. E ser forem penalizados será muito brandamente. Há interesses econômicos na audiência e engajamento que estes criminosos anônimos trazem ao Twitter sem dúvida, mas não seriam suficientes para justificar tanto empenho na proteção de ambos. Inclusive frente uma CPMI do legislativo. O Twitter ou tem outros interesses econômicos além dos evidentes ou então até sabe quem são os anônimos e quais são suas ligações políticas e seus conteúdos, desta maneira fazendo “jogo duro” frente as leis, para mantê-los anônimos até que eles mesmo excluam seus perfis, para o Twitter alegar que que não tem obrigação e tão pouco as informações sem URLs e de usuários já excluídos.


Podem observar especialmente estes dois anônimos do Twitter, que podem ser perfis administrados por uma ou mais pessoas:


Dex, segundo outros anônimos e a ex membros da mesma facção política, como o mais visível administrador do perfil se chama Leonardo.


Deixa o Loen te Leitar, segundo outros anônimos e já confirmado por ex membros da facção política, se chama Igor.


Além da evidente atividade política destes dois perfis anônimos, se tratam visivelmente de sociopatas / psicopatas, covardes e medrosos, com uma legião de semelhantes os seguindo e os apoiando virtualmente.


E certamente o Twitter sabe muito mais do que eles do que eu sei, apenas não quer falar ou fazer nada, lucrando às custas de anonimato inconstitucional, práticas de crimes impunes contra pessoas reais e defendendo com unhas e dentes o direito destes psicopatas e sociopatas transformarem a democracia em uma anarquia e transformarem a liberdade de expressão em acobertamento de crimes.


Assim caminha a mediocridade ética, que viola até direitos humanos, desta rede social criminosa chamada Twitter.